simples nacional

Por que a sua empresa não deve optar pelo Simples Nacional?

O Simples Nacional é um enquadramento tributário que visa facilitar o recolhimento de tributos, permitindo o pagamento de vários impostos em uma única guia.

Você já deve ter ouvido falar como esse regime pode ser vantajoso para alguns empreendimentos, certo? 

Voltado para as microempresas e empresas de pequeno porte, o sistema simplificado conta com vários pontos positivos, como redução de burocracia, unificação da arrecadação e facilidades para a regularização de dívidas.

Contudo, antes de escolher esse enquadramento tributário para a sua empresa, é importante saber que o Simples Nacional também tem suas desvantagens.

Pensando nisso, vamos explicar as características desse sistema e por que talvez seja melhor não optar por ele. Entenda a seguir!

O que é o Simples Nacional?

Regido pela Lei Complementar nº 123/2006, o Simples Nacional é definido, no art. 12, como o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

É, portanto, um dos tipos de regime tributário, Lucro Presumido e Lucro Real. Cada um tem um sistema específico de cobrança de impostos.

No Simples Nacional, o recolhimento de tributos é feito de forma unificada, abrangendo todos os entes federados – União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Assim, com apenas uma guia, o empreendedor pode pagar os impostos:

  • IRPJ;
  • CSLL;
  • IPI;
  • PIS/Pasep;
  • Cofins;
  • ICMS;
  • ISS;
  • CPP para a Seguridade Social.

Para optar pelo Simples Nacional, é preciso:

  • Enquadrar-se como microempresa ou empresa de pequeno porte;
  • Ter faturamento anual de até R$4,8 milhões (com sublimite de R$3,6 milhões para ISS e ICMS).

Quais as desvantagens desse regime?

Embora o Simples Nacional ofereça várias vantagens, é preciso considerar também seus pontos negativos. Entenda por que sua empresa não deve optar por esse regime!

Não há direito de creditar tributos

Uma das desvantagens do Simples Nacional é que o sistema não registra na nota fiscal o valor pago referente ao IPI e ICMS. Desse modo, os clientes não podem receber de volta parte do valor pago dos tributos.

Existe um limite para as exportações

Se você tem uma empresa enquadrada na definição EPP – Empresa de Pequeno Porte – e suas atividades lidam com exportação, o Simples Nacional pode não ser uma boa opção.

Isso porque as EPP têm limite de exportação de mercadorias e serviços de R$3,6 milhões. Isso significa que, mesmo que sua empresa esteja dentro do limite atualmente, se você tiver estratégias ou expectativas de crescimento, a expansão dos negócios pode acabar ficando limitada.

A alíquota é calculada sobre o faturamento

Pelo Simples Nacional, o cálculo para o pagamento dos tributos não é feito sobre o lucro, mas sobre o faturamento. Isso significa que, mesmo se a empresa tiver prejuízos, ela pode acabar tendo que pagar o mesmo valor de impostos.

Existe um sublimite para ICMS e ISS

Outro fator que deve ser levado em consideração é que o limite de receita anual de R$4,8 milhões não abrange o ICMS e o ISS. Com a Lei Complementar nº 155/2016, foi definido o sublimite de R$3,6 milhões para o recolhimento desses impostos.

Nessas situações, o empreendedor deverá pagar o ICMS ou o ISS fora da guia do DAS (Documento de Arrecadação Simples).

De todo modo, vale lembrar que o Simples Nacional é um regime facultativo, permitindo que o empreendedor opte por ele ou não. Por isso, é importante analisar as condições específicas da empresa para verificar qual regime tributário é mais vantajoso para o seu caso.

Lembre-se de que você também pode contar com uma assessoria especializada. E, para obter mais informações, acompanhe outros artigos em nosso blog!

Não Pagar Impostos

7 Riscos e consequências de não pagar impostos

É normal e extremamente comum, no cenário brasileiro, que a empresa, em algum momento de sua jornada, encontre-se em dificuldade financeira, com falta de caixa e sem recursos disponíveis a curto prazo. Diante deste contexto e de todas as frentes de trabalho do empresário, muitas vezes, os impostos são deixados de lado para que a empresa honre com fornecedores, prestadores de serviço e o próprio pro-labore.

Porém, abrir mão do recolhimento dos impostos, na maioria das vezes, é uma decisão prejudicial para o negócio. Atrasar o pagamento de suas obrigações tributárias não é a situação ideal, mesmo que aparente ser a alternativa mais viável ou de “fácil” escolha.

1. Incidência de Multas

A primeira consequência do atraso do pagamento de imposto é a incidência de multa. Cada imposto tem uma forma de cálculo para o atraso, porém para a maioria é calculada uma multa de 0,33% a cada dia de atraso, chegando no limite de 20%.

Para exemplificar:

Caso a empresa deixe de pagar um imposto de R$ 50.000,00 no mês de janeiro, em março, além de dever o valor nominal, será acrescido R$ 10.000,00 (20% do valor devido), totalizando uma dívida tributária de R$ 60.000,00 em apenas 2 meses.

2. Juros de Mora

Além da incidência da multa sobre o atraso, também serão calculados juros de mora. Os juros são cobrados a partir do mês seguinte ao do vencimento, calculados com base na taxa Selic + 1%.

Então, se o atraso for dentro do mês de vencimento, paga-se somente a multa e nada de juros. Se a empresa estiver esperando por uma entrada ainda dentro do mês, talvez seja vantajoso atrasar o pagamento. Se passar do mês, o custo financeiro passa a ser alto. A cada mês de atraso, soma-se mais uma taxa mensal nesse patamar até o mês de pagamento. Quanto maior o atraso, maiores são os acréscimos legais.

3. Risco de Bloqueio de Bens e Responsabilização do Fisco

Cada vez mais o Fisco vem melhorando seu monitoramento, através da tecnologia e dos cruzamentos das informações. Caso o imposto fique muito tempo em aberto, a empresa corre o risco de sofrer bloqueio de bens para que o Fisco não seja lesado pela falta de recolhimento do referido imposto.

Além disso, há a possibilidade de a empresa ser acusada de sonegação pela Receita Federal ou por alguma Secretaria Estadual ou Municipal. A situação ficará muito mais complicada.

Nesse cenário, os responsáveis diretamente envolvidos com o pagamento de tributos podem responder pela ação. Porém, se ficar comprovado que a empresa facilitou, incentivou ou contribuiu com a sonegação de impostos, sócios e diretores também poderão ser responsabilizados gravemente.

4. Dificuldade em Obter Empréstimos Bancários e Linhas de Crédito

Como citamos anteriormente, muitas empresas analisam o que é mais viável: pagam juros e multas em atraso ou solicitam um empréstimo bancário para quitar os impostos a tempo. 

No entanto, um dos riscos de não pagar os impostos em dia é encontrar dificuldades para obter empréstimos e outras negociações com instituições financeiras, especialmente se a empresa já estiver na lista de inadimplentes.

Dificilmente o empréstimo que surgirá terá taxa de juros e prazos de pagamento atrativos. O que pode contribuir ainda mais para o aumento da bola de neve.

5. Impedimento de Participação de Licitações

Outro risco de não pagar os impostos em dia é o impedimento de participar de concorrências públicas, se a empresa entrar no cadastro de inadimplentes. Embora o atraso não seja considerado um crime de sonegação, acaba interferindo na continuidade da empresa.

6. Clientes e Fornecedores Poderão Negar Parceria

É comum em parcerias, seja de clientes ou então de fornecedores, pedir para a empresa as Certidões Negativas de Débitos e consultarem o cadastro de inadimplentes, para entenderem com que tipo de empresa estão fazendo negócio. Caso a empresa não tenha parcelado ou quitado os impostos em aberto, terá grande dificuldade de conseguir um bom acordo.

7. Impedimento de Distribuição de Lucros aos Sócios

Outra consequência de extrema relevância para a empresa que deixa de recolher seus impostos é o impedimento da realização da distribuição de lucros aos sócios, caso não tenha realizado o parcelamento destes valores em aberto.

Qualquer valor que for transferido para a conta corrente dos sócios nesta hipótese terá a incidência de tributação.

Será que realmente  vale a pena deixar de pagar os impostos?

Não vale a pena deixar de recolher os impostos. O atraso sai sempre caro que o desembolso financeiro. O melhor a fazer é se programar para esses gastos, pois eles incidem sobre o que se ganha.

Só compensaria atrasar esse pagamento se os juros e as multas fossem menores do que o custo financeiro de realizar um empréstimo no banco. Se a conta da empresa estiver zerada ou já no vermelho, talvez compense esperar a próxima entrada de recursos, mas é preciso colocar na ponta do lápis para não se enrolar ainda mais.

Caso você precise de um levantamento efetivo dos impostos que estão em aberto na sua empresa e uma estratégia traçada para mitigar os riscos e eliminar pendências da forma mais rápida possível, entre em contato com a Segato. Nossos consultores farão o diagnóstico completo.

planejamento tributário

Principais erros de planejamento tributário que devem ser evitados

O planejamento tributário é uma alternativa para driblar legalmente a elevada carga tributária, uma vez que ele vai possibilitar a redução de custos, além de evitar prejuízos financeiros para a empresa. 

Mas com um sistema complexo e cheio de exceções, é natural que muitos gestores desconheçam o melhor caminho para uma gestão fiscal eficiente. O resultado dessa falta de conhecimento em relação à legislação fiscal é que muitas empresas ainda cometem muitos erros na elaboração do seu planejamento tributário, alguns deles podem ser  prejudiciais ao ponto de trazer maiores custos e riscos. 

Por isso, elencamos neste artigo os 7 principais erros que as empresas cometem ao realizar o planejamento tributário. Assim é possível entender porque podem ser tão prejudiciais à existência da empresa.

Boa leitura! 

1. Fazer tudo por conta própria e não contratar uma consultoria especializada

Um relatório do Serasa Experian, apontou que o nível médio de endividamento dos negócios brasileiros, em 2017, chegou ao patamar de 46,5% dos ativos totais.

Se a sua empresa se encontra nesse nível de endividamento, é necessário replanejar sua organização financeira para o próximo ano. A maioria das dívidas contraídas pelas empresas é por conta de multas ou má administração, o que demonstra, através de número reais, que chegou a hora de começar a fazer mudanças.

Contratar uma empresa que organize a gestão fiscal, com certeza, contribuirá para um melhor desempenho financeiro no seu negócio.

Para obter cada vez melhores resultados e mais eficiência, você deverá ter relatórios gerenciais claros e precisos para a melhor tomada de decisão do momento.

 A contabilidade também deve estar preparada para poder analisar os milhares de documentos que você deve armazenar em gavetas ou na nuvem, o que pode ocasionar um “eventual atraso” na análise de dados. 

A informação deve ser tempestiva. De nada adianta receber um relatório com informações de um ano atrás. Tempo é dinheiro e informação é conhecimento. Tenha uma equipe que te forneça a informação necessária no tempo ideal.

2. Abusar do planejamento e utilizar-se de mecanismos legais 

Muitas vezes, a empresa abusa dos instrumentos legais para elaborar o planejamento tributário. 

Fazendo isso de forma abusiva e evasiva, muito embora não seja ilícito, sem incorrer em fraude, o Fisco pode entender que esse planejamento foi evasivo, de forma que desconstitui o fato gerador desses elementos. 

Este pode ser o maior passivo oculto que sua empresa pode ter, uma vez que, se o Fisco entender que realmente ocorreu a evasão, poderá lavrar multas e taxar impostos que julgarem necessários. Não deixe que isso aconteça. Isto pode levar sua operação à falência. 

3. Confundir planejamento com custo

Achar que o planejamento é um ônus não é verdade, pelo contrário. Planejamento tributário não é uma despesa! É um bônus. Uma vantagem competitiva para sua empresa. Um verdadeiro diferencial.

Investir em planejamento não significa ter maiores gastos, mas é a possibilidade de descobrir meios legais para pagar menos impostos e garantir uma vida financeira saudável.

A partir do momento em que a carga tributária é reduzida, a empresa consegue trabalhar melhor seu preço de venda, melhorar sua margem e tomar decisões diferentes e inovadoras que, por certa vez, alguns players de mercado e concorrentes não conseguiriam, pelo simples fato do peso da tributação em sua operação.

4. Planejamento fracionado ou segmentado 

É um erro considerar apenas uma parte dos tributos, ou de forma isolada, e não a carga tributária total. 

Portanto, o mais indicado é ter todos os tributos e suas derivações mapeados e identificados. Todas as possibilidades de sua operação precisam estar detalhadas e alinhadas com as estratégias tributárias, afinal de contas, temos a maior carga tributária da América Latina e uma das maiores do mundo

5. Não monitorar os resultados do planejamento

Definir e aplicar a estratégia não é o último passo para o sucesso do planejamento. Muito pelo contrário. É apenas o começo de uma longa jornada. 

Ainda haverá todo um trabalho de acompanhamento e mensuração do efetivo resultado de toda a estratégia traçada. Aqui, é preciso que a equipe responsável pela elaboração também esteja apta a monitorar todos os processos para efetivação e continuidade do planejamento.

Nesse contexto, todas as questões legislativas devem ser avaliadas periodicamente, para não haver surpresas.  

O planejamento nunca será estático. As leis e obrigações mudam frequentemente. Ou seja, você precisa estar sempre monitorando e reavaliando a estratégia traçada para se beneficiar sempre – ou, ao menos, não se prejudicar.

6. Não projetar o crescimento real da sua empresa

O crescimento que sua empresa pode ter  – ou a falta dele –  deve ser calculado com as melhores ferramentas disponíveis ao seu alcance, de forma a não cair em estimações e expectativas que possam fazer o seu planejamento tributário resultar em uma mudança que não tenha retorno e gere prejuízo.

Claro que projeção nunca é algo 100% concreto. Por este motivo, o mais indicado é trabalhar com, ao menos, três cenários de projeção: o pessimista, o comum/normal e o otimista. E trabalhe com as probabilidades de concretização dos cenários, avaliando qual apresenta maior probabilidade de  se concretizar.

7. Tentar liquidar as dívidas tributárias de uma única 

Frequentemente, o Governo disponibiliza novas possibilidades para que os contribuintes possam realizar os pagamentos de pendências fiscais, pois, para o governo, convém que sejam realizados de alguma forma, mesmo que parcelado, de maneira que as empresas não corram o risco de fechar.

Utilizar o caixa disponível da sua empresa para quitar dívidas tributárias ao invés de investir e na operação do seu negócio pode ser muito custoso. Esta é uma questão que exige muita cautela para que não seja tomada nenhuma decisão precipitada que vá descapitalizar sua empresa.

Atualmente, existe a possibilidade de fazer o parcelamento das dívidas, inclusive pela internet, através do site da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o que permite enfrentar as responsabilidades fiscais sem correr o risco de falência.

Esteja atento ao Planejamento Tributário da sua empresa 

A empresa que não observar esses 7 itens, estará mascarando um resultado financeiro ruim. 

Além disso, o sinal de alerta para o gestor é que ele pode até acreditar que estar em conformidade com o Fisco, mas, na verdade, está perdendo valor de caixa e, provavelmente, não terá um resultado eficiente. 

Outro aspecto importante é a possibilidade  de a empresa ficar totalmente desprotegida e vulnerável a riscos.

Por outro lado, quem estiver atento e conseguir ficar longe desses desvios, terá como maior benefício a otimização dos custos.

A economia gerada por meio de uma gestão eficiente de tributos permite a empresa investir em suas operações estratégicas.

Por fim, engana-se quem acredita que planejamento tributário é um olhar aguçado para a área fiscal. Na verdade, ele é parte fundamental da estratégia de negócio das empresas.

Nós da Segato somos apaixonados pela gestão contábil e fiscal voltada para planejamento tributário. Entre em contato conosco para maiores detalhes sobre o planejamento estratégico, redução de custos e crescimento da sua empresa e veja como podemos ajudar!

inteligência fiscal

O que é inteligência fiscal e por que utilizá-la em seu negócio?

A inteligência fiscal é uma atividade que pode ser muito benéfica para garantir o sucesso de uma empresa. Especialmente para aquelas que lidam com uma diversidade de cargas tributárias e, em meio a isso, precisam encontrar alternativas para reduzir seus custos.

Através da inteligência fiscal, é possível:

  • Avaliar melhor os dados;
  • Cumprir com suas obrigações;
  • Manter-se competitivo no mercado.

Mas afinal, o que é inteligência fiscal? E mais: será que ela é adequada para o seu negócio? Continue a leitura e descubra!

O que é inteligência fiscal? 

É um conjunto de ações que facilita o trabalho de obtenção, avaliação, divulgação e proteção das informações e dados empresariais.

Considerada uma ferramenta de gestão, ela também agrega valor ao negócio e oferece boas oportunidades. Isso porque a inteligência fiscal reduz os riscos de haver prescrição dos créditos tributários, além de proporcionar mais clareza, objetividade e inovação aos processos.

Ela também é uma ótima estratégia para evitar a autuação fiscal. Afinal, a Receita Federal conta hoje com processos extremamente informatizados e uma fiscalização mais eficiente, que usa o cruzamento de algoritmos para detecção de fraudes.

Logo, essas ações possuem um teor preventivo, pois ajustam os processos e controles internos de acordo com a lei,  protegendo sua empresa de multas que podem chegar a quebrar o negócio.

Devo utilizar a inteligência fiscal? 

Implantar essa prática pode oferecer diversos benefícios para o setor fiscal de uma empresa

O principal deles é a redução dos custos com impostos, tendo em vista que a inteligência fiscal permite adotar um planejamento tributário, identificando falhas e oportunidades previamente.

Outros pontos positivos que ela oferece são:

  • Diminuição das chances de autuação por erro na declaração dos impostos junto à Receita Federal;
  • Elevação da vantagem competitiva, uma vez que estará seguindo os mesmos critérios exigidos das demais empresas do seu porte e segmento;
  • Elaboração de estratégias fiscais mais direcionadas e eficientes;
  • Maior segurança na tomada de decisão;
  • Garantia da compliance.

Para que ela seja colocada em prática, é preciso contar com um software que automatize essas ações. Caso contrário, todos os dados teriam que ser registrados e consultados de forma manual pelos colaboradores utilizando um ERP.

Para algumas empresas, essa necessidade de contar com uma ferramenta mais robusta e moderna pode ser visto como desvantagem, pois ela demanda um grande investimento inicial.

Em contrapartida, pensando a longo prazo, o investimento é baixo se comparado com os benefícios que a inteligência fiscal pode oferecer.

Conte com uma assessoria para tornar o processo mais eficiente!

A inteligência fiscal é um conjunto de ações que permite uma melhor organização e seguimento das obrigações legais das empresas. Ao evitar custos desnecessários, aumenta a competitividade do negócio, permitindo melhorar processos visando obter melhores resultados.

Caso você tenha dúvidas sobre como colocar em prática a inteligência fiscal na sua empresa, a Segato Contabilidade fornece uma assessoria contábil completa e pode ser uma ótima opção para sua empresa!

Afinal,  nós contamos com profissionais especializados no assunto, que podem dar dicas muito úteis para melhorar suas ações fiscais, e oferecemos um planejamento customizado e formatado para a sua realidade.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas para entender como a Inteligência Fiscal vai colocar sua empresa em outro nível! E se você quiser saber mais sobre contabilidade, continue na nossa Central Educativa!

auditoria fiscal e tributária

Auditoria Fiscal e Tributária: por que sua empresa precisa dela?

A carga tributária representa um dos principais custos das empresas no Brasil. A quantidade de tributos somada às frequentes alterações e à complexidade da legislação fiscal transformar o país em um intrincado labirinto, o que reforça a necessidade de um atento e criterioso planejamento tributário. E ainda, no meio de todo esse labirinto, as empresas acabam pagando impostos indevidos.

É preciso, portanto, não só definir uma estratégia precisa para proteger e blindar sua empresa perante ao fisco, mas também utilizar-se desta questão para que, dentro da legalidade, seja possível se beneficiar com opções tributárias que reduzirão a pesada carga e trarão resultados econômicos para a empresa.

Por que realizar uma auditoria tributária?

A auditoria tributária, também chamada de auditoria fiscal, tem como objetivo principal analisar se todas as obrigações tributárias estão sendo seguidas de forma correta pela empresa. 

De forma simples e direta, pode-se dizer que a auditoria tributária proporcionará ao empresário e diretores um parecer e uma posição sobre as práticas adotadas pela empresa. O objetivo da auditoria tributária é examinar e avaliar a eficiência e a eficácia dos procedimentos e controles adotados para a operação, o pagamento e a recuperação de impostos e qualquer outro ônus de natureza fiscal e/ou tributária que incida sobre as operações da empresa.

Dessa forma, a auditoria tributária serve para assegurar às pessoas interessadas de que a empresa está em conformidade e analisar se há melhores caminhos ou práticas – tanto para a proteção da empresa perante ao fisco, quanto para o melhor planejamento tributário.

Por que minha empresa deveria realizar uma auditoria tributária?

Simplesmente pelo fato de que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% das empresas no Brasil pagam impostos indevidamente – ou deixam de entregar suas obrigações acessórias da forma correta.

No competitivo mundo empresarial, em que cada empresa busca de alguma forma obter diferenciais para ter êxito em seus negócios e atingir os resultados esperados, as informações geradas pela contabilidade são uma possibilidade de encontrar a diferenciação e oferece estratégias inovadoras e de impacto no dia a dia de sua empresa.

Nesse sentido, as empresas, de qualquer porte ou segmento, devem buscar o auxílio da auditoria, a fim de identificar possíveis contingências nos registros contábeis que estejam inviabilizando a continuidade e o crescimento dos negócios.

As 4 principais vantagens de se realizar uma auditoria tributária

1. Controle interno

A auditoria tributária deve, acima de tudo, ser vista como uma ferramenta de controle interno. É responsabilidade do gestor ter consciência e controle das obrigações fiscais e tributárias da empresa, e somente por meio da auditoria, será realmente capaz de responder pela segurança e proteção do negócio – ou seja, se a empresa está em compliance tributário.

2. Recuperação de impostos

Por descuido da gestão tributária ou falta de informação, muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deviam. Como mencionado no tópico anterior, cerca de 95% das empresas pagam impostos de forma indevida. No entanto, esses impostos pagos indevidamente podem ser recuperados. Para isso acontecer, é preciso que a auditoria identifique e rastreie esses valores para que seja possível reavê-los.

3. Riscos tributários

Com a análise da auditoria, a possibilidade de consulta e um planejamento consistente e profissional, você elimina da sua empresa a vulnerabilidade aos riscos de passivos tributários, que podem causar transtornos e impedir a continuidade da empresa.

4. Controle de processos legais

A empresa poderá ter melhor conhecimento do andamento de processos legais e entender como lidar com esses processos para que eles tenham um encaminhamento adequado e não causem mais problemas.

De forma resumida, a auditoria tributária é uma das principais formas de organizar o planejamento da sua empresa. Se você quer se manter atualizado quanto às principais ferramentas que podem ajudá-lo, entre em contato com nossos consultores. A Segato tem vasta expertise na área de Auditoria, principalmente voltada à parte fiscal-tributária.

Faça auditoria fiscal e tributária!

A auditoria fiscal e tributária é uma excelente ferramenta de controle interno, a qual possibilita ainda que impostos indevidamente pagos sejam revisados, a fim de tomar as devidas providências. 

Além da análise de riscos e controle de processos legais essa auditoria verifica se todas as obrigações tributárias estão sendo cumpridas de forma adequada pela empresa.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que tornam a auditoria fiscal e tributária tão importante no cenário empresarial,  não deixe para buscar realizá-la depois. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas sobre essa auditoria.

riscos tributários

Como Proteger sua Empresa dos Riscos Tributários?

Quem já trabalha com aspectos relacionados à gestão e operação corporativa sabe bem como a legislação fiscal pode ser complexa e burocrática. Além disso, todo negócio envolve riscos. 

Portanto, adotar uma postura para mitigar riscos tributários é algo indispensável para o fluxo das atividades em qualquer empresa, de qualquer porte.

A alta e complexa carga tributária do Brasil dificulta a gestão das empresas. 

A prova de tudo isso é que, além do próprio pagamento dos impostos, o contribuinte precisa atender a diversas obrigações acessórias, desde as mais tradicionais, como a escrituração de registros contábeis, até as mais complexas, como as declarações eletrônicas dos SPED’s (Sistema Público de Escrituração Digital).

Em todos os casos, a gestão tributária precisa ser prioridade para os gestores, pois, quando feita de forma ineficiente, pode prejudicar a operação de uma empresa. 

Grandes empresas já faliram por não atribuir a devida importância ao cumprimento de suas obrigações fiscais.

Riscos tributários

Na prática, os riscos tributários estão relacionados a todos os processos internos de uma empresa que são executados em desconformidade com o que determina a legislação tributária. Ou seja, é a atuação empresarial deficiente, em que não se dá a devida atenção ao cumprimento correto das obrigações — sejam elas principais ou acessórias.

Na maioria dos casos, os riscos tributários se originam da falta de organização do contribuinte. A ausência de controle sobre as movimentações e a falta de documentação das atividades, por exemplo, figuram como causas comuns dos riscos. Isso pode criar diversos problemas, como pagamentos de imposto em valor menor, confusão operacional e superavaliação patrimonial, abrindo margem para que a fiscalização lavre autuações, multas e até ingresse com medidas judiciais contra o contribuinte.

Os principais riscos de uma gestão tributária ineficiente, na qual não há o controle, organização e expertise necessária, são:

  • Pagamento incorreto de tributos;
  • Falta de controle de pagamentos dos impostos;
  • Endividamento desnecessário;
  • Regime Tributário incorreto;

Entretanto, além dos riscos tributários advindos de falta de controle ou erros internos, é válido ter noção dos principais riscos tributários:

  • Distribuição disfarçada de lucro;
  • Confusão entre patrimônio pessoal e empresarial;
  • Desconsideração de operações;
  • Planejamento tributário abusivo e evasivo;
  • Sonegação fiscal;

Passivos fiscais e penalidades aplicadas

A multa e os juros são aplicáveis na maior parte dos casos em que ocorre atraso, falta de controle interno ou apresentação das declarações

Porém, as situações elencadas acima são passíveis de penalização bem mais severa pelo fisco, sobretudo quando o assunto é sonegação fiscal ou distribuição disfarçada de lucro

Nesse cenário, os riscos fiscais podem indicar desconsideração da personalidade jurídica da empresa, multa direta aos representantes e gestores e até mesmo criminalização das condutas – trazendo passivos ocultos de ordem tributária inimagináveis e incomensuráveis para a empresa.

Gerenciamento dos riscos

Por parte dos gestores da empresa, é imprescindível uma conduta conservadora diante de tantos riscos tributários. É necessária uma postura de proteção e acima de tudo de blindagem perante a situações como essa. 

O controle das demonstrações contábeis e dos demais registros fiscais devem sempre ser acompanhados de perto, de modo a garantir o nível de excelência, blindagem e proteção da companhia.

Os métodos para gerenciamento de riscos tributários são:

  • Planejamento tributário e auditoria fiscal recorrentes e frequentes.
  • Controle das provisões financeiras;
  • Atualização constante da legislação tributária;
  • Sistema tecnológico bem parametrizado;

Como se proteger dos Riscos e de Passivos Tributários?

A solução é terceirizar a contabilidade, contratando uma empresa especializada, a qual detém o aparato necessário e os profissionais preparados para gerir as questões tributárias da empresa, eliminando eventuais riscos a partir de uma contabilidade moderna e consultiva.

Este suporte, além disso, pode ser estendido para os casos em que a empresa busca um novo projeto, mas não entende como funciona a tributação nessas situações e cenário. Certamente, é uma garantia mais que necessária para a redução de custos e de riscos tributários.

E então, leitor? O que achou deste artigo? Entre em contato com a Segato e proteja 100% do seu patrimônio, mitigando os riscos e se livrando de passivos fiscais e tributários.

holding familiar

O que é uma holding familiar?

O termo “holding” vem do inglês “to hold”, que pode ser traduzido como manter. Trazendo para o mundo dos negócios, a palavra é utilizada para descrever uma organização criada para adquirir participações societárias em outras empresas – como cotista ou acionista.

Uma holding pode ser pura, visando unicamente ter participação em outras sociedades, ou mista, quando também existe objetivo operacional com fins lucrativos.

O holding familiar é um dos vários tipos de holding possíveis de serem criados. E é sobre ele que falaremos neste conteúdo. Boa leitura!

O que é uma holding familiar?

Trata-se de um conceito de entidade jurídico que foi criado para controlar o patrimônio de pessoas físicas que fazem parte de uma mesma família. Em outras palavras, é uma sociedade composta por membros da família responsável por gerenciar e administrar o patrimônio, seja participações em outras empresas, imóveis e diversos outros tipos de investimentos.

No momento em que a sociedade é constituída, todos os bens do grupo são integralizados no capital social da holding familiar. Depois disso, são criadas as ações ou quotas sociais, bem como as cláusulas restritivas para evitar que a empresa seja alienada e penhorada, por exemplo.

O principal objetivo da holding familiar é proteger e blindar os ativos já conquistados pela família, especialmente em caso de dívidas futuras e outros fatores que podem levar à perda do patrimônio.

As vantagens desse tipo de holding não param por aí. Falaremos mais sobre isso a seguir, confira!

Quais são os benefícios da holding familiar?

A holding familiar conta com 4 principais benefícios. São eles:

1. Planejamento financeiro

Ao concentrar o patrimônio da família, o objetivo é manter a harmonia nas finanças, bem como facilitar a gestão coletiva e delinear a participação de cada membro na sociedade. Com essas informações claras, é possível estabelecer uma política de investimentos e distribuição de lucros.

É preciso, porém, ter um planejamento orçamentário bem elaborado, especialmente quando há muitas pessoas envolvidas na holding familiar. Caso contrário, a saúde do negócio pode ficar prejudicada.

2. Planejamento tributário

Uma das principais vantagens da holding familiar é o fato de contar com incentivos fiscais através da redução da carga tributária. Isso ocorre porque o seu capital social é constituído pelos bens das pessoas físicas e participações societárias.

Uma vez que os tributos são menores, os lucros são maiores. Além disso, os valores divididos entre os sócios são isentos de Imposto de Renda – o que torna essa modalidade ainda mais lucrativa.

3. Perpetuação do patrimônio

Uma holding familiar, se operada adequadamente, conta com um conjunto de ações que defendem o patrimônio pessoal contra contingências externas.

Inclusive, ela conta com uma espécie de blindagem dos bens em caso de separação litigiosa, divórcio ou união estável em paralelo a casamentos formais.

4. Planejamento sucessório

Outra vantagem da holding familiar diz respeito à sucessão de bens, que é muito mais fácil e menos burocrática. Para isso, porém, é preciso que as regras estejam estabelecidas no contrato social.

As quotas ou ações podem ser doadas em favor dos sucessores com reserva de usufruto, por exemplo. Isso elimina a necessidade de inventário ou partilha – que, além de estressante, pode afetar o desenvolvimento da empresa.  

Será que vale a pena ter uma holding familiar?

Os benefícios desse tipo de holding são diversos, especialmente no que diz respeito à centralização do patrimônio familiar, facilitando a gestão coletiva. Na Segato, temos diversos cases de sucesso de famílias e empresários que concentraram seus patrimônios e investimentos em holdings e hoje desfrutam de otimização de recursos financeiros, segurança, proteção do patrimônio e melhor planejamento tributário visando a economia de impostos. 

Por se tratar de um assunto amplo e complexo, é necessário abordar outros aspectos importantes sobre ele em outros conteúdos aqui na nossa Central Educativa. Desta forma, você se sentirá mais seguro para aderir – ou não – a essa modalidade!

Aguarde nossas próximas publicações!

Lucro Real ou Lucro Presumido

Lucro Real ou Lucro Presumido? Entenda as diferenças

Antes mesmo de iniciar as atividades, qualquer empresa precisa avaliar qual regime tributário é mais apropriado para o seu negócio. Nesse cenário, é comum haver dúvidas entre Lucro Real ou Lucro Presumido. Afinal, eles apresentam algumas características parecidas.

É essencial conhecer as especificações de cada um para não pagar taxas e impostos a menos ou a mais e, assim, ter problemas no futuro.

Nesse artigo, apresentaremos as diferenças entre Lucro Real e Lucro Presumido para auxiliar na sua tomada de decisão. Boa leitura!

O que é Lucro Real?

Trata-se de um regime tributário em que os impostos são calculados em cima do valor do lucro líquido, ou seja, que resulta da diferença entre receita, custos e despesas. Ao optar por esse regime, a empresa terá o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) baseando-se no lucro efetivamente auferido.

Caso, por exemplo, a empresa apure prejuízos ao longo do ano, ficará dispensada do recolhimento desses tributos.

A cobrança pode ser mensal ou trimestral, ficando a encargo do empresário escolher a forma mais adequada.

  • A cobrança mensal ocorre quando a opção é pelo Lucro Real Anual. Neste caso, são realizados adiantamentos com base no faturamento mensal. Eventualmente, os valores pagos podem ser superiores aos tributos devidos, gerando créditos;
  • No pagamento trimestral, o IRPJ e a CSLL são calculados de acordo com o resultado apurado no final de cada trimestre civil, de forma isolada. Isso significa que serão realizadas quatro apurações definitivas ao longo do ano.

O primeiro passo para efetivar esse cálculo é ter a certeza de que o seu setor de contabilidade já calculou e chegou ao resultado do seu lucro líquido. Isso porque, como dissemos, é esse valor que vai servir como base para o cálculo, uma vez que dele serão descontados os valores dos impostos referentes.

O próximo passo é calcular o quanto, em valores, será descontado e destinado a cada impostos. Os valores são os seguintes:

  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ): 15% para o lucro apurado. Se o lucro apurado for maior que R$ 20.000,00 mensais, deve-se aplicar 10%, sobre o excedente.  

Ex:  A empresa XPTO obteve um lucro de R$ 80.000,00 no mês. 

A- Sobre o lucro, aplica-se 15% = R$ 12.000,00

B- Como o lucro do mês excedeu o valor de R$ 20.000,00, subtrai-se esta parcela do lucro. R$ 80.000,00 – R$ 20.000,00 = R$ 60.000,00. Sobre este valor aplica-se o adicional de 10%, R$ 60.000,00 x 10%, chegando a um valor de R$ 6.000,00.

C- Soma-se R$ 12.000,00 (A) com R$ 6.000,00 (B), chega-se a um valor total de R$ 18.000,00 de IRPJ a pagar no mês sobre o lucro.

  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): 9% sobre o lucro.

O cálculo do PIS e COFINS é feito sobre o regime não-cumulativo. No caso, a alíquota é de 9,25% sobre o faturamento e é possível descontar créditos calculados com base em fatores como:

  • Consumo de energia elétrica;
  • Valor dos insumos adquiridos e matéria-prima;
  • Depreciação de ativos.
  • Demais Custos ligados diretamente ao produto/serviço produzido, exceto folha de pagamento.

É claro que aqui estamos mostrando de maneira bem simplificada, mas, como sempre alertamos, este tipo de cálculo é muito importante para a sua empresa e deve ser feito pelo setor de contabilidade da mesma.

Nunca deixe de contar com um excelente contador, ainda mais no que se refere ao pagamento de impostos, pois o risco de multas e fiscalizações da Receita Federal e dos órgãos governamentais é elevado, ainda mais no regime de Lucro Real.

Devem ser enquadradas ao Lucro Real as empresas que tiveram receita bruta superior a R$ 78 milhões no ano anterior, assim como bancos e corretoras de título, que são obrigatórios, independentemente dos valores. Negócios com lucros lineares podem se beneficiar deste modelo.

O que é Lucro Presumido?

No regime de Lucro Presumido, a apuração do IRPJ e da CSLL é calculada em cima de uma margem de lucro pré-fixada pela legislação e conforme a atividade realizada pela empresa. 

Isso significa que o negócio fica dispensado do cálculo do lucro auferido, exceto em situações como:

  • Ganho de capital;
  • Ganhos com aplicações financeiras.

Para comércios e indústrias, o percentual de presunção é de 8% sobre a receita bruta, enquanto para atividades relacionadas a serviços, a margem chega a 32%.

A vantagem desse regime é que, mesmo que a empresa obtenha lucro maior, a presunção continuará sendo a mesma. Em contrapartida, caso ela seja inferior, não é possível reduzir a taxa cobrada.

Neste caso, o PIS e a COFINS são apurados pelo regime cumulativos dessas contribuições, sendo a alíquota total de 3,65% sobre o faturamento. O empresário fica vetado de abater créditos do valor, diferentemente do Lucro Real.

Afinal, qual é melhor: Lucro Real ou Lucro Presumido?

Depende do tipo de negócio e do lucro obtido. Logo, antes de escolher entre Lucro Real ou Lucro Presumido, é essencial fazer cálculos, levando em consideração os diversos tributos que incidem sobre o empresário, como:

  • IRPJ;
  • CSLL;
  • COFINS;
  • PIS:
  • IPI;
  • ISS;
  • ICMS;
  • INSS.

Além disso, é preciso pensar não somente na otimização financeira, mas fazer a escolha de acordo com as limitações legais de cada regime. Com isso, você tem a certeza de que estará dentro da lei e pagando o que é justo, e claro, com a máxima proteção do patrimônio de sua empresa.

Para saber qual o regime tributário mais adequado para a sua empresa, entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas!

assessoria contábil

Por que contratar uma assessoria contábil para minha empresa?

A palavra Assessoria tem origem no latim, da palavra Assessare, que significa “sentar ao lado de”. Ao longo da formação da língua portuguesa, o termo ficou mais ligado ao ato de auxiliar algo ou alguém.

Pensando na origem, fica claro que qualquer serviço de assessoria tem como finalidade ajudar uma empresa ou profissional com determinada tarefa. No caso da assessoria contábil, a demanda é ligada a:

  • Números e indicadores de desempenho;
  • Questões fiscais;
  • Balanços de receita e despesas;
  • Demonstrativos financeiros.
  • Questões trabalhistas;
  • Proteção Societária;

A prestação do serviço de assessoria contábil é algo que requer especialização e experiência. Por isso, os encarregados dessa tarefa costumam ser formados na área de contabilidade, administração de empresas e economia. 

O objetivo principal é auxiliar as empresas, “sentar ao lado” da equipe do financeiro e trabalhar para que ela possa operar no mercado com suas demandas de finanças em ordem.

Contabilidade é assunto sério, especialmente para manter a saúde financeira corporativa em dia. Por isso, muitas empresas optam pela contratação de uma assessoria contábil para atuar com plena consciência da situação econômica da instituição. 

No artigo de hoje você vai entender mais sobre o papel dos assessores contábeis e por que as empresas devem contar com esse tipo de serviço. Confira!

O que é uma assessoria contábil?

A assessoria contábil atua em diferentes frentes, sendo bastante focada no cumprimento das obrigações fiscais e tributárias de uma instituição. 

As empresas contábeis e seus profissionais atuam cumprindo um papel importante, que é de auxiliar no controle e conhecimento das movimentações financeiras e na tomada de decisões estratégicas envolvendo este universo. 

De forma simples, podemos dizer que o papel dos contadores é analisar, identificar e controlar todas as questões que envolvem as finanças empresariais. 

A assessoria contábil fica responsável pela análise e compilação de dados para entregar aos gestores um panorama completo sobre a situação financeira da empresa.

Esse serviço acaba servindo como uma espécie de tradução, ou seja, as informações captadas são entregues aos gestores em uma linguagem mais clara e objetiva. Isso tem o propósito de facilitar a compreensão do cenário financeiro e auxiliar na tomada das melhores decisões.

E além disso, serve também como DOUBLE-CHECK para o gestor responsável pela instituição. Uma vez que a assessoria valida e checa tudo o que é produzido internamente, com a segurança e a proteção de um profissional experiente nas mais áreas.

Por quê é necessário tanto cuidado com a contabilidade?

A assessoria contábil não presta serviços apenas para auxiliar a empresa, mas sim para que ela possa cumprir com obrigações previstas em lei. 

Dentro do Código Civil está determinado que os empresários e sociedades anônimas são obrigados a seguir um sistema de contabilidade. É com base nessas informações que são determinados fatores como impostos e regime de atuação da empresa. 

Por se tratar de um assunto complexo e que necessita de conhecimento técnico, as empresas devem olhar para a assessoria contábil como um serviço necessário, tanto para sua saúde financeira quanto para respeitar as leis.

O que faz a assessoria contábil?

Sua função é dar suporte para as atividades empresariais e entregar inteligência para lidar com algo que causa calafrios nos gestores: a burocracia.

De acordo com o Banco Mundial, o Brasil é o país mais burocrático do mundo. A FENACON (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis) estima que as instituições brasileiras gastam cerca de 2 mil horas e 60 bilhões de reais apenas com a burocracia tributária. O Brasil impõe às empresas:

  1. 63 tributos;
  2. 97 obrigações acessórias;
  3. 3790 normas na planilha de impostos.

São tantos dados que, geralmente, os contadores acabam conhecendo mais sobre as questões financeiras e contábeis de uma empresa que seus próprios gestores.

Quais são os serviços prestados?

Assessoria fiscal

Auxílio para administrar todos os impostos que uma empresa deve pagar. Existem diversos detalhes envolvendo os tributos empresariais. Um bom exemplo é o ICMS, que possui alíquotas diferenciadas em cada estado e diversas faixas tarifárias (que variam de acordo com a atividade da empresa e seus produtos/serviços).

Além do recolhimento de impostos, a assessoria contábil dá uma força para outras demandas importantes, como emissão de notas fiscais.

A assessoria contábil pode interferir até na área de TI, já que muitas ferramentas digitais facilitam a captação de dados fundamentais para dimensionar corretamente os parâmetros das operações fiscais. 

Alterações contratuais

Mudar contratos é algo que pode envolver bastante burocracia. Por isso, a assessoria de contabilidade cuida desses detalhes para a empresa certificar-se de que todas as mudanças que envolvem o aspecto contábil estão em conformidade.

Esse tipo de serviço é muito utilizado quando há:

  • Inclusão de sócios;
  • Alterações de capital;
  • Mudança no objeto social da empresa;
  • Alteração de endereço. 

Produção e averiguação de documentos contábeis

Quem trabalha com administração empresarial com certeza já ouviu falar nos famosos balanços financeiros e documentos de contabilidade.

Os balanços são documentos produzidos anualmente. Neles estão contidas as informações vitais sobre a situação financeira da empresa, as variações de patrimônio e os resultados obtidos durante o ano-calendário. 

É com base nessas informações que são executadas as principais tomadas de decisão dos gestores, por isso, eles devem ser extremamente precisos.

Além dos balanços, outros documentos e demonstrativos contábeis que pertencem ao universo empresarial são manejados pela assessoria contábil, dentre eles estão:

  • Livro diário;
  • Composição de saldo das contas;
  • Conciliações bancárias.
  • Atender às normas de Contabilidade – CPC’s
  • Atender à Receita Federal e o Regulamento do Imposto de Renda

Abertura e legalização de empresas

Tudo que é necessário para abrir uma empresa e deixá-la em conformidade com a lei também é da competência da assessoria contábil.

Com base nas informações fornecidas pelos empreendedores, a equipe de contabilidade consegue encontrar a categoria tributária ideal para a empresa que está surgindo. 

Além dessa definição, a assessoria se encarrega de registrar o contrato social e adequar as informações junto aos órgãos federais, estaduais e municipais. 

Folha de pagamento

Todas as questões envolvendo as políticas de remuneração e obrigações trabalhistas ficam sob a tutela dos contadores. Destacam-se os seguintes pontos:

  1. Administração da folha de pagamento;
  2. Cálculos para desligamento de funcionários;
  3. Distribuição dos lucros;
  4. Cálculos de 13º e férias;
  5. Pró-labore.

Quando contratar uma assessoria contábil?

A melhor resposta para a pergunta é: sempre! Como você pôde observar, a assessoria contábil é necessária antes mesmo de uma empresa abrir suas portas. Sendo assim, é fundamental refletir sobre como esse serviço é importante, não deixando para contar com ele apenas quando a situação fiscal da empresa está em desordem.

A assessoria contábil fornece informações vitais para a tomada de decisões, para um melhor posicionamento estratégico e financeiro da empresa.

Se você é administrador de uma empresa e tem receio até de pensar em contabilidade, saiba que existem equipes preparadas para tornar essa tarefa simples e certeira!

terceirizar contabilidade

Vale a pena terceirizar a contabilidade da minha empresa?

O contador é um profissional essencial para empresas de qualquer porte e segmento. Ele cuida das questões burocráticas e legais que, se mal administrados, podem gerar prejuízos ao negócio.

Atualmente, terceirizar o serviço de contabilidade é visto como uma alternativa mais econômica e eficiente. Isso porque manter profissionais especializados e oferecer toda a infraestrutura que necessitam para atuar pode ser complicado e oneroso.

Através da terceirização, é possível contar com todos os serviços necessários para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e uma rígida fiscalização tributária. E o melhor, com qualidade e sem vínculo empregatício, contando com um time de especialistas trabalhando 24h e atualizando-se constantemente a fim de entregar e garantir as melhores práticas, informações, hábitos, leis e etc.

Quer saber se vale a pena terceirizar a contabilidade da sua empresa? Continue a leitura e descubra!

O que é terceirização contábil?

Terceirizar a contabilidade significa que, ao invés da empresa contar com um departamento contábil interno, outra pessoa ou escritório passa a ter esse compromisso. O tipo de contratação costuma ser como prestador de serviço e as partes acertam entre si quais as tarefas que precisam ser desempenhadas.

Um dos diferenciais de contar com uma assessoria especializada no assunto é que o serviço disponibilizado é mais atualizado e de qualidade. Afinal, os profissionais terceirizados estão em constante aperfeiçoamento, a fim de garantir que essa parceria seja a mais saudável e eficiente possível.

Um escritório de contabilidade pode oferecer diversos serviços ou segmentar sua atuação, especializando-se em determinado nicho do mercado. De maneira geral, pode operar em 5 principais áreas, sendo que cada uma possui tarefas específicas:

1. Fiscal

Oferece soluções para realizar atendimento das obrigações vinculadas ao fisco, como:

  • Classificação e escrituração de documentos;
  • Elaboração de balancete mensal, balanço patrimonial e mapas de depreciação e amortização;
  • Cálculos de impostos e elaboração de guias de recolhimento;
  • Escrituração do livro de apuração do Lucro Real (LALUR).

2. Gerencial

Essa área tem como foco apresentar resultados a controladores, investidores, diretores e alta gerência. Para isso, elabora balanços patrimoniais consolidados e gera relatórios diversos.  

3. Departamento pessoal

Oferece soluções para garantir que todas as rotinas legais ligadas à folha de pagamento e aos colaboradores estejam adequadas. Incluindo questões como:

  • Benefícios;
  • Pró-labore;
  • Contribuição sindical;
  • Impostos e guias trabalhistas.

Além disso, sua gestão é focada no Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, conhecido como eSocial. Trata-se de uma ferramenta que diminui a burocracia, pois permite enviar um único documento contendo informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias para todos os órgão.

Com ela, há uma melhora na organização da empresa, mitigando eventuais passivos com multas dessas obrigações

4. Financeira

Tem como objetivo maximizar os resultados econômicos de uma empresa a partir do controle, análise e planejamento das suas movimentações financeiras.

5. Legal

É uma das partes mais importantes de terceirizar a contabilidade. Oferece assessoria completa em processos de regularização, garantindo o compliance empresarial perante os órgãos de controle.

Quando a terceirização é recomendada?

É importante levar em consideração alguns fatores para entender se terceirizar a contabilidade é uma boa opção ou não para a empresa

Um dos aspectos é o seu porte. Isso reflete na quantidade de processos internos que precisam ser ajustados. Quanto maior ela for, maiores serão os impostos e as questões trabalhistas, por exemplo.

No caso de haver filiais, a terceirização permite um maior controle das unidades. Isso porque cada uma pode ter suas particularidades, principalmente quando estiverem em estados ou países diferentes. Logo, é preciso contar com uma assessoria especializada, que fique atenta a todos esses detalhes.

Outros fatores que devem ser levados em consideração são:

  • Complexidade do negócio;
  • Quantidade de processos envolvidos no planejamento;
  • Rotina e fluxo financeiro;
  • Tributações envolvidas.

As vantagens e os desafios de terceirizar a contabilidade

Vantagens

A terceirização desse serviço proporciona uma redução de custos expressiva. Isso porque a empresa não precisa manter um setor ou profissional específico e arcar com custos como estrutura, salário e demais encargos.

Inclusive, algumas empresas oferecem a opção de contratação por demanda. Isso possibilita que, nos momentos de baixa, não haja gastos desnecessários ao negócio.

A atualização constante é outra vantagem. Não que um profissional interno não faça isso, mas para o terceirizado, isso é uma obrigação. Logo, ele está sempre antenado a qualquer mudança de lei e tributos.

A experiência para lidar com diferentes situações também é essencial. Como, geralmente, os escritórios atendem empresas de variados segmentos, eles acabam vivenciando diversos tipos de situações.

Desafios

Para as empresas, o principal desafio é o de disponibilizar informações sigilosas para pessoas de fora. Alguns empresários preferem manter esses dados internamente e, por isso, acabam preferindo gastar mais e manter uma equipe própria.

Outro desafio é em relação à empresa terceirizada. Isso porque os especialistas ainda têm tendência a preferir uma atuação dentro da organização. Um dos motivos é a questão da renda variável, ou seja, a remuneração não é fixa, mas sim de acordo com os serviços realizados. Junto a isso, precisam estar sempre se atualizando – justamente para garantir os benefícios para a contratante.

Como escolher uma assessoria contábil?

Para garantir que o serviço de contabilidade será prestado com excelência, é importante avaliar com cautela a empresa ou profissional contratado.

A primeira coisa a ser levada em consideração é que não se deve optar pela terceirização somente por causa do custo, mas sim visando melhoria de qualidade e precisão dos dados empresariais.

Logo, pesquise a idoneidade do escritório contábil e a sua capacidade em atender às crescentes demandas referentes às obrigações legais, tributárias e trabalhistas. Leve em consideração a sua estrutura e a preocupação em manter seus profissionais sempre atualizados.

Por exemplo, a Segato está há 30 anos no mercado e é considerado um dos 10 melhores escritórios de contabilidade do país. Já ajudou 2300 empreendedores a começarem seus negócio e recuperou 135 milhões de reais em impostos.

Outra dica importante para escolher uma assessoria contábil é checar no Conselho Regional de Contabilidade se ela está devidamente registrada e em dia com suas obrigações.

Terceirize a contabilidade da sua empresa com segurança!

Antes de optar pela terceirização, lembre-se de avaliar a real necessidade da sua empresa e de pesquisar os diversos escritórios disponíveis do mercado. A contratação equivocada pode gerar diversos prejuízos para o negócio – sejam financeiros ou legais.

Se você deseja terceirizar a contabilidade da sua empresa com segurança, entre em contato com a Segato. Além de atuar há 30 anos no mercado, ela foi classificada entre os 10 melhores escritórios de contabilidade do Brasil.

Business concept : Businessmen are analyzing data to finish new business plan in the office,He uses a calculator and pen to write on the graph.

Entenda o que é o planejamento tributário e qual a sua importância

Um bom empreendedor preocupado com o futuro do negócio está sempre preparado para organizar as contas e ficar em compliance (conformidade) fiscal. Caso contrário, corre o risco de cair nas penalizações do fisco. Por isso, o planejamento tributário é tão importante. 

Entretanto, como o sistema de tributos nacional é complexo, nem todas as empresas sabem ao que devem ficar atentas no momento de planejamento e quais os cuidados devem ser tomados para estar em conformidade com as leis fiscais brasileiras. Mas o que é o planejamento tributário e por que ele é tão importante? Confira essas e outras informações no artigo a seguir.

O que é o planejamento tributário 

Antes de entendermos sobre o que é o planejamento tributário, é fundamental saber o que é e como funciona a tributação. Trata-se da aplicação de tributos pelos governos, seja sobre a renda, sobre o consumo ou sobre o patrimônio das pessoas físicas ou jurídicas. 

No Brasil, existem três tipos de regimes tributário:

  • Simples Nacional: as alíquotas são menores que os outros, a administração tributária é mais simplificada, com a facilidade da arrecadação ser feita por meio do pagamento de uma única guia. Além disso, é a primeira opção que os empresários costumam procurar.
  • Lucro Presumido: este regime tributário é para empresas com o lucro superior a 32% do faturamento bruto. Além disso, é muito utilizado por prestadores de serviço, como médicos, dentistas, economistas, entre outros. 
  • Lucro real: trata-se da modalidade praticada pelas empresas de porte maior. Neste tipo de regime, a empresa paga o IR e a contribuição social sobre a diferença positiva entre receita da venda e os gastos operacionais em determinado período.

Toda empresa precisa pagar impostos, independente da área de atuação. O planejamento tributário existe justamente para auxiliar nessa tarefa. Em síntese, trata-se de uma ferramenta contábil que auxilia a pagar impostos e encontrar maneiras para otimizar a carga de tributos, estando em compliance

Entretanto, um gestor que planeja suas ações tem muito mais chances de obter resultados positivos. Assim como um gerenciamento de estoque ou de tempo se faz necessário, a gestão das questões fiscais tem tanta ou maior importância quanto. No entanto, tem dois tipos de planejamento tributário: operacional e estratégico.

O operacional consiste em utilizar procedimentos prescritos por lei dentro de um negócio, visando o cumprimento das obrigações fiscais. Do mesmo modo, ele atende às normas vigentes. Aliás, a redução dos tributos se gera através da antecipação do pagamento.

Por outro lado, o planejamento tributário estratégico tem como objetivo a projeção do futuro do negócio e contribui para a definição da visão, missão e valores. Ou seja, os propósitos são definidos pensando nos benefícios a longo prazo.

Como fazer o planejamento tributário?

Devido à complexidade das leis brasileiras e às cargas tributárias altíssimas, o planejamento tributário acaba sendo complicado também. Para que ele seja feito de forma eficiente, é fundamental que a empresa conte com a ajuda de um contador especializado.

Quanto maior for a empresa e mais complexa a sua atividade, mais trabalho o contador terá. Além disso, para atribuir eficiência ao controle tributário e fiscal de uma organização, é fundamental conhecer as regras tributárias que estão vigentes e são aplicáveis.

Por isso, terceirizar o processo pode ser uma alternativa que poupa dor de cabeça na hora de planejar. Essa não é apenas uma tendência, mas uma prática que já vem sendo realizada e está se tornando cada vez mais forte devido a todas as vantagens que traz para as empresas que a adotam.

Certamente, ao contratar um serviço terceirizado com uma contabilidade, é necessário que a empresa tenha os objetivos bem alinhados com o profissional. Aliás, isso vai garantir que tudo seja bem esclarecido e que o serviço seja feito com ética e responsabilidade.

Em síntese, é feita uma análise detalhada para que seja escolhido o melhor formato tributário, já que a empresa pode escolher qual deseja seguir. Muitas vezes, a análise realizada beneficia-se de brechas encontradas na legislação, por isso é essencial o conhecimento aprofundado.

Por que o planejamento tributário é necessário?

Como já falamos anteriormente, o principal objetivo do planejamento tributário é gerenciar e administrar tributos, organizando os impostos para deixar tudo mais claro e garantir que a empresa pague tudo em dia, alcançando a otimização fiscal.

O planejamento tributário é importante pelo fato de que todo imposto sonegado resulta em multas altíssimas para a empresa. Além disso, o enquadramento da empresa é analisado periodicamente, garantindo a legalidade do negócio.

Em síntese, um planejamento tributário bem elaborado, permite a redução dos valores pagos em títulos tributários, o cumprimento de todas as normativas legais, a modificação da incidência do fato que ocasiona determinado tributo, e até mesmo o adiamento da quitação de obrigações tributárias, sem que incidam taxas sobre elas.

O que é otimização fiscal?

A otimização fiscal é o processo que permite reduzir os custos de impostos e melhorar a performance dos seus investimentos. Ou seja, trata-se de uma ferramenta utilizada para aproveitar o nível máximo dos benefícios fiscais permitidos pela legislação brasileira.

Não é qualquer um que pode tentar diminuir ou excluir um tributo. Qualquer dado errado ou divergências podem causar problemas em cadeia, comprometendo todos os processos, bem como a gestão da companhia. No entanto, é preciso conhecimento, pois se algo sair errado, as penalidades são rigorosas.

Conclusão

Podemos concluir que o planejamento tributário é muito importante para uma boa gestão da empresa. Entretanto, conhecer os tributos cobrados é o primeiro passo para não ser surpreendido evitando problemas fiscais. Principalmente, porque o sistema tributário no Brasil é muito complexo e exige várias obrigações dos contribuintes.

Muitas vezes, a forma como o negócio está estruturado pode gerar economia ou aumento da carga tributária e observar isso também é decisivo para a competitividade. Além disso, a ferramenta ajuda a empresa a projetar com mais acerto sua margem de lucro. 

Certamente se faz necessária uma análise das várias opções das modalidades de tributos federais, estaduais e municipais. E claro, de acordo com o porte, volume de negócios e situação econômica da empresa. 

tributação

Quais são os tipos de tributação existentes atualmente?

Além de ter em mãos todos os documentos necessários para se abrir uma empresa, é imprescindível ter conhecimento sobre tributação. Afinal, todas as organizações devem pagar taxas e impostos para que sejam consideradas legalmente aptas para atuar.

O regime tributário no Brasil é composto por tributos municipais, estaduais e federais. O valor que cada organização deverá pagar depende de diversos fatores, como:

  • Tamanho da empresa;
  • Lucro anual;
  • Segmento;
  • Quantidade de funcionários e sócios.

Para saber em qual dos tipos de tributação a sua empresa será enquadrada, explicamos cada uma delas e apresentamos suas vantagens e desvantagens. Confira!

Os 3 tipos de tributação e suas incidências

Atualmente, há 3 tipos de tributação de empresas. A escolha deve ser realizada durante o processo de abertura, mas isso não significa que não possa ser alterado ao longo dos anos. Conheça cada uma delas abaixo:

1 – Simples Nacional

O Simples Nacional foi criado em 2006 visando simplificar e unificar o pagamento de tributos. Segundo estimativas do Sebrae, o número de empresas optantes por esse tipo de tributação aumentou 364% de 2007 a 2016.

Considerado o tipo de tributação mais simples para empresas, ele oferece algumas vantagens, como:

  • Reúne em um único documento, chamado de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), as 8 taxas que devem ser pagas;
  • Possui alíquotas menores que os demais regimes;
  • É menos burocrático.

Para se enquadrar no Simples, é preciso ser microempreendedor individual (MEI), microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) e cumprir os seguintes requisitos financeiros:

  1. O MEI não pode ter faturamento anual acima de R$ 81 mil;
  2. Para ME, o teto é de R$ 360 mil por ano;
  3. O limite anual para a EPP é R$ 4,8 milhões.

2 – Lucro Real

Trata-se do regime tributário do Brasil em que os impostos são cobrados de acordo com o lucro real da empresa e eles incidem sobre o faturamento mensal ou trimestral, conforme preferência do empresário.

O enquadramento ao Lucro Real é obrigatório nos casos de bancos e corretoras de título e, ainda, caso a empresa tenha tido uma receita bruta superior a R$ 78 milhões no ano anterior.

Diferentemente do Simples Nacional, os tributos são cobrados individualmente, o que requer um maior cuidado das empresas para que algum não fique em aberto. Como o cálculo de cada taxa é baseado no lucro, esse regime é indicado para empresas que não tenham uma margem de lucro muito elevada, atuem no prejuízo ou, então, tenham custos elevados em serviços ou produtos.

3 – Lucro Presumido

Neste tipo de tributação, a incidência de impostos é baseada na estimativa de lucro da empresa e calculada conforme a atividade que é desempenhada. No caso, os impostos podem variar de 8% (indústria e comércio) a 32% (serviço).

Qualquer negócio que não é obrigado a aderir ao Lucro Real pode optar por esse regime, porém ele é mais vantajoso para as empresas que:

  • Apresentarem margem de lucro superior ao da presunção;
  • Tenham baixos custos operacionais;
  • Possuam folha de pagamento enxuta;
  • Não ultrapassem o faturamento de R$ 78 milhões.

Existe, porém, uma desvantagem que deve ser levada em consideração. Caso a empresa lucre menos do que a média das demais empresas que exercem a mesma atividade, ela deverá pagar um imposto em cima da alíquota pré-fixada (8%).

Para saber qual dos tipos de tributação a sua empresa deverá se enquadrar, é fundamental contar com a ajuda de uma empresa contábil ou um contador especializado. Assim, você tem a certeza de estar pagando as taxas mais justas e que estará sempre em dia com o fisco.

Precisando de ajuda? Entre em contato conosco e conte com quem entende realmente do assunto!

controle de riscos

Checklist: como fazer o controle de risco de forma eficiente

O controle de riscos está por trás de todas as decisões de uma empresa, independentemente do grau de relevância. Sendo assim, sua aplicação é muito comum ainda que involuntariamente.

Durante o planejamento de quaisquer ações, como investimentos, compras e outros, é de praxe fazer a previsão de seus efeitos a curto e longo prazo. Esse processo pode engajar uma equipe, departamento ou até todos os colaboradores.

No entanto, o gestor deve estar ciente de como se faz o gerenciamento de riscos. Apesar de serem aplicados sem querer, alguns equívocos podem ocorrer no caminho e comprometer o resultado final.

A seguir, saiba o que é o controle de riscos e seus benefícios, além de ter um guia completo para sua execução.

O que é controle de riscos?

É um conjunto de operações que tem como objetivo reduzir ou eliminar contratempos que possam acontecer no dia a dia corporativo.

São analisados os riscos relacionados à parte interna do negócio – principalmente na sua estrutura – e também os externos, quando o fator está vinculado a qualquer evento alheio à empresa. Tais condições podem ser uma nova tecnologia, item de legislação ou algo ligado a fornecedores ou clientes.

Ao fazer o controle de riscos, é possível também identificar tudo o que possa ter um efeito negativo abrupto. Sem a preparação necessária, sua resolução se torna mais difícil ou impossível.

Confira a seguir os itens que facilitam esse gerenciamento e ajudam qualquer empreendedor a desfrutar de todos os benefícios que a prática oferece.

Checklist

São cinco os itens a serem listados a seguir: análise qualitativa, quantitativa, planejamento de respostas, monitoramento e, para começar, identificação de riscos.

Identificação dos riscos

Para isso, é preciso antecipar o que pode afetar negativamente os negócios. Para que essa tarefa seja mais fácil, verifique todos os itens que levantam dúvidas variadas. Analise e identifique os riscos a partir daí.

Análise qualitativa

Após identificar os riscos, é importante também avaliar o seu grau de impacto e possibilidade de se tornar real. Nessa fase, o gestor pode classificar os itens que merecem ser tratados como prioridade.

Análise quantitativa

Esse tópico é semelhante ao anterior, mas as consequências dos riscos são analisadas com exatidão. Suas possibilidades devem ser dadas numericamente.

Planejamento de respostas

Com a identificação e análise, é possível fazer o controle de riscos de forma eficiente e, dessa maneira, verificar a melhor maneira de combatê-los. Um plano de ação deve ser traçado para cada um deles. Evidentemente, todas as ações devem ser plausíveis.

Monitoramento

Nessa etapa, há um acompanhamento de cada item identificado e analisado anteriormente. Relatórios e indicadores podem ajudar a todo o momento.

Ao longo deste texto, você conheceu um checklist que permite fazer o controle de riscos eficientemente. Leia os outros artigos e acompanhe o conteúdo novo do blog para ter mais dicas relevantes para o seu trabalho.

fluxo de caixa

10 formas para redução de custos nas empresas

A redução de custos nas empresas é importante para manter o equilíbrio financeiro, principalmente em tempos de crise econômica, bem como assegurar o crescimento da instituição, já que gastos desnecessários tendem a frear esse processo.

Sendo assim, confira agora algumas maneiras de garantir o sucesso do seu negócio a partir de custos moderados.

1.Materiais de escritório

Pode parecer irrelevante, mas os gastos com papel, fotocópias e impressões afetam a contabilidade ao final de cada mês. Ainda mais se considerarmos que muitos desses materiais vão parar no lixo.

Para reduzir os custos, é possível orientar os funcionários a utilizarem apenas o necessário, além de reaproveitar o material quando possível, como fazendo uso dos dois lados de uma folha, usando-a como rascunho. Outra dica é recorrer aos arquivos digitais e ferramentas colaborativas online de compartilhamento e assim evitar impressões desnecessárias.

2.Energia elétrica e água

Diminuir o consumo de água e energia é uma das principais atitudes para a redução de custos nas empresas. Isso pode ser alcançado com a substituição de lâmpadas incandescentes pelas de LED ou fluorescentes, por exemplo.

Lembrar-se de desligar impressoras e computadores nos intervalos e ao final do turno de cada usuário, também é uma dica de economia, assim como usar o ar-condicionado somente nos momentos mais críticos do dia.

Quanto a água, instalar torneiras temporizadas e descargas econômicas são ótimas maneiras de economizar.

redução de custos

Economizar água e energia elétrica é uma das soluções para a redução de custos nas empresas.

3. Telefonia e internet

Apesar de ser um custo fixo, há maneiras de diminuir esse gasto. É possível negociar planos corporativos econômicos entre as operadoras e escolher aquele que mais se adequa à empresa.

Os funcionários devem ser instruídos quanto ao uso de chamadas interurbanas e internacionais. Atualmente, aplicativos como WhatsApp, Skype e Viber têm sido uma alternativa perfeita para esses contatos.

4. Materiais descartáveis

Copos de água e café descartáveis, além de mexedores de acrílico, são itens que também pesam na contabilidade.

A ideia mais sensata é que cada funcionário possua sua própria caneca. Os descartáveis podem ser oferecidos apenas aos clientes e demais visitantes.

5. Estoque parado

O controle do estoque é mais uma iniciativa que contribui para a redução de custos nas empresas. Estoque parado gera prejuízo financeiro. Dependendo do produto, a perda pode ser ainda maior caso ele se deteriore com o tempo.

Assim, as compras devem ser planejadas de acordo com as vendas. Outra opção é adquirir algum software apropriado para controle de estoque.

6. Contratação e demissão de funcionários

Muitos custos são gerados em ambos os processos. Para manter o equilíbrio nas contas, analise se uma vaga aberta é de real necessidade ou ainda se a contratação de um terceiro ou autônomo não são alternativas mais econômicas.

No caso da demissão, veja se os custos de rescisão em relação à contratação de um novo colaborador é algo viável.

7. Equipamentos baratos

Tenha em mente que a redução de custos caminha lado a lado com bons investimentos. Portanto, adquirir equipamentos baratos pode ser sinônimo de perda de dinheiro. Afinal, a manutenção ou o conserto podem comprometer o orçamento da empresa.

Prefira instrumentos modernos e de qualidade. O gasto inicial poderá ser alto, mas evitará surpresas futuras. Para equipamentos de pouco uso, considere o aluguel.

8. Faça uma análise dos fornecedores

Se um fornecedor está com preço alto, faça a troca por outro que ofereça o mesmo serviço de qualidade por um valor melhor. Se esse não é o caminho desejado, tente ao menos uma redução nos preços.

É normal que as empresas trabalhem com certos fornecedores por muitos anos e deixem de acompanhar o preço cobrado pelos concorrentes. E isso é um erro.

9. Regime de tributação

O setor fiscal da empresa deve estar atento se o regime de tributação utilizado é mesmo o correto.

Em último caso, contrate uma consultoria especializada para fazer essa análise. Escolhas erradas irão gerar gastos altos e desnecessários.

10. Invista na educação dos funcionários

Educar os funcionários quanto aos desperdícios é imprescindível para ajudar na redução de custos nas empresas.

Ao explicar o motivo da necessidade de economizar material de escritório, diminuir o consumo de água e energia, além de utilizar aplicativos para telefonemas, eles saberão que tais atitudes são para o bem de todos.

Isso pode ser mostrado em apresentações de slides com gráficos reais que mostrem o que pode ser economizado em relação ao que foi gasto nos últimos meses e ano.

E se você tiver outras dicas quanto à redução de custos nas empresas, deixe aqui seus comentários e compartilhe conosco seus conhecimentos.