valuation o que é e por que é importante

Valuation: o que é e por que é importante?

Saber o valor da sua empresa é tão importante quanto o valor que ela gera para os seus clientes com as soluções que oferece. Nesse sentido, o Valuation é o seu melhor aliado.

Para esclarecer as dúvidas sobre o termo, trouxemos neste artigo informações sobre o que é e por que  o valuation é importante para o seu negócio.

O que é Valuation?

Muitas empresas não sabem o que significa, mas isso não é necessariamente um problema. Isso porque é justamente com o processo de valuation que você encontrará a resposta sobre quanto a sua empresa vale.

O termo em inglês valuation se refere à avaliação das empresas. É uma metodologia de cálculo financeiro que determina qual o valor justo de mercado de uma empresa.

No entanto, esse valor não é um cálculo exato, pois existem percepções diferentes diante do mercado. Outro ponto é que esses valores não representam apenas números, mas também o valor simbólico do seu negócio.

Ou seja, quanto vale a sua marca e quais são os seus bens imateriais

Além desses pontos, sua carteira de cliente, equipe de gestão, o seu relacionamento com os clientes e as tecnologias utilizadas também são fatores que influenciam no cálculo.

Portanto, saber quanto vale o seu negócio pode definir quais são os futuros possíveis do seu empreendimento em diversos aspectos.

Por que o Valuation é importante?

Na explicação do que é o valuation já deu para se medir alguns aspectos da sua importância. 

Contudo, trouxemos com mais detalhes o que deve ser considerado no momento de identificar o valor da sua empresa. Compreendê-lo, portanto, permitirá:

Conhecer melhor o seu negócio

O primeiro ponto é que, compreendendo o valor real do seu negócio, você pode reconhecer quais os aspectos que a valorizam e o que a fazem ter menos valor.

Com isso você pode qualificar as suas estratégias de curto e longo prazo com base nas suas deficiências e qualidades.

Ou seja, saber o seu valor permite uma visão clara do comportamento da empresa diante do mercado e mensurar as melhores práticas que aumentarão esse valor gradativamente.

Negociar melhor os investimentos ou a captação de recursos

Outro ponto crucial é que nenhum negócio é avaliado apenas pela sua contabilidade. Isso porque na hora de captar ou realizar investimentos, é preciso ter noção do que você tem a oferecer de prós e contras.

Com o valuation compreendido, você consegue calcular valores aproximados do fluxo de caixa, estabelecer taxas de descontos ou mesmo identificar quais são os riscos da empresa.

Por isso, sabendo do valuation da sua empresa, você consegue negociar a participação societária dos seus investidores da forma mais justa possível.

Qual o seu valor?

Saber responder esta pergunta, como você pôde ver, pode definir os próximos passos que você pode dar ou barrar o seu crescimento.

Por isso, tenha em mente que identificar e definir os valores gerados pelo seu negócio é essencial para se manter competitivo e garantir um futuro rentável e seguro.

Faça o Valuation da sua empresa com a Segato! Entre em contato com nossos especialistas e entenda como podemos ajudar! 

lucro presumido desvantagens

Quais as desvantagens em optar pelo Lucro Presumido?

O Lucro Presumido é um dos principais tipos de regime tributário utilizados pelas empresas no Brasil. Ele costuma ser vantajoso para muitos empreendimentos, por ser mais simples e menos burocrático que outros sistemas como o Lucro Real, mas é importante saber que ele também tem algumas desvantagens.

Conhecer bem o funcionamento do regime tributário e como ele impacta os seus negócios é fundamental para que a escolha seja a mais estratégica e vantajosa possível.

Por isso, vamos explicar, neste artigo, as principais características do Lucro Presumido e alguns de seus pontos negativos. Entenda a seguir!

O que é Lucro Presumido?

O Lucro Presumido é um regime tributário simplificado para a apuração dos impostos IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), que ocorre trimestralmente, no último dia dos meses de março, junho, setembro e dezembro.

Como o próprio nome já sugere, no Lucro Presumido a base de cálculo dos impostos é feita a partir de uma presunção do lucro da empresa, e não do lucro real. Ou seja, a Receita Federal faz uma estimativa do lucro conforme as características do negócio.

Para encontrar esse valor presumido, a base de cálculo é feita de acordo com a atividade exercida pela empresa, de modo que as alíquotas podem variar de 8 % até 32% sobre a receita bruta.

O enquadramento no Lucro Presumido é permitido para empresas com faturamento anual de até R$78 milhões. Algumas atividades que podem optar por esse regime são: serviços hospitalares, construção civil, profissionais liberais, indústrias, comércios varejistas e atacadistas, entre outras.

Vale reforçar que as regras do Lucro Presumido se aplicam apenas à apuração do IRPJ e da CSLL, mas as empresas devem recolher os demais impostos, como PIS, Cofins, ICMS e ISS.

Quais as desvantagens desse regime?

Considerando as características do Lucro Presumido, pode surgir a dúvida se esse é o regime mais adequado para a sua empresa. Por isso, entenda, a seguir, quais são os pontos negativos que podem impactar o seu negócio.

1. Recolhimento de mais impostos que o necessário

Como o cálculo dos impostos é pré-determinado com base em um lucro presumido, isso pode significar uma boa economia financeira para os seus negócios caso o seu lucro obtido seja maior do que o valor estimado.

Contudo, a desvantagem aparece quando o lucro presumido é superior ao lucro real. Nesse caso, você pode acabar tendo que pagar mais tributos que o necessário.

2. Pagamento de tributos mesmo com prejuízos

Outra desvantagem do Lucro Presumido é que, caso a empresa tenha prejuízos, é preciso pagar o IRPJ e a CSLL normalmente.

É diferente, por exemplo, do ocorre no Lucro Real, regime tributário em que a empresa não precisa pagar esses tributos se tiver prejuízo.

3. Não há possibilidade de dedução de despesas

Mais um ponto negativo é que, no Lucro Presumido, a empresa não pode deduzir despesas operacionais da base de cálculos dos impostos IRPJ e CSLL.

4. Não é permitido abater créditos fiscais

Uma das vantagens do Lucro Presumido é que as alíquotas do PIS e do Confins são menores, se comparadas com as do Lucro Real.

Contudo, uma desvantagem é que a empresa não tem o direito de aproveitar os créditos tributários para abater nos pagamentos de PIS e Cofins.

Por fim, vale lembrar que é fundamental avaliar se as características do regime tributário se encaixam ao perfil da empresa.

4. Maior monitoramento do Fisco do que comparado com o Simples Nacional

No Lucro Presumido, há um monitoramento ainda maior pela Receita Federal do Brasil (RFB) e pelos órgãos de fiscalização com relação à sonegação de impostos, Informalidade e de estar com a Contabilidade em dia. 

Para empresas que não estão 100% estruturadas ou que não estão organizadas administrativa e financeiramente falando, pode ser um grande risco!

5. Burocracia com as Obrigações Acessórias

Ao optar pelo Lucro Presumido e abrir mão, por exemplo, da opção pelo Simples Nacional, o custo e as exigências para se atender às Obrigações Acessórias no Lucro Presumido é muito grande. Muito mesmo.

A empresa vai ter que entregar DCTF, EFD ICMS/IPI, EFD PIS/COFINS, Bloco K, ECF, ECD, GIA’s de ICMS… Enfim, é uma grande responsabilidade administrativa atender a todas essas demandas, que no Simples Nacional não são obrigatórias.

O Lucro Presumido, por exemplo, pode ser mais vantajoso para empresas que possuem um lucro maior que o presumido. Já, se tiver uma margem de lucro menor ou variável, pode acabar gastando muito com tributos.

Por isso, lembre-se de fazer uma análise cuidadosa antes de escolher o seu regime tributário. Faça agora mesmo o diagnóstico financeiro gratuito da sua empresa e saiba se vale a pena ou não ser Lucro Presumido!  E, para mais dicas de gestão, acompanhe o nosso blog!

simples nacional

Por que a sua empresa não deve optar pelo Simples Nacional?

O Simples Nacional é um enquadramento tributário que visa facilitar o recolhimento de tributos, permitindo o pagamento de vários impostos em uma única guia.

Você já deve ter ouvido falar como esse regime pode ser vantajoso para alguns empreendimentos, certo? 

Voltado para as microempresas e empresas de pequeno porte, o sistema simplificado conta com vários pontos positivos, como redução de burocracia, unificação da arrecadação e facilidades para a regularização de dívidas.

Contudo, antes de escolher esse enquadramento tributário para a sua empresa, é importante saber que o Simples Nacional também tem suas desvantagens.

Pensando nisso, vamos explicar as características desse sistema e por que talvez seja melhor não optar por ele. Entenda a seguir!

O que é o Simples Nacional?

Regido pela Lei Complementar nº 123/2006, o Simples Nacional é definido, no art. 12, como o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

É, portanto, um dos tipos de regime tributário, Lucro Presumido e Lucro Real. Cada um tem um sistema específico de cobrança de impostos.

No Simples Nacional, o recolhimento de tributos é feito de forma unificada, abrangendo todos os entes federados – União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Assim, com apenas uma guia, o empreendedor pode pagar os impostos:

  • IRPJ;
  • CSLL;
  • IPI;
  • PIS/Pasep;
  • Cofins;
  • ICMS;
  • ISS;
  • CPP para a Seguridade Social.

Para optar pelo Simples Nacional, é preciso:

  • Enquadrar-se como microempresa ou empresa de pequeno porte;
  • Ter faturamento anual de até R$4,8 milhões (com sublimite de R$3,6 milhões para ISS e ICMS).

Quais as desvantagens desse regime?

Embora o Simples Nacional ofereça várias vantagens, é preciso considerar também seus pontos negativos. Entenda por que sua empresa não deve optar por esse regime!

Não há direito de creditar tributos

Uma das desvantagens do Simples Nacional é que o sistema não registra na nota fiscal o valor pago referente ao IPI e ICMS. Desse modo, os clientes não podem receber de volta parte do valor pago dos tributos.

Existe um limite para as exportações

Se você tem uma empresa enquadrada na definição EPP – Empresa de Pequeno Porte – e suas atividades lidam com exportação, o Simples Nacional pode não ser uma boa opção.

Isso porque as EPP têm limite de exportação de mercadorias e serviços de R$3,6 milhões. Isso significa que, mesmo que sua empresa esteja dentro do limite atualmente, se você tiver estratégias ou expectativas de crescimento, a expansão dos negócios pode acabar ficando limitada.

A alíquota é calculada sobre o faturamento

Pelo Simples Nacional, o cálculo para o pagamento dos tributos não é feito sobre o lucro, mas sobre o faturamento. Isso significa que, mesmo se a empresa tiver prejuízos, ela pode acabar tendo que pagar o mesmo valor de impostos.

Existe um sublimite para ICMS e ISS

Outro fator que deve ser levado em consideração é que o limite de receita anual de R$4,8 milhões não abrange o ICMS e o ISS. Com a Lei Complementar nº 155/2016, foi definido o sublimite de R$3,6 milhões para o recolhimento desses impostos.

Nessas situações, o empreendedor deverá pagar o ICMS ou o ISS fora da guia do DAS (Documento de Arrecadação Simples).

De todo modo, vale lembrar que o Simples Nacional é um regime facultativo, permitindo que o empreendedor opte por ele ou não. Por isso, é importante analisar as condições específicas da empresa para verificar qual regime tributário é mais vantajoso para o seu caso.

Lembre-se de que você também pode contar com uma assessoria especializada. E, para obter mais informações, acompanhe outros artigos em nosso blog!

O PIX vai acabar com a Sonegação!

O PIX vai acabar com a Sonegação!

Qual é a relação entre o novo meio de pagamento, o famoso PIX e o fisco? Você está empolgado para o lançamento do PIX? 

Diante das promessas dessa incrível ferramenta, a gente já consegue imaginar o quanto as nossas transações financeiras ficarão fáceis, rápidas e baratas, tanto para pessoas quanto para empresas.

Só que tem um porém, esses benefícios do PIX não atingem somente a população e a iniciativa privada. Com essa ferramenta, o governo ganha um excelente aliado contra 2 problemas bem sérios no brasil: a informalidade dos negócios e a sonegação de impostos.

Antes de mais nada, vamos contextualizar rapidamente o que é o PIX.

O PIX é um sistema de pagamento instantâneo, barato e sempre disponível, que foi desenvolvido e distribuído pelo Banco Central do Brasil e tem a proposta de substituir todos os meios de transferência de valores entre contas bancárias de:

A – Pessoas Físicas, 

B- Empresas;

C- Governo.

O objetivo do Banco Central com o PIX é agilizar e desburocratizar as transações financeiras no país, sendo mais barato, mais rápido e com maior disponibilidade do que outros métodos, como, por exemplo, o DOC e TED, além de mais prático e mais seguro do que cartões de débito, crédito e dinheiro físico. 

Observando tudo que foi divulgado pelo Banco Central, é quase impossível apontar um único defeito na proposta magnífica do PIX para pessoas, empresas e para o governo.

Só que, para as empresas que mantêm parte do seu negócio informal, o PIX pode ser um oponente formidável e bem difícil de se evitar. 

Sonegar impostos sobre operações com PIX tende a ser praticamente impossível!

É muito fácil perceber o quanto o PIX é vantajoso para as Administrações Tributárias, como a Receita Federal e as Secretarias da Fazenda, tanto Estaduais, quanto Municipais.

Então vamos pensar de forma simples e lógica….

Considerando que todos os dados transacionais do PIX estarão concentrados no Banco Central, o Fisco terá muita facilidade em descobrir o faturamento exato das empresas.

E olha que essa lógica que estamos trazendo neste artigo não é tão nova assim: 

Desde a popularização das vendas com cartão de crédito e débito, manter um negócio totalmente informal é muito complicado… 

Estas operações envolvendo máquinas de cartão já dificultam a sonegação, já que as operadoras prestam estas informações mensalmente ao Governo – através da e-Financeira

Ou seja, nos dias de hoje, as próprias maquininhas já informam o quanto você transacionou, você queira ou não.

Com o PIX, a centralização e a facilidade de acesso a estes dados por parte dos órgãos de fiscalização vai atingir um nível sem precedentes.

Basicamente, a gente pode afirmar, sem sombra de dúvidas, que, num futuro bem próximo, as pessoas estarão utilizando só o PIX.

O dinheiro em cédula vai diminuir e muito a circulação… isso se ele não acabar!

Então, quando a popularidade do PIX realmente vier à tona, vai ser muito difícil, quase impossível manter um negócio informal. 

Se a proposta de eliminar (ou mesmo reduzir drasticamente) o uso de dinheiro físico se concretizar, a informalidade vai beirar impossível

Afinal, em um cenário no qual se projete um sucesso absoluto do PIX, o governo vai conhecer a renda exata de todas as pessoas jurídicas e físicas, pois neste contexto de inteligência fiscal absoluta e centralizada não é nada impossível de se acontecer.

É claro que esta é uma previsão um pouco distante ainda e depende de inúmeros fatores. 

Por enquanto, o que podemos esperar com total certeza, é o crescimento das garras e do cérebro do leão.

Como você pode ver, utilizar o PIX requer bastante cuidado. Além de respeitar todas as questões legais, é fundamental ficar atento a qualquer falha, para evitar surpresas ou prejuízos posteriormente. Para garantir a saúde financeira da sua empresa, acesse o nosso blog e confira outros artigos!

Como os grandes empresários utilizam a contabilidade a seu favor

Como os grandes empresários utilizam a contabilidade a seu favor

A Contabilidade é uma ferramenta imprescindível para o sucesso da empresa. Muitos gestores e empresários sabem disso e a utilizam inclusive a seu favor. Principalmente, quando a Contabilidade Gerencial é colocada em jogo!

Ocorre que, mesmo provando por “A + B” que isso é uma verdade indiscutível, existe uma parcela considerável de gestores que acaba não dando tanta importância para a Contabilidade. Entenda como os grandes empresários utilizam a contabilidade a seu favor.

Então, neste artigo, trouxe alguns exemplos de empresários bem sucedidos que utilizaram a Contabilidade à seu favor, e isso, claro, contribuiu diretamente para o sucesso empresarial alcançado por eles.

O Warren Buffett, nosso primeiro exemplo, que é um dos homens mais ricos e o investidor mais famoso do mundo, diz o seguinte: “a contabilidade é a linguagem dos negócios, sem ela, você nunca vai ser um empresário ou investidor bem sucedido”.

O John Rockefeller, que é o homem mais rico da história de todos os tempos, (já que ajustando sua fortuna da época à inflação seu patrimônio, nos dias de hoje, seria cerca de 700 bilhões de dólares), era contador!

Rockefeller se formou em Contabilidade e trabalhou em um escritório de Contabilidade. Ele aprendeu tudo sobre Contabilidade de custos e métodos de custeio, conseguiu aplicar isso nos seus negócios e alcançou grandes feitos, financeiramente falando!

O mega-empresário Andrew Carnegie, que também é um dos homens mais ricos da história, desenvolveu nas suas siderúrgicas um método contábil detalhado de custos, no qual ele tinha o intuito de captar e entender informações sobre os custos de matéria-prima e de mão de obra. 

Basicamente, podemos dizer que a Contabilidade Gerencial como conhecemos hoje surgiu dentro das empresas de Andrew Carnegie.

Já o Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, imprimiu uma política em todas as suas empresas de modelagem financeira

Desde o Banco Garantia, um de seus primeiros projetos, até hoje em dia, com a fusão entre a Brahma e Antártica, ou quando comprou a Budweiser, o Burguer King e a Heinz, em simplesmente todas as suas empresas, Lemann se utiliza da Contabilidade como ferramenta para a tomada de decisão.

Então, Lemann frequentemente fazia a sua gestão com base nos números, na sua estrutura de custos e na análise nos relatórios financeiros.

Pra finalizar os exemplos, eu já tive a oportunidade de conversar com o Enéas Pestana, que foi durante bastante tempo CEO do Grupo Pão de Açúcar, e, dentre alguns dos motivos que ele elencou para o sucesso da empresa, está o fato de que ele sempre tomava as decisões baseado na Contabilidade. Ou seja, ele tinha todo o apoio da poderosa ferramenta chamada Contabilidade para poder tomar a melhor decisão e decidir qual caminho seguir.

Utilize a Contabilidade!

Tem um momento na vida do empreendedor, na vida do empresário, que é o início, o começo de tudo. É um momento em que ele está estruturando a empresa e tem tanta coisa pra fazer, que acaba focando diretamente na operação do seu negócio e acaba não tendo tempo nem energia para focar em outras frentes.

Eu até entendo esse momento!

Só que, se você realmente deseja ter uma empresa estruturada, como essas que eu citei, você vai precisar pensar como um gestor de verdade. Na hora que você for pensar como um gestor, vai entender que a Contabilidade é a ferramenta que pode te ajudar a dar esse próximo salto que você precisa.

Nenhuma empresa consegue ser grande sem ter uma boa Contabilidade, sem analisar suas Demonstrações Financeiras. 

Nenhuma empresa consegue ser grande sem que o líder dessa empresa abrace essa ferramenta para gerir sua empresa.

Pode reparar por aí! Todas as empresas que você admira, que você se espelha…

Para, olha, pensa e analisa…. 

Você acha mesmo que essa empresa não usa a Contabilidade a seu próprio favor?

A verdadeira função da moderna Contabilidade é atuar diretamente focada nos assuntos da riqueza das empresas.

O Contador é a bússola de uma empresa. 

Com base nos elementos que a Contabilidade fornece, o Empresário sabe se vai ter sucesso ou então o insucesso.

A Contabilidade dá uma dimensão do que passou e a projeção do futuro. 

E é exatamente entendendo o passado e o presente e projetando o futuro que se tem sucesso nas tomadas de decisões!

Se você quer saber realmente como a Contabilidade pode te ajudar, faça o nosso diagnóstico financeiro gratuito e tenha o feedback de um consultor da Segato Contabilidade! 

Guilherme Segato

custos de importação

Saiba quais são os principais custos de importação

Se sua empresa lida com a atividade de importar, deve ficar atenta aos custos de importação para que o orçamento não seja extrapolado.

Isso porque não são poucas as taxas, os tributos e os valores envolvidos nessas transações. Sem falar ainda dos prejuízos que o importador pode sofrer com penalidades, caso não siga corretamente a legislação.

Pensando nisso, vamos explicar, neste artigo, como funciona esse processo e os principais custos de importação a serem considerados. Veja a seguir!

Como funciona a importação?

Em primeiro lugar, para atuar com importação, uma empresa deve estar cadastrada no Radar (Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros), um sistema criado pela Receita Federal.

O registro dá acesso ao Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior), que é o sistema onde estão centralizadas todas as informações sobre registro, acompanhamento e controle das operações de exportação e importação.

Feito isso, a empresa pode negociar e estabelecer acordos com fornecedores do comércio exterior. Aqui, a empresa deve lembrar de inserir os Incoterms no contrato, que são os Termos Internacionais de Comércio, que definem as obrigações das partes envolvidas.

A empresa também precisa ficar atenta se a mercadoria exige a Licença de Importação (LI). Nesses casos, a solicitação deve ser feita antes de iniciar o processo de importação.

Para isso, basta registrar a LI no Siscomex e aguardar a análise pelos órgãos anuentes. É somente com o deferimento que a mercadoria poderá ser embarcada.

Por fim, quando a mercadoria chega ao país, é preciso fazer a Declaração de Importação (DI). Toda a documentação, bem como a mercadoria, é analisada pelas autoridades competentes. Se tudo estiver correto, incluindo o pagamento dos impostos, a mercadoria é finalmente liberada.

Os principais custos de importação

Os custos de importação envolvem custos nacionais e internacionais. Veja os principais!

Custos nacionais

Impostos

Os tributos que incidem sobre produtos importados são:

  • Imposto de Importação (II);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Programa de Integração Social (PIS);
  • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Taxas do porto/aeroporto

Outros custos estão relacionados a uma série de taxas do porto ou do aeroporto. Você precisa pagá-las para poder manusear os produtos importados quando sua carga chegar.

Logística

A logística representa uma parte importante dos custos de importação. Aqui, devem ser incluídos os gastos com transporte e armazenamento.

Antes da liberação da carga, ela fica armazenada. Para isso, existe uma taxa de armazenagem, que pode variar conforme o tempo de guarda.

Para a movimentação da carga até sua empresa, você deverá contabilizar o frete doméstico de uma transportadora, considerando que o preço varia conforme a distância entre o porto e a sua empresa e o tamanho do container, por exemplo.

Operacionais

Aqui, devem ser computados todos os custos burocráticos relativos à operação. Um exemplo importante é a taxa de utilização do Siscomex, que é devida independentemente de tributo a recolher.

Além disso, também existem os custos com despachante aduaneiro, que envolve o desembaraço e a entrega da mercadoria. Os valores podem variar bastante dependendo da quantidade e da complexidade dos serviços envolvidos nessa etapa.

Extras

Um custo extra que você pode ter, principalmente nas primeiras importações, é com a realização de inspeções do fornecedor. Isso é importante para garantir a confiabilidade das empresas que vão enviar as mercadorias para você.

Custos internacionais

Preço

Obviamente, o produto que você está importando tem um preço, e esse valor deve entrar nos cálculos dos custos de importação.

Seguro de transporte internacional

É muito importante fazer um seguro da carga. Ele não é caro – geralmente custa menos de 1% ou no máximo 2% do valor da carga – e é uma garantia fundamental nos processos de importação.

Transporte

Outro custo é o frete internacional para o transporte da mercadoria. O frete pode ser marítimo ou aéreo, sendo que os valores podem variar conforme, por exemplo, o tamanho do container ou o peso do produto.

Transações cambiais

Outro custo de importação consiste nas operações de câmbio, nas quais devem ser consideradas as despesas bancárias geradas.

É fundamental respeitar a legislação de importação!

Como você pode ver, importar é uma atividade que requer bastante cuidado. Além de respeitar todas as questões legais, é fundamental ficar atento aos custos de importação para evitar surpresas ou prejuízos posteriormente. Para garantir a saúde financeira da sua empresa, acesse o nosso blog e confira outros artigos!

como tirar a empresa do vermelho

6 passos para tirar sua empresa do vermelho

Crise econômica, instabilidade do mercado, falhas na gestão… São vários os motivos que podem prejudicar a saúde financeira de um negócio. Mas, com algumas mudanças e com a reorganização das finanças, é possível tirar sua empresa do vermelho.

Saiba que, por mais que uma situação financeira ruim possa ser um risco à sobrevivência dos negócios, sua empresa não está, necessariamente, fadada à falência.

Mas, para recuperar a estabilidade, é fundamental adotar medidas estratégicas e planejadas. Quer retomar a competitividade no mercado? Então, confira nossas dicas a seguir!

Como tirar a empresa do vermelho?

1. Faça um diagnóstico e analise as finanças

O primeiro passo é fazer um diagnóstico detalhado da sua situação. Verifique como está o fluxo de caixa e identifique todas as despesas e receitas. Com tudo registrado, você terá uma visão mais ampla sobre o momento atual da sua empresa e o quão ruim ele está.

Assim, é possível analisar melhor as finanças, a fim de identificar gastos desnecessários, custos que podem ser reduzidos, gargalos que geram prejuízos, entre outros erros que podem estar colocando a sua empresa no vermelho. 

Faça o diagnóstico financeiro gratuito da sua empresa e tenha o retorno de nossos consultores com dicas e sugestões. Clique aqui.

2. Organize as suas dívidas em uma planilha

A má organização é uma das grandes vilãs da boa saúde financeira de uma empresa. E, quando há dívidas em jogo, ela é ainda mais prejudicial. Por isso, uma dica importante para retomar o controle é organizar todos os números do seu negócio em planilhas.

Anote as receitas, as despesas, os estoques, as movimentações. E tenha também uma planilha para as dívidas, incluindo dados como valor total e juros. Com essa organização, você tem maior previsibilidade das entradas e saídas, o que ajuda a pensar em estratégias para não deixar a dívida crescer.

3. Reduza os custos desnecessários

Com diagnóstico, análise e organização, você tem tudo o que precisa para identificar quais custos podem ser reduzidos ou até eliminados. Numa situação de crise, você perceberá que há gastos que são supérfluos e outros que são prioritários.

A dica aqui é rever, por exemplo, os investimentos, os serviços contratados, a utilização dos recursos e até os processos de trabalho que podem estar gerando mais prejuízos que benefícios.

4. Tente renegociar suas dívidas

Tentar uma renegociação é sempre um bom caminho para tirar a empresa do vermelho. Converse com as instituições financeiras com as quais você tem dívida. Verifique outras condições de pagamento, como parcelamento ou quitação por compensação. Não hesite também em pedir um abatimento.

E lembre-se: o mesmo vale para os seus fornecedores. Use seu poder de barganha, mas também seja sincero e explique sua situação atual. Mostre que você quer cumprir com seus compromissos e peça a prorrogação dos prazos de pagamento. Isso pode ser benéfico até para melhorar o relacionamento com seus parceiros comerciais.

5. Reveja as medidas necessárias

Você seguiu todos esses passos e ainda não conseguiu tirar sua empresa do vermelho? Então, analise se todas as medidas possíveis já foram realizadas, se há outras opções para cortar gastos ou se ainda restam algumas alternativas.

Esse é o momento de verificar se será necessário tomar uma medida mais drástica, como demitir funcionários, mudar para um local com aluguel mais barato ou até trocar o regime tributário em vista de uma economia fiscal. Mas cuidado: antes de ações extremas, faça um bom estudo e planejamento para que a decisão seja acertada.

6. Elabore um planejamento

Para conseguir tirar sua empresa do vermelho, você precisa trilhar um caminho bem planejado. Para isso, a dica é criar um plano de recuperação financeira, restabelecer suas metas e definir as ações para os próximos meses.

E não ache que, depois que as coisas melhorarem, você estará livre desse rigor. O planejamento contínuo e consistente é crucial para que você não repita os erros do passado e saia do controle novamente. Ao planejar, você aprimora cada vez mais sua gestão financeira e garante a sustentabilidade do negócio.

Organizar-se é fundamental! 

Como você viu, não há nenhuma medida impossível para tirar a empresa do vermelho. Mas é fato que retomar o controle da situação exige muita organização, consistência, disciplina, uma análise profunda e um planejamento sólido.

Para que todas essas mudanças ocorram de forma sustentável, positiva e eficaz, é necessário estar muito bem acompanhado de uma equipe especializada em controle e reestruturação da rotina financeira. Conte com a Segato para juntos tirarmos a sua empresa do vermelho!

planejamento sucessório

O que é planejamento sucessório e por que é importante?

O planejamento sucessório é um instrumento jurídico que tem como objetivo organizar a transferência de bens e patrimônios de uma pessoa, ainda viva, aos seus herdeiros.

A ideia é atuar de modo antecipado para prevenir problemas como conflito familiar, dispor os bens conforme o desejo do titular e reduzir custos com o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação).

A seguir, vamos explicar com mais detalhes como funciona o planejamento sucessório e por que ele é importante. Confira!

O que é e como é feito o planejamento sucessório?

O planejamento sucessório consiste em uma forma antecipada de organização da sucessão dos patrimônios de uma pessoa. Para fazê-lo, existem várias formas possíveis. Conheça as mais comuns!

Testamento

No testamento, o titular do patrimônio pode fazer a divisão dos bens conforme a sua vontade. O requisito legal é que 50% seja destinado aos familiares (descendentes, ascendentes e cônjuge). O restante pode ser passado para outras pessoas, mesmo sem vínculo familiar.

Doação

Na doação, ou partilha em vida, os bens podem ser transmitidos aos herdeiros com o titular ainda vivo. A doação também pode ser feita com reserva de usufruto vitalício. Assim, o bem já pode ser passado para o nome do herdeiro, mas o doador mantém seu direito de usufruí-lo até o falecimento.

Previdência privada

Ao contratar um plano de previdência privada, os herdeiros podem receber os valores arrecadados no pagamento. Tudo é feito de forma automática, sem burocracias ou carências, o que torna essa forma de planejamento sucessório uma das mais simples. Além disso, na transferência não há cobrança do ITCMD.

Holding familiar

Para fazer o planejamento sucessório por meio de holding familiar, cria-se uma empresa, colocando os herdeiros como sócios da organização. Cada ação da holding familiar equivale a uma quota da herança. Assim, o patrimônio da família fica dentro da empresa.

Por que o planejamento sucessório é importante?

O planejamento sucessório é muito benéfico em termos de organização e facilitação da divisão de bens. Além disso, esse instrumento tem a vantagem de possibilitar uma transmissão de bens muito mais estratégica e eficiente.

Nesse sentido, um de seus grandes benefícios é a economia. Na sucessão de bens tradicional, os custos e a burocracia podem ser altos. Há gastos com o imposto ITCMD, processo de inventário, documentação de cartório – tudo isso pode acabar reduzindo significativamente o valor dos bens.

Já com o planejamento sucessório, é possível reduzir impostos, eliminar custos e liberar os bens de forma mais rápida e menos burocrática.

Além disso, quando os bens envolvem ações ou empresas, o planejamento sucessório empresarial se torna ainda mais necessário. Isso porque, na sucessão tradicional, quando um sócio de uma empresa falece, as quotas e ações são transmitidas automaticamente para os familiares diretos, como filhos e cônjuge.

Contudo, nem sempre esses herdeiros estão ligados à atividade empresarial. Muitas vezes eles não têm as competências necessárias para gerir a empresa ou nem mesmo têm interesse em atuar na área. E isso pode acabar prejudicando a boa continuidade dos negócios.

Com o planejamento sucessório, o valor das ações pode ser mantido na transmissão aos herdeiros, mas podem ser destinados tipos de ações diferentes, como ordinárias nominativas ou preferenciais nominativas. Assim, é possível determinar quem tem direito de voto e, consequentemente, maior poder na gestão.

Como você viu, o planejamento sucessório é um instrumento legal muito útil para quem tem um patrimônio importante e deseja que a partilha seja feita de forma eficiente e transparente. Deseja conferir mais informações para gerir seus bens com inteligência? Então, confira outros artigos em nosso blog!

impostos

4 dicas para quitar os impostos em aberto de sua empresa

A dificuldade para manter em dia o pagamento de impostos é realidade comum a todo empresário em nosso país e isto acontece exatamente porque o Brasil é um dos países que mais taxam as pequenas e médias empresas. 

O problema em se atrasar impostos é que, como qualquer outro credor, o governo pune o inadimplente com multa e juros de mora, deixando a situação da empresa ainda mais complicada. Como ninguém se torna um inadimplente por “à toa”, em momentos nos quais a decisão de deixar de pagar os impostos passa a ser questão de sobrevivência do negócio, o mais importante é conhecer as regras do jogo.

Antes de conferir as dicas para resolver as pendências tributárias de sua empresa, leia o nosso artigo sobre os riscos e as consequências de não pagar impostos.

1. Aposte em um Programa de Recuperação Fiscal

Uma das melhores opções para escolher em caso de atraso de impostos é o parcelamento ou a liquidação por meio de programas como o REFIS e o PIS.

O Programa de Recuperação Fiscal — ou REFIS — é um projeto que objetiva parcelar débitos que pessoas jurídicas têm com algumas instituições determinadas, como a Secretaria da Receita Federal (SRF), a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o INSS.

Ao recorrer aos programas de parcelamento, o empresário não deve se esquecer de que ele terá que arcar com os custos daquelas parcelas, além do valor regular daquele mês. Por isso, é imperativo que a empresa se organize para conseguir honrar o acordo.

2. Pegue um empréstimo

Quando sua empresa está devendo tributos ao Estado e deseja quitar as dívidas, uma das primeiras atitudes tomadas por empresários é a contratação de empréstimos.

Mas essa atitude deve ser planejada e pesquisada, pois os bancos oferecem acordos com cláusulas e benefícios diversos. Portanto, é preciso analisar minuciosamente cada proposta, a fim de fechar o melhor negócio.

3. Aposte em um Planejamento Tributário

Em busca de alternativas, contrate uma consultoria de Planejamento Tributário para estudar meios legais de reduzir os impostos que são pagos atualmente pela empresa. 

Muitas vezes, uma simples reestruturação no Regime Tributário poderá organizar a estrutura de custos da sua empresa, o que fará com que as dívidas do passado sejam honradas com o novo fluxo de caixa. 

4. Realize uma Auditoria Fiscal nos últimos 5 anos

Uma boa alternativa para reestruturar as pendências tributárias da sua empresa é realizar uma Auditoria Fiscal nos últimos 5 anos de seu CNPJ. Diferente do Planejamento Tributário (com foco no futuro), a auditoria irá retroagir os últimos 5 anos de apuração de todos os impostos (Federais, Estaduais e Municipais) de sua empresa a fim de buscar:

  1. Impostos pagos a maior;
  2. Compensação ou ressarcimento de tributos;
  3. revisão dos impostos em Aberto (para entender se realmente são devidos);
  4. Segurança de que nada do passado em termos fiscais poderá atrapalhar ainda mais o futuro da empresa.

Quanto antes quitar os impostos, melhor!

Ao atrasar o pagamento de impostos a melhor coisa a ser fazer é elaborar um sólido planejamento financeiro e orçamentário para a sua empresa voltar o quanto antes a condição de adimplente. 

Os custos com multas e juros de mora cobrados pela Receita Federal Brasileira podem ser em alguns casos até menores do que outros credores, mas ainda sim são proibitivos e, se acumulados por longos prazos, podem tornar-se impagáveis, causando consequências graves como insolvência econômica ou até mesmo falência.

Por isso planejar, controlar milimetricamente os gastos, despesas e margens de lucro é a melhor opção.

Para isto, conte com a Segato para te ajudar a traçar um planejamento completo e um diagnóstico prático onde sua empresa quite 100% de suas pendências tributárias e foque em crescer e expandir. Entre em contato com um de nossos consultores para crescermos juntos.

Não Pagar Impostos

7 Riscos e consequências de não pagar impostos

É normal e extremamente comum, no cenário brasileiro, que a empresa, em algum momento de sua jornada, encontre-se em dificuldade financeira, com falta de caixa e sem recursos disponíveis a curto prazo. Diante deste contexto e de todas as frentes de trabalho do empresário, muitas vezes, os impostos são deixados de lado para que a empresa honre com fornecedores, prestadores de serviço e o próprio pro-labore.

Porém, abrir mão do recolhimento dos impostos, na maioria das vezes, é uma decisão prejudicial para o negócio. Atrasar o pagamento de suas obrigações tributárias não é a situação ideal, mesmo que aparente ser a alternativa mais viável ou de “fácil” escolha.

1. Incidência de Multas

A primeira consequência do atraso do pagamento de imposto é a incidência de multa. Cada imposto tem uma forma de cálculo para o atraso, porém para a maioria é calculada uma multa de 0,33% a cada dia de atraso, chegando no limite de 20%.

Para exemplificar:

Caso a empresa deixe de pagar um imposto de R$ 50.000,00 no mês de janeiro, em março, além de dever o valor nominal, será acrescido R$ 10.000,00 (20% do valor devido), totalizando uma dívida tributária de R$ 60.000,00 em apenas 2 meses.

2. Juros de Mora

Além da incidência da multa sobre o atraso, também serão calculados juros de mora. Os juros são cobrados a partir do mês seguinte ao do vencimento, calculados com base na taxa Selic + 1%.

Então, se o atraso for dentro do mês de vencimento, paga-se somente a multa e nada de juros. Se a empresa estiver esperando por uma entrada ainda dentro do mês, talvez seja vantajoso atrasar o pagamento. Se passar do mês, o custo financeiro passa a ser alto. A cada mês de atraso, soma-se mais uma taxa mensal nesse patamar até o mês de pagamento. Quanto maior o atraso, maiores são os acréscimos legais.

3. Risco de Bloqueio de Bens e Responsabilização do Fisco

Cada vez mais o Fisco vem melhorando seu monitoramento, através da tecnologia e dos cruzamentos das informações. Caso o imposto fique muito tempo em aberto, a empresa corre o risco de sofrer bloqueio de bens para que o Fisco não seja lesado pela falta de recolhimento do referido imposto.

Além disso, há a possibilidade de a empresa ser acusada de sonegação pela Receita Federal ou por alguma Secretaria Estadual ou Municipal. A situação ficará muito mais complicada.

Nesse cenário, os responsáveis diretamente envolvidos com o pagamento de tributos podem responder pela ação. Porém, se ficar comprovado que a empresa facilitou, incentivou ou contribuiu com a sonegação de impostos, sócios e diretores também poderão ser responsabilizados gravemente.

4. Dificuldade em Obter Empréstimos Bancários e Linhas de Crédito

Como citamos anteriormente, muitas empresas analisam o que é mais viável: pagam juros e multas em atraso ou solicitam um empréstimo bancário para quitar os impostos a tempo. 

No entanto, um dos riscos de não pagar os impostos em dia é encontrar dificuldades para obter empréstimos e outras negociações com instituições financeiras, especialmente se a empresa já estiver na lista de inadimplentes.

Dificilmente o empréstimo que surgirá terá taxa de juros e prazos de pagamento atrativos. O que pode contribuir ainda mais para o aumento da bola de neve.

5. Impedimento de Participação de Licitações

Outro risco de não pagar os impostos em dia é o impedimento de participar de concorrências públicas, se a empresa entrar no cadastro de inadimplentes. Embora o atraso não seja considerado um crime de sonegação, acaba interferindo na continuidade da empresa.

6. Clientes e Fornecedores Poderão Negar Parceria

É comum em parcerias, seja de clientes ou então de fornecedores, pedir para a empresa as Certidões Negativas de Débitos e consultarem o cadastro de inadimplentes, para entenderem com que tipo de empresa estão fazendo negócio. Caso a empresa não tenha parcelado ou quitado os impostos em aberto, terá grande dificuldade de conseguir um bom acordo.

7. Impedimento de Distribuição de Lucros aos Sócios

Outra consequência de extrema relevância para a empresa que deixa de recolher seus impostos é o impedimento da realização da distribuição de lucros aos sócios, caso não tenha realizado o parcelamento destes valores em aberto.

Qualquer valor que for transferido para a conta corrente dos sócios nesta hipótese terá a incidência de tributação.

Será que realmente  vale a pena deixar de pagar os impostos?

Não vale a pena deixar de recolher os impostos. O atraso sai sempre caro que o desembolso financeiro. O melhor a fazer é se programar para esses gastos, pois eles incidem sobre o que se ganha.

Só compensaria atrasar esse pagamento se os juros e as multas fossem menores do que o custo financeiro de realizar um empréstimo no banco. Se a conta da empresa estiver zerada ou já no vermelho, talvez compense esperar a próxima entrada de recursos, mas é preciso colocar na ponta do lápis para não se enrolar ainda mais.

Caso você precise de um levantamento efetivo dos impostos que estão em aberto na sua empresa e uma estratégia traçada para mitigar os riscos e eliminar pendências da forma mais rápida possível, entre em contato com a Segato. Nossos consultores farão o diagnóstico completo.

Recuperação de Crédito Tributário

Como funciona a recuperação de crédito tributário?

Você sabia que a recuperação de crédito tributário é um direito garantido por lei? E que essa pode ser uma forma de melhorar as finanças das empresas, sobretudo em momentos de dificuldades financeiras?

Neste artigo, vamos explicar o que é a recuperação de crédito tributário e como ela funciona. Confira a seguir!

O que é recuperação de crédito tributário?

O crédito tributário é o valor pago pelas empresas por suas obrigações tributárias, que incluem impostos, taxas e contribuições, tais como IR, CSLL, INSS, PIS, COFINS, ICMS, IPI e ISS.

Quando acontece de uma empresa pagar tributos a maior – ou seja, valores a mais do que deveriam pagar – ou indevidos, ela pode pedir a recuperação do crédito tributário.

Isso pode acontecer, por exemplo, porque alguns produtos acabam sendo tributados duplamente e, com isso, o pagamento do imposto é feito duas vezes.

É o caso dos produtos monofásicos para revenda, em que o PIS e o COFINS devem ser tributados apenas uma vez. Contudo, muitas vezes acontece de serem pagos pelo fabricante e depois pelo revendedor.

Para resolver esses problemas de pagamento a maior ou de bitributação, criou-se então a recuperação do crédito tributário.

Como funciona o processo de recuperação do crédito tributário?

Para solicitar a recuperação de crédito tributário, é preciso fazer uma revisão tributária bastante cuidadosa, a fim de analisar quais créditos podem ser recuperados.

A gestão fiscal ou contábil da empresa deve fazer uma análise de diversos documentos fiscais e dos tributos pagos, identificando os valores declarados na Escritura Contábil Fiscal e os valores recolhidos pelo DARF.

A partir dessa revisão, será possível identificar os tributos indevidos e o valor que pode ser recuperado.

Quem pode solicitar?

Praticamente todos as empresas podem solicitar a recuperação de créditos – exceto os MEI (Microempreendedores Individuais).

As empresas também podem ter qualquer regime tributário, mas a situação é mais comum em empresas do Simples Nacional, do Lucro Presumido e do Lucro Real.

Como se dá o processo?

A recuperação de crédito tributário pode ser feita por processo administrativo. Para solicitar a recuperação, pode-se fazer um pedido eletrônico de restituição, ressarcimento, reembolso ou compensação.

Em alguns casos, a empresa pode entrar com um processo judicial, requerendo a análise imediata da situação, para, assim, agilizar a resolução.

O crédito recuperado poderá, então, servir como compensação de outros tributos da Receita Federal – com exceção das contribuições previdenciárias em caso de retificação de informações erradas do demonstrativo.

Quanto tempo leva?

Todo o processo de recuperação de crédito tributário pode durar até 60 dias, considerando desde a análise do pedido até a restituição do valor.

Vale lembrar que os créditos tributários têm um prazo de prescrição de 5 anos, contado a partir da data de lançamento do crédito. Isso significa que, com o prazo prescrito, a empresa perde o direito de recuperação do crédito tributário.

Por fim, vale reforçar que, antes de fazer a solicitação, é necessário fazer uma análise criteriosa para verificar se é viável ou não para a empresa. Por isso, lembre-se de que contar com uma assessoria contábil é ideal para que você tenha êxito nesse processo. Continue acompanhando o nosso blog e mantenha a boa saúde financeira do seu negócio!

planejamento tributário

Principais erros de planejamento tributário que devem ser evitados

O planejamento tributário é uma alternativa para driblar legalmente a elevada carga tributária, uma vez que ele vai possibilitar a redução de custos, além de evitar prejuízos financeiros para a empresa. 

Mas com um sistema complexo e cheio de exceções, é natural que muitos gestores desconheçam o melhor caminho para uma gestão fiscal eficiente. O resultado dessa falta de conhecimento em relação à legislação fiscal é que muitas empresas ainda cometem muitos erros na elaboração do seu planejamento tributário, alguns deles podem ser  prejudiciais ao ponto de trazer maiores custos e riscos. 

Por isso, elencamos neste artigo os 7 principais erros que as empresas cometem ao realizar o planejamento tributário. Assim é possível entender porque podem ser tão prejudiciais à existência da empresa.

Boa leitura! 

1. Fazer tudo por conta própria e não contratar uma consultoria especializada

Um relatório do Serasa Experian, apontou que o nível médio de endividamento dos negócios brasileiros, em 2017, chegou ao patamar de 46,5% dos ativos totais.

Se a sua empresa se encontra nesse nível de endividamento, é necessário replanejar sua organização financeira para o próximo ano. A maioria das dívidas contraídas pelas empresas é por conta de multas ou má administração, o que demonstra, através de número reais, que chegou a hora de começar a fazer mudanças.

Contratar uma empresa que organize a gestão fiscal, com certeza, contribuirá para um melhor desempenho financeiro no seu negócio.

Para obter cada vez melhores resultados e mais eficiência, você deverá ter relatórios gerenciais claros e precisos para a melhor tomada de decisão do momento.

 A contabilidade também deve estar preparada para poder analisar os milhares de documentos que você deve armazenar em gavetas ou na nuvem, o que pode ocasionar um “eventual atraso” na análise de dados. 

A informação deve ser tempestiva. De nada adianta receber um relatório com informações de um ano atrás. Tempo é dinheiro e informação é conhecimento. Tenha uma equipe que te forneça a informação necessária no tempo ideal.

2. Abusar do planejamento e utilizar-se de mecanismos legais 

Muitas vezes, a empresa abusa dos instrumentos legais para elaborar o planejamento tributário. 

Fazendo isso de forma abusiva e evasiva, muito embora não seja ilícito, sem incorrer em fraude, o Fisco pode entender que esse planejamento foi evasivo, de forma que desconstitui o fato gerador desses elementos. 

Este pode ser o maior passivo oculto que sua empresa pode ter, uma vez que, se o Fisco entender que realmente ocorreu a evasão, poderá lavrar multas e taxar impostos que julgarem necessários. Não deixe que isso aconteça. Isto pode levar sua operação à falência. 

3. Confundir planejamento com custo

Achar que o planejamento é um ônus não é verdade, pelo contrário. Planejamento tributário não é uma despesa! É um bônus. Uma vantagem competitiva para sua empresa. Um verdadeiro diferencial.

Investir em planejamento não significa ter maiores gastos, mas é a possibilidade de descobrir meios legais para pagar menos impostos e garantir uma vida financeira saudável.

A partir do momento em que a carga tributária é reduzida, a empresa consegue trabalhar melhor seu preço de venda, melhorar sua margem e tomar decisões diferentes e inovadoras que, por certa vez, alguns players de mercado e concorrentes não conseguiriam, pelo simples fato do peso da tributação em sua operação.

4. Planejamento fracionado ou segmentado 

É um erro considerar apenas uma parte dos tributos, ou de forma isolada, e não a carga tributária total. 

Portanto, o mais indicado é ter todos os tributos e suas derivações mapeados e identificados. Todas as possibilidades de sua operação precisam estar detalhadas e alinhadas com as estratégias tributárias, afinal de contas, temos a maior carga tributária da América Latina e uma das maiores do mundo

5. Não monitorar os resultados do planejamento

Definir e aplicar a estratégia não é o último passo para o sucesso do planejamento. Muito pelo contrário. É apenas o começo de uma longa jornada. 

Ainda haverá todo um trabalho de acompanhamento e mensuração do efetivo resultado de toda a estratégia traçada. Aqui, é preciso que a equipe responsável pela elaboração também esteja apta a monitorar todos os processos para efetivação e continuidade do planejamento.

Nesse contexto, todas as questões legislativas devem ser avaliadas periodicamente, para não haver surpresas.  

O planejamento nunca será estático. As leis e obrigações mudam frequentemente. Ou seja, você precisa estar sempre monitorando e reavaliando a estratégia traçada para se beneficiar sempre – ou, ao menos, não se prejudicar.

6. Não projetar o crescimento real da sua empresa

O crescimento que sua empresa pode ter  – ou a falta dele –  deve ser calculado com as melhores ferramentas disponíveis ao seu alcance, de forma a não cair em estimações e expectativas que possam fazer o seu planejamento tributário resultar em uma mudança que não tenha retorno e gere prejuízo.

Claro que projeção nunca é algo 100% concreto. Por este motivo, o mais indicado é trabalhar com, ao menos, três cenários de projeção: o pessimista, o comum/normal e o otimista. E trabalhe com as probabilidades de concretização dos cenários, avaliando qual apresenta maior probabilidade de  se concretizar.

7. Tentar liquidar as dívidas tributárias de uma única 

Frequentemente, o Governo disponibiliza novas possibilidades para que os contribuintes possam realizar os pagamentos de pendências fiscais, pois, para o governo, convém que sejam realizados de alguma forma, mesmo que parcelado, de maneira que as empresas não corram o risco de fechar.

Utilizar o caixa disponível da sua empresa para quitar dívidas tributárias ao invés de investir e na operação do seu negócio pode ser muito custoso. Esta é uma questão que exige muita cautela para que não seja tomada nenhuma decisão precipitada que vá descapitalizar sua empresa.

Atualmente, existe a possibilidade de fazer o parcelamento das dívidas, inclusive pela internet, através do site da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o que permite enfrentar as responsabilidades fiscais sem correr o risco de falência.

Esteja atento ao Planejamento Tributário da sua empresa 

A empresa que não observar esses 7 itens, estará mascarando um resultado financeiro ruim. 

Além disso, o sinal de alerta para o gestor é que ele pode até acreditar que estar em conformidade com o Fisco, mas, na verdade, está perdendo valor de caixa e, provavelmente, não terá um resultado eficiente. 

Outro aspecto importante é a possibilidade  de a empresa ficar totalmente desprotegida e vulnerável a riscos.

Por outro lado, quem estiver atento e conseguir ficar longe desses desvios, terá como maior benefício a otimização dos custos.

A economia gerada por meio de uma gestão eficiente de tributos permite a empresa investir em suas operações estratégicas.

Por fim, engana-se quem acredita que planejamento tributário é um olhar aguçado para a área fiscal. Na verdade, ele é parte fundamental da estratégia de negócio das empresas.

Nós da Segato somos apaixonados pela gestão contábil e fiscal voltada para planejamento tributário. Entre em contato conosco para maiores detalhes sobre o planejamento estratégico, redução de custos e crescimento da sua empresa e veja como podemos ajudar!

inteligência fiscal

O que é inteligência fiscal e por que utilizá-la em seu negócio?

A inteligência fiscal é uma atividade que pode ser muito benéfica para garantir o sucesso de uma empresa. Especialmente para aquelas que lidam com uma diversidade de cargas tributárias e, em meio a isso, precisam encontrar alternativas para reduzir seus custos.

Através da inteligência fiscal, é possível:

  • Avaliar melhor os dados;
  • Cumprir com suas obrigações;
  • Manter-se competitivo no mercado.

Mas afinal, o que é inteligência fiscal? E mais: será que ela é adequada para o seu negócio? Continue a leitura e descubra!

O que é inteligência fiscal? 

É um conjunto de ações que facilita o trabalho de obtenção, avaliação, divulgação e proteção das informações e dados empresariais.

Considerada uma ferramenta de gestão, ela também agrega valor ao negócio e oferece boas oportunidades. Isso porque a inteligência fiscal reduz os riscos de haver prescrição dos créditos tributários, além de proporcionar mais clareza, objetividade e inovação aos processos.

Ela também é uma ótima estratégia para evitar a autuação fiscal. Afinal, a Receita Federal conta hoje com processos extremamente informatizados e uma fiscalização mais eficiente, que usa o cruzamento de algoritmos para detecção de fraudes.

Logo, essas ações possuem um teor preventivo, pois ajustam os processos e controles internos de acordo com a lei,  protegendo sua empresa de multas que podem chegar a quebrar o negócio.

Devo utilizar a inteligência fiscal? 

Implantar essa prática pode oferecer diversos benefícios para o setor fiscal de uma empresa

O principal deles é a redução dos custos com impostos, tendo em vista que a inteligência fiscal permite adotar um planejamento tributário, identificando falhas e oportunidades previamente.

Outros pontos positivos que ela oferece são:

  • Diminuição das chances de autuação por erro na declaração dos impostos junto à Receita Federal;
  • Elevação da vantagem competitiva, uma vez que estará seguindo os mesmos critérios exigidos das demais empresas do seu porte e segmento;
  • Elaboração de estratégias fiscais mais direcionadas e eficientes;
  • Maior segurança na tomada de decisão;
  • Garantia da compliance.

Para que ela seja colocada em prática, é preciso contar com um software que automatize essas ações. Caso contrário, todos os dados teriam que ser registrados e consultados de forma manual pelos colaboradores utilizando um ERP.

Para algumas empresas, essa necessidade de contar com uma ferramenta mais robusta e moderna pode ser visto como desvantagem, pois ela demanda um grande investimento inicial.

Em contrapartida, pensando a longo prazo, o investimento é baixo se comparado com os benefícios que a inteligência fiscal pode oferecer.

Conte com uma assessoria para tornar o processo mais eficiente!

A inteligência fiscal é um conjunto de ações que permite uma melhor organização e seguimento das obrigações legais das empresas. Ao evitar custos desnecessários, aumenta a competitividade do negócio, permitindo melhorar processos visando obter melhores resultados.

Caso você tenha dúvidas sobre como colocar em prática a inteligência fiscal na sua empresa, a Segato Contabilidade fornece uma assessoria contábil completa e pode ser uma ótima opção para sua empresa!

Afinal,  nós contamos com profissionais especializados no assunto, que podem dar dicas muito úteis para melhorar suas ações fiscais, e oferecemos um planejamento customizado e formatado para a sua realidade.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas para entender como a Inteligência Fiscal vai colocar sua empresa em outro nível! E se você quiser saber mais sobre contabilidade, continue na nossa Central Educativa!

auditoria fiscal e tributária

Auditoria Fiscal e Tributária: por que sua empresa precisa dela?

A carga tributária representa um dos principais custos das empresas no Brasil. A quantidade de tributos somada às frequentes alterações e à complexidade da legislação fiscal transformar o país em um intrincado labirinto, o que reforça a necessidade de um atento e criterioso planejamento tributário. E ainda, no meio de todo esse labirinto, as empresas acabam pagando impostos indevidos.

É preciso, portanto, não só definir uma estratégia precisa para proteger e blindar sua empresa perante ao fisco, mas também utilizar-se desta questão para que, dentro da legalidade, seja possível se beneficiar com opções tributárias que reduzirão a pesada carga e trarão resultados econômicos para a empresa.

Por que realizar uma auditoria tributária?

A auditoria tributária, também chamada de auditoria fiscal, tem como objetivo principal analisar se todas as obrigações tributárias estão sendo seguidas de forma correta pela empresa. 

De forma simples e direta, pode-se dizer que a auditoria tributária proporcionará ao empresário e diretores um parecer e uma posição sobre as práticas adotadas pela empresa. O objetivo da auditoria tributária é examinar e avaliar a eficiência e a eficácia dos procedimentos e controles adotados para a operação, o pagamento e a recuperação de impostos e qualquer outro ônus de natureza fiscal e/ou tributária que incida sobre as operações da empresa.

Dessa forma, a auditoria tributária serve para assegurar às pessoas interessadas de que a empresa está em conformidade e analisar se há melhores caminhos ou práticas – tanto para a proteção da empresa perante ao fisco, quanto para o melhor planejamento tributário.

Por que minha empresa deveria realizar uma auditoria tributária?

Simplesmente pelo fato de que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% das empresas no Brasil pagam impostos indevidamente – ou deixam de entregar suas obrigações acessórias da forma correta.

No competitivo mundo empresarial, em que cada empresa busca de alguma forma obter diferenciais para ter êxito em seus negócios e atingir os resultados esperados, as informações geradas pela contabilidade são uma possibilidade de encontrar a diferenciação e oferece estratégias inovadoras e de impacto no dia a dia de sua empresa.

Nesse sentido, as empresas, de qualquer porte ou segmento, devem buscar o auxílio da auditoria, a fim de identificar possíveis contingências nos registros contábeis que estejam inviabilizando a continuidade e o crescimento dos negócios.

As 4 principais vantagens de se realizar uma auditoria tributária

1. Controle interno

A auditoria tributária deve, acima de tudo, ser vista como uma ferramenta de controle interno. É responsabilidade do gestor ter consciência e controle das obrigações fiscais e tributárias da empresa, e somente por meio da auditoria, será realmente capaz de responder pela segurança e proteção do negócio – ou seja, se a empresa está em compliance tributário.

2. Recuperação de impostos

Por descuido da gestão tributária ou falta de informação, muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deviam. Como mencionado no tópico anterior, cerca de 95% das empresas pagam impostos de forma indevida. No entanto, esses impostos pagos indevidamente podem ser recuperados. Para isso acontecer, é preciso que a auditoria identifique e rastreie esses valores para que seja possível reavê-los.

3. Riscos tributários

Com a análise da auditoria, a possibilidade de consulta e um planejamento consistente e profissional, você elimina da sua empresa a vulnerabilidade aos riscos de passivos tributários, que podem causar transtornos e impedir a continuidade da empresa.

4. Controle de processos legais

A empresa poderá ter melhor conhecimento do andamento de processos legais e entender como lidar com esses processos para que eles tenham um encaminhamento adequado e não causem mais problemas.

De forma resumida, a auditoria tributária é uma das principais formas de organizar o planejamento da sua empresa. Se você quer se manter atualizado quanto às principais ferramentas que podem ajudá-lo, entre em contato com nossos consultores. A Segato tem vasta expertise na área de Auditoria, principalmente voltada à parte fiscal-tributária.

Faça auditoria fiscal e tributária!

A auditoria fiscal e tributária é uma excelente ferramenta de controle interno, a qual possibilita ainda que impostos indevidamente pagos sejam revisados, a fim de tomar as devidas providências. 

Além da análise de riscos e controle de processos legais essa auditoria verifica se todas as obrigações tributárias estão sendo cumpridas de forma adequada pela empresa.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que tornam a auditoria fiscal e tributária tão importante no cenário empresarial,  não deixe para buscar realizá-la depois. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas sobre essa auditoria.

riscos tributários

Como Proteger sua Empresa dos Riscos Tributários?

Quem já trabalha com aspectos relacionados à gestão e operação corporativa sabe bem como a legislação fiscal pode ser complexa e burocrática. Além disso, todo negócio envolve riscos. 

Portanto, adotar uma postura para mitigar riscos tributários é algo indispensável para o fluxo das atividades em qualquer empresa, de qualquer porte.

A alta e complexa carga tributária do Brasil dificulta a gestão das empresas. 

A prova de tudo isso é que, além do próprio pagamento dos impostos, o contribuinte precisa atender a diversas obrigações acessórias, desde as mais tradicionais, como a escrituração de registros contábeis, até as mais complexas, como as declarações eletrônicas dos SPED’s (Sistema Público de Escrituração Digital).

Em todos os casos, a gestão tributária precisa ser prioridade para os gestores, pois, quando feita de forma ineficiente, pode prejudicar a operação de uma empresa. 

Grandes empresas já faliram por não atribuir a devida importância ao cumprimento de suas obrigações fiscais.

Riscos tributários

Na prática, os riscos tributários estão relacionados a todos os processos internos de uma empresa que são executados em desconformidade com o que determina a legislação tributária. Ou seja, é a atuação empresarial deficiente, em que não se dá a devida atenção ao cumprimento correto das obrigações — sejam elas principais ou acessórias.

Na maioria dos casos, os riscos tributários se originam da falta de organização do contribuinte. A ausência de controle sobre as movimentações e a falta de documentação das atividades, por exemplo, figuram como causas comuns dos riscos. Isso pode criar diversos problemas, como pagamentos de imposto em valor menor, confusão operacional e superavaliação patrimonial, abrindo margem para que a fiscalização lavre autuações, multas e até ingresse com medidas judiciais contra o contribuinte.

Os principais riscos de uma gestão tributária ineficiente, na qual não há o controle, organização e expertise necessária, são:

  • Pagamento incorreto de tributos;
  • Falta de controle de pagamentos dos impostos;
  • Endividamento desnecessário;
  • Regime Tributário incorreto;

Entretanto, além dos riscos tributários advindos de falta de controle ou erros internos, é válido ter noção dos principais riscos tributários:

  • Distribuição disfarçada de lucro;
  • Confusão entre patrimônio pessoal e empresarial;
  • Desconsideração de operações;
  • Planejamento tributário abusivo e evasivo;
  • Sonegação fiscal;

Passivos fiscais e penalidades aplicadas

A multa e os juros são aplicáveis na maior parte dos casos em que ocorre atraso, falta de controle interno ou apresentação das declarações

Porém, as situações elencadas acima são passíveis de penalização bem mais severa pelo fisco, sobretudo quando o assunto é sonegação fiscal ou distribuição disfarçada de lucro

Nesse cenário, os riscos fiscais podem indicar desconsideração da personalidade jurídica da empresa, multa direta aos representantes e gestores e até mesmo criminalização das condutas – trazendo passivos ocultos de ordem tributária inimagináveis e incomensuráveis para a empresa.

Gerenciamento dos riscos

Por parte dos gestores da empresa, é imprescindível uma conduta conservadora diante de tantos riscos tributários. É necessária uma postura de proteção e acima de tudo de blindagem perante a situações como essa. 

O controle das demonstrações contábeis e dos demais registros fiscais devem sempre ser acompanhados de perto, de modo a garantir o nível de excelência, blindagem e proteção da companhia.

Os métodos para gerenciamento de riscos tributários são:

  • Planejamento tributário e auditoria fiscal recorrentes e frequentes.
  • Controle das provisões financeiras;
  • Atualização constante da legislação tributária;
  • Sistema tecnológico bem parametrizado;

Como se proteger dos Riscos e de Passivos Tributários?

A solução é terceirizar a contabilidade, contratando uma empresa especializada, a qual detém o aparato necessário e os profissionais preparados para gerir as questões tributárias da empresa, eliminando eventuais riscos a partir de uma contabilidade moderna e consultiva.

Este suporte, além disso, pode ser estendido para os casos em que a empresa busca um novo projeto, mas não entende como funciona a tributação nessas situações e cenário. Certamente, é uma garantia mais que necessária para a redução de custos e de riscos tributários.

E então, leitor? O que achou deste artigo? Entre em contato com a Segato e proteja 100% do seu patrimônio, mitigando os riscos e se livrando de passivos fiscais e tributários.

holding familiar

O que é uma holding familiar?

O termo “holding” vem do inglês “to hold”, que pode ser traduzido como manter. Trazendo para o mundo dos negócios, a palavra é utilizada para descrever uma organização criada para adquirir participações societárias em outras empresas – como cotista ou acionista.

Uma holding pode ser pura, visando unicamente ter participação em outras sociedades, ou mista, quando também existe objetivo operacional com fins lucrativos.

O holding familiar é um dos vários tipos de holding possíveis de serem criados. E é sobre ele que falaremos neste conteúdo. Boa leitura!

O que é uma holding familiar?

Trata-se de um conceito de entidade jurídico que foi criado para controlar o patrimônio de pessoas físicas que fazem parte de uma mesma família. Em outras palavras, é uma sociedade composta por membros da família responsável por gerenciar e administrar o patrimônio, seja participações em outras empresas, imóveis e diversos outros tipos de investimentos.

No momento em que a sociedade é constituída, todos os bens do grupo são integralizados no capital social da holding familiar. Depois disso, são criadas as ações ou quotas sociais, bem como as cláusulas restritivas para evitar que a empresa seja alienada e penhorada, por exemplo.

O principal objetivo da holding familiar é proteger e blindar os ativos já conquistados pela família, especialmente em caso de dívidas futuras e outros fatores que podem levar à perda do patrimônio.

As vantagens desse tipo de holding não param por aí. Falaremos mais sobre isso a seguir, confira!

Quais são os benefícios da holding familiar?

A holding familiar conta com 4 principais benefícios. São eles:

1. Planejamento financeiro

Ao concentrar o patrimônio da família, o objetivo é manter a harmonia nas finanças, bem como facilitar a gestão coletiva e delinear a participação de cada membro na sociedade. Com essas informações claras, é possível estabelecer uma política de investimentos e distribuição de lucros.

É preciso, porém, ter um planejamento orçamentário bem elaborado, especialmente quando há muitas pessoas envolvidas na holding familiar. Caso contrário, a saúde do negócio pode ficar prejudicada.

2. Planejamento tributário

Uma das principais vantagens da holding familiar é o fato de contar com incentivos fiscais através da redução da carga tributária. Isso ocorre porque o seu capital social é constituído pelos bens das pessoas físicas e participações societárias.

Uma vez que os tributos são menores, os lucros são maiores. Além disso, os valores divididos entre os sócios são isentos de Imposto de Renda – o que torna essa modalidade ainda mais lucrativa.

3. Perpetuação do patrimônio

Uma holding familiar, se operada adequadamente, conta com um conjunto de ações que defendem o patrimônio pessoal contra contingências externas.

Inclusive, ela conta com uma espécie de blindagem dos bens em caso de separação litigiosa, divórcio ou união estável em paralelo a casamentos formais.

4. Planejamento sucessório

Outra vantagem da holding familiar diz respeito à sucessão de bens, que é muito mais fácil e menos burocrática. Para isso, porém, é preciso que as regras estejam estabelecidas no contrato social.

As quotas ou ações podem ser doadas em favor dos sucessores com reserva de usufruto, por exemplo. Isso elimina a necessidade de inventário ou partilha – que, além de estressante, pode afetar o desenvolvimento da empresa.  

Será que vale a pena ter uma holding familiar?

Os benefícios desse tipo de holding são diversos, especialmente no que diz respeito à centralização do patrimônio familiar, facilitando a gestão coletiva. Na Segato, temos diversos cases de sucesso de famílias e empresários que concentraram seus patrimônios e investimentos em holdings e hoje desfrutam de otimização de recursos financeiros, segurança, proteção do patrimônio e melhor planejamento tributário visando a economia de impostos. 

Por se tratar de um assunto amplo e complexo, é necessário abordar outros aspectos importantes sobre ele em outros conteúdos aqui na nossa Central Educativa. Desta forma, você se sentirá mais seguro para aderir – ou não – a essa modalidade!

Aguarde nossas próximas publicações!

como calcular o preço de venda

Como funciona a formação do preço de venda?

A formação do preço de venda é um processo que, se realizado de forma adequada, oferece benefícios para os negócios e também para seus clientes. Ele consiste em definir um valor para um produto ou serviço na hora de lançá-lo ou por uma necessidade de adequação ao cenário econômico.

Para realizar a formação do preço de venda, é essencial que o empresário largue mão de suposições ou achismos. Um valor justo deve ser definido baseando-se nos custos da empresa, na realidade do mercado e no lucro que se espera ganhar.

Nesse artigo, mostraremos como definir um preço de venda que seja adequado aos seus custos e atraente aos seus clientes. Boa leitura!

Como definir o preço de venda?

Para a formação de preço de venda é preciso levar em consideração alguns fatores. Deve-se analisar, por exemplo, qual foi o investimento realizado para criar e disponibilizar determinada mercadoria ou para permitir que o serviço seja executado.

Nesse cenário, é preciso levar em consideração alguns dados, como:

  • Custos de produção;
  • Salários dos funcionários, em especial aqueles envolvidos nesse processo, como vendedores e desenvolvedores;
  • Despesas fixas e variáveis, incluindo aluguel do imóvel, luz e comissões.

A dificuldade em relação à formação do preço de venda está justamente em encontrar o equilíbrio entre todos esses custos sem tornar o valor do produto abusivo ou muito acima do praticado no mercado.

Isso significa que o preço de venda deve cobrir os investimentos realizados, para que a empresa não fique no prejuízo, e, ao mesmo tempo, ser justo para o consumidor.

Por este motivo, é preciso incluir outros fatores no momento do cálculo, como a realidade do público-alvo do produto ou serviço. Além disso, deve-se levar em consideração eventuais descontos a serem concedidos no momento do lançamento ou em datas especiais ao longo do ano, por exemplo.

Outra maneira de realizar a formação do preço de venda é baseando-se no mercado e avaliando como a concorrência está atuando. Dessa forma, o que está sendo oferecido pela empresa não fica muito fora da realidade.

Porém, mesmo nesse caso, os custos de produção e entrega devem ser listados, pois, como dissemos, é preciso pensar no fluxo de caixa.

Suponha que, após toda essa análise, chegue a um preço de venda 15% acima do praticado no mercado. Como a competitividade é alta, é preciso ter algum diferencial palpável para que seja possível cobrar um preço acima da concorrência.

Existe, ainda, outras informações indispensáveis nesse processo, como a margem de lucro. Ela pode ser fixada por produto, por hora de serviço ou atividade ou, ainda, sob forma de percentual sobre as vendas. Isso, porém, cabe a cada empresa definir de acordo com os seus objetivos a longo prazo.

A importância de entender a formação do preço de venda

Não é uma tarefa fácil realizar o cálculo do preço de um produto ou serviço. É preciso analisar os custos envolvidos, se adequar às práticas de mercado e, ainda, adicionar o lucro esperado.

Porém, esse entendimento é necessário, tendo em vista que é ele que garantirá as vendas e os resultados do negócio.

Este conteúdo foi útil para você? Continue na nossa Central Educativa e confira nossos outros artigos!

Lucro Real ou Lucro Presumido

Lucro Real ou Lucro Presumido? Entenda as diferenças

Antes mesmo de iniciar as atividades, qualquer empresa precisa avaliar qual regime tributário é mais apropriado para o seu negócio. Nesse cenário, é comum haver dúvidas entre Lucro Real ou Lucro Presumido. Afinal, eles apresentam algumas características parecidas.

É essencial conhecer as especificações de cada um para não pagar taxas e impostos a menos ou a mais e, assim, ter problemas no futuro.

Nesse artigo, apresentaremos as diferenças entre Lucro Real e Lucro Presumido para auxiliar na sua tomada de decisão. Boa leitura!

O que é Lucro Real?

Trata-se de um regime tributário em que os impostos são calculados em cima do valor do lucro líquido, ou seja, que resulta da diferença entre receita, custos e despesas. Ao optar por esse regime, a empresa terá o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) baseando-se no lucro efetivamente auferido.

Caso, por exemplo, a empresa apure prejuízos ao longo do ano, ficará dispensada do recolhimento desses tributos.

A cobrança pode ser mensal ou trimestral, ficando a encargo do empresário escolher a forma mais adequada.

  • A cobrança mensal ocorre quando a opção é pelo Lucro Real Anual. Neste caso, são realizados adiantamentos com base no faturamento mensal. Eventualmente, os valores pagos podem ser superiores aos tributos devidos, gerando créditos;
  • No pagamento trimestral, o IRPJ e a CSLL são calculados de acordo com o resultado apurado no final de cada trimestre civil, de forma isolada. Isso significa que serão realizadas quatro apurações definitivas ao longo do ano.

O primeiro passo para efetivar esse cálculo é ter a certeza de que o seu setor de contabilidade já calculou e chegou ao resultado do seu lucro líquido. Isso porque, como dissemos, é esse valor que vai servir como base para o cálculo, uma vez que dele serão descontados os valores dos impostos referentes.

O próximo passo é calcular o quanto, em valores, será descontado e destinado a cada impostos. Os valores são os seguintes:

  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ): 15% para o lucro apurado. Se o lucro apurado for maior que R$ 20.000,00 mensais, deve-se aplicar 10%, sobre o excedente.  

Ex:  A empresa XPTO obteve um lucro de R$ 80.000,00 no mês. 

A- Sobre o lucro, aplica-se 15% = R$ 12.000,00

B- Como o lucro do mês excedeu o valor de R$ 20.000,00, subtrai-se esta parcela do lucro. R$ 80.000,00 – R$ 20.000,00 = R$ 60.000,00. Sobre este valor aplica-se o adicional de 10%, R$ 60.000,00 x 10%, chegando a um valor de R$ 6.000,00.

C- Soma-se R$ 12.000,00 (A) com R$ 6.000,00 (B), chega-se a um valor total de R$ 18.000,00 de IRPJ a pagar no mês sobre o lucro.

  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): 9% sobre o lucro.

O cálculo do PIS e COFINS é feito sobre o regime não-cumulativo. No caso, a alíquota é de 9,25% sobre o faturamento e é possível descontar créditos calculados com base em fatores como:

  • Consumo de energia elétrica;
  • Valor dos insumos adquiridos e matéria-prima;
  • Depreciação de ativos.
  • Demais Custos ligados diretamente ao produto/serviço produzido, exceto folha de pagamento.

É claro que aqui estamos mostrando de maneira bem simplificada, mas, como sempre alertamos, este tipo de cálculo é muito importante para a sua empresa e deve ser feito pelo setor de contabilidade da mesma.

Nunca deixe de contar com um excelente contador, ainda mais no que se refere ao pagamento de impostos, pois o risco de multas e fiscalizações da Receita Federal e dos órgãos governamentais é elevado, ainda mais no regime de Lucro Real.

Devem ser enquadradas ao Lucro Real as empresas que tiveram receita bruta superior a R$ 78 milhões no ano anterior, assim como bancos e corretoras de título, que são obrigatórios, independentemente dos valores. Negócios com lucros lineares podem se beneficiar deste modelo.

O que é Lucro Presumido?

No regime de Lucro Presumido, a apuração do IRPJ e da CSLL é calculada em cima de uma margem de lucro pré-fixada pela legislação e conforme a atividade realizada pela empresa. 

Isso significa que o negócio fica dispensado do cálculo do lucro auferido, exceto em situações como:

  • Ganho de capital;
  • Ganhos com aplicações financeiras.

Para comércios e indústrias, o percentual de presunção é de 8% sobre a receita bruta, enquanto para atividades relacionadas a serviços, a margem chega a 32%.

A vantagem desse regime é que, mesmo que a empresa obtenha lucro maior, a presunção continuará sendo a mesma. Em contrapartida, caso ela seja inferior, não é possível reduzir a taxa cobrada.

Neste caso, o PIS e a COFINS são apurados pelo regime cumulativos dessas contribuições, sendo a alíquota total de 3,65% sobre o faturamento. O empresário fica vetado de abater créditos do valor, diferentemente do Lucro Real.

Afinal, qual é melhor: Lucro Real ou Lucro Presumido?

Depende do tipo de negócio e do lucro obtido. Logo, antes de escolher entre Lucro Real ou Lucro Presumido, é essencial fazer cálculos, levando em consideração os diversos tributos que incidem sobre o empresário, como:

  • IRPJ;
  • CSLL;
  • COFINS;
  • PIS:
  • IPI;
  • ISS;
  • ICMS;
  • INSS.

Além disso, é preciso pensar não somente na otimização financeira, mas fazer a escolha de acordo com as limitações legais de cada regime. Com isso, você tem a certeza de que estará dentro da lei e pagando o que é justo, e claro, com a máxima proteção do patrimônio de sua empresa.

Para saber qual o regime tributário mais adequado para a sua empresa, entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas!

assessoria contábil

Por que contratar uma assessoria contábil para minha empresa?

A palavra Assessoria tem origem no latim, da palavra Assessare, que significa “sentar ao lado de”. Ao longo da formação da língua portuguesa, o termo ficou mais ligado ao ato de auxiliar algo ou alguém.

Pensando na origem, fica claro que qualquer serviço de assessoria tem como finalidade ajudar uma empresa ou profissional com determinada tarefa. No caso da assessoria contábil, a demanda é ligada a:

  • Números e indicadores de desempenho;
  • Questões fiscais;
  • Balanços de receita e despesas;
  • Demonstrativos financeiros.
  • Questões trabalhistas;
  • Proteção Societária;

A prestação do serviço de assessoria contábil é algo que requer especialização e experiência. Por isso, os encarregados dessa tarefa costumam ser formados na área de contabilidade, administração de empresas e economia. 

O objetivo principal é auxiliar as empresas, “sentar ao lado” da equipe do financeiro e trabalhar para que ela possa operar no mercado com suas demandas de finanças em ordem.

Contabilidade é assunto sério, especialmente para manter a saúde financeira corporativa em dia. Por isso, muitas empresas optam pela contratação de uma assessoria contábil para atuar com plena consciência da situação econômica da instituição. 

No artigo de hoje você vai entender mais sobre o papel dos assessores contábeis e por que as empresas devem contar com esse tipo de serviço. Confira!

O que é uma assessoria contábil?

A assessoria contábil atua em diferentes frentes, sendo bastante focada no cumprimento das obrigações fiscais e tributárias de uma instituição. 

As empresas contábeis e seus profissionais atuam cumprindo um papel importante, que é de auxiliar no controle e conhecimento das movimentações financeiras e na tomada de decisões estratégicas envolvendo este universo. 

De forma simples, podemos dizer que o papel dos contadores é analisar, identificar e controlar todas as questões que envolvem as finanças empresariais. 

A assessoria contábil fica responsável pela análise e compilação de dados para entregar aos gestores um panorama completo sobre a situação financeira da empresa.

Esse serviço acaba servindo como uma espécie de tradução, ou seja, as informações captadas são entregues aos gestores em uma linguagem mais clara e objetiva. Isso tem o propósito de facilitar a compreensão do cenário financeiro e auxiliar na tomada das melhores decisões.

E além disso, serve também como DOUBLE-CHECK para o gestor responsável pela instituição. Uma vez que a assessoria valida e checa tudo o que é produzido internamente, com a segurança e a proteção de um profissional experiente nas mais áreas.

Por quê é necessário tanto cuidado com a contabilidade?

A assessoria contábil não presta serviços apenas para auxiliar a empresa, mas sim para que ela possa cumprir com obrigações previstas em lei. 

Dentro do Código Civil está determinado que os empresários e sociedades anônimas são obrigados a seguir um sistema de contabilidade. É com base nessas informações que são determinados fatores como impostos e regime de atuação da empresa. 

Por se tratar de um assunto complexo e que necessita de conhecimento técnico, as empresas devem olhar para a assessoria contábil como um serviço necessário, tanto para sua saúde financeira quanto para respeitar as leis.

O que faz a assessoria contábil?

Sua função é dar suporte para as atividades empresariais e entregar inteligência para lidar com algo que causa calafrios nos gestores: a burocracia.

De acordo com o Banco Mundial, o Brasil é o país mais burocrático do mundo. A FENACON (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis) estima que as instituições brasileiras gastam cerca de 2 mil horas e 60 bilhões de reais apenas com a burocracia tributária. O Brasil impõe às empresas:

  1. 63 tributos;
  2. 97 obrigações acessórias;
  3. 3790 normas na planilha de impostos.

São tantos dados que, geralmente, os contadores acabam conhecendo mais sobre as questões financeiras e contábeis de uma empresa que seus próprios gestores.

Quais são os serviços prestados?

Assessoria fiscal

Auxílio para administrar todos os impostos que uma empresa deve pagar. Existem diversos detalhes envolvendo os tributos empresariais. Um bom exemplo é o ICMS, que possui alíquotas diferenciadas em cada estado e diversas faixas tarifárias (que variam de acordo com a atividade da empresa e seus produtos/serviços).

Além do recolhimento de impostos, a assessoria contábil dá uma força para outras demandas importantes, como emissão de notas fiscais.

A assessoria contábil pode interferir até na área de TI, já que muitas ferramentas digitais facilitam a captação de dados fundamentais para dimensionar corretamente os parâmetros das operações fiscais. 

Alterações contratuais

Mudar contratos é algo que pode envolver bastante burocracia. Por isso, a assessoria de contabilidade cuida desses detalhes para a empresa certificar-se de que todas as mudanças que envolvem o aspecto contábil estão em conformidade.

Esse tipo de serviço é muito utilizado quando há:

  • Inclusão de sócios;
  • Alterações de capital;
  • Mudança no objeto social da empresa;
  • Alteração de endereço. 

Produção e averiguação de documentos contábeis

Quem trabalha com administração empresarial com certeza já ouviu falar nos famosos balanços financeiros e documentos de contabilidade.

Os balanços são documentos produzidos anualmente. Neles estão contidas as informações vitais sobre a situação financeira da empresa, as variações de patrimônio e os resultados obtidos durante o ano-calendário. 

É com base nessas informações que são executadas as principais tomadas de decisão dos gestores, por isso, eles devem ser extremamente precisos.

Além dos balanços, outros documentos e demonstrativos contábeis que pertencem ao universo empresarial são manejados pela assessoria contábil, dentre eles estão:

  • Livro diário;
  • Composição de saldo das contas;
  • Conciliações bancárias.
  • Atender às normas de Contabilidade – CPC’s
  • Atender à Receita Federal e o Regulamento do Imposto de Renda

Abertura e legalização de empresas

Tudo que é necessário para abrir uma empresa e deixá-la em conformidade com a lei também é da competência da assessoria contábil.

Com base nas informações fornecidas pelos empreendedores, a equipe de contabilidade consegue encontrar a categoria tributária ideal para a empresa que está surgindo. 

Além dessa definição, a assessoria se encarrega de registrar o contrato social e adequar as informações junto aos órgãos federais, estaduais e municipais. 

Folha de pagamento

Todas as questões envolvendo as políticas de remuneração e obrigações trabalhistas ficam sob a tutela dos contadores. Destacam-se os seguintes pontos:

  1. Administração da folha de pagamento;
  2. Cálculos para desligamento de funcionários;
  3. Distribuição dos lucros;
  4. Cálculos de 13º e férias;
  5. Pró-labore.

Quando contratar uma assessoria contábil?

A melhor resposta para a pergunta é: sempre! Como você pôde observar, a assessoria contábil é necessária antes mesmo de uma empresa abrir suas portas. Sendo assim, é fundamental refletir sobre como esse serviço é importante, não deixando para contar com ele apenas quando a situação fiscal da empresa está em desordem.

A assessoria contábil fornece informações vitais para a tomada de decisões, para um melhor posicionamento estratégico e financeiro da empresa.

Se você é administrador de uma empresa e tem receio até de pensar em contabilidade, saiba que existem equipes preparadas para tornar essa tarefa simples e certeira!

auditoria interna

A importância da Auditoria Interna

Uma das principais preocupações das empresas é com seus processos internos. Eles são importantes para negócios que querem manter as responsabilidades sociais empresariais em suas diretrizes.

Conforme a empresa expande e sua atuação cresce, em muitos casos é preciso assegurar o respeito às normas e a todas as diretrizes empresariais. Mas como averiguar esse alinhamento?

A resposta vem em forma de um procedimento muito importante, a auditoria interna.  No artigo de hoje você vai entender mais sobre a sua importância, quando ela se faz necessária e o que é analisado. Boa leitura!

O que é e para que serve a auditoria interna?

A auditoria interna é uma técnica de revisão, uma forma de assegurar e proteger procedimentos e encontrar pontos que fogem à conformidade processual estabelecida pela empresa.

Sua principal função é fazer uma análise da atuação empresarial nos mais diversos setores, com foco na identificação dos erros e acertos que um empreendimento apresenta ao exercer suas atividades. 

Em termos simples, podemos dizer que é um check-up da empresa, abordando os processos de forma holística. E ela não serve apenas para detectar inconformidades com procedimentos, mas também para analisar a capacidade de produção e a confiabilidade das informações transmitidas aos stakeholders. 

Esses são os conceitos básicos de auditoria. Ela é classificada como interna quando a empresa dispõe de funcionários treinados para executar essas funções. Quando há a contratação de uma empresa terceirizada, o processo é conhecido como auditoria externa. 

O que faz a auditoria interna?

Ao contrário do que muitos pensam, a auditoria interna não tem caráter punitivo, mas sim educativo. Ela é fundamental para melhorar a gestão corporativa, já que seu objetivo principal não é apontar erros, mas sim monitorar o que ocorre internamente para obter eficiência e evitar que deslizes ocorram.

Ela atua verificando algumas ações, como:

  • Balanços financeiros;
  • Cumprimento das normas de regulamentação das atividades;
  • Responsabilidade fiscal;
  • Atuação de equipes e líderes setoriais;
  • Processos adotados;
  • Compliance e Accountability (Prestação de Contas).

Ao longo do tempo de atividade, a empresa se movimenta, faz mudanças e adota novas tecnologias e tendências de mercado e gestão. Tudo isso é aferido pela auditoria, afinal, é preciso encaixar qualquer tipo de inovação dentro das conformidades e da política empresarial.

O foco é manter tudo em seu lugar e garantir que uma instituição tenha um crescimento (ou apenas continuidade de atuação) saudável e longe de erros operacionais, fiscais, contábeis etc.

Quando uma auditoria interna é necessária?

A resposta ideal é: sempre. A auditoria interna, por ser uma atividade realizada por funcionários da empresa, deve ser um processo contínuo de avaliação. Essa forma de atuar assegura uma continuidade de acertos, afinal, não é preciso detectar que algo está errado para começar a analisar como a empresa atua.

O fato é que muitas empresas recorrem à realização de auditorias apenas quando erros se tornam perceptíveis. Outras preferem executá-las como “exames periódicos”. Não há regras para definir a periodicidade, sendo que algumas empresas optam por realizar auditorias menores e setorizadas, passando pelo processo várias vezes ao ano.

Geralmente, as auditorias internas de grande porte ocorrem anualmente, na maioria dos casos, próximos ao fim das atividades do ano. É o famoso momento de reflexão e análise, se preparando para o próximo ano e buscando otimizar seus processos. 

O que é avaliado em uma auditoria interna?

Isso vai depender da forma como a auditoria interna foi estruturada. Ela pode ser segmentada, focando em um determinado setor ou operação, ou completa, analisando todos os fatores importantes para a atividade empresarial.

Em linhas gerais, uma auditoria interna foca em:

  1. Avaliar os processos de produção;
  2. Conferir o respeito às regulamentações internas e políticas empresariais;
  3. Analisar todos os documentos fiscais e contábeis;
  4. Atestar o cumprimento das normas técnicas determinadas para a atividade da empresa;
  5. Verificar a atuação das pessoas, especialmente no trabalho das lideranças;
  6. Averiguar a saúde financeira da empresa;
  7. Gerenciar e mapear os riscos internos.
  8. Proteção e mitigação de riscos de passivos ocultos.

Principais tendências para a área:

Assegurar

A segurança continua sendo o principal papel da auditoria interna. Contudo, os riscos envolvidos são mais amplos e devem ser tratados em tempo real. Embora a segurança seja uma prioridade da área, não deve ser o limite. Na Auditoria Interna 3.0, os requisitos dos públicos de interesse podem ser atendidos por meio de inovação e tecnologia.

Aconselhar

Consultoria sobre a gestão eficiente de controle, iniciativas de mudanças, melhorias na gestão de risco e estruturação de mecanismos de segurança são ações da auditoria interna esperadas pelos diversos públicos de interesse. Mesmo em questões que abrangem a independência, no novo cenário, atividades podem respeitar esse tópico e auxiliar os negócios, promovendo objetividade, integridade e profissionalismo.

Antecipar

No futuro a auditoria interna alerta sobre o que poderia fugir dos planos e as formas de atenuar dificuldades, bem como introduzir o senso de risco e as soluções para mitigá-los, ajudando no melhor monitoramento e antecipação de riscos emergentes.

Qual a importância de uma auditoria em uma empresa? 

A auditoria interna fornece aos gestores empresariais informações fundamentais para analisar como a empresa atua e de que forma isso está ocorrendo. Ela é tão importante quanto os exames de rotina que uma pessoa faz (ou deveria fazer) uma vez ao ano.

Pense realmente como se fosse exames de rotina, uma oportunidade de averiguar cada detalhe vital da atividade corporativa e analisar se elas estão atuando de maneira “saudável”, ou seja, em conformidade com aquilo que a empresa pretende exercer.

Quando algo foge à normalidade, a auditoria interna consegue detectar e auxiliar os gestores no processo de tomada de decisão. Ela age como uma espécie de consultor para conter os erros e otimizar o modus operandi adotado pela instituição.

Por ter um caráter analítico e, ao mesmo tempo, crítico e educativo, é fundamental que exista imparcialidade na atuação, ainda mais quando se trata de um auditor interno.

Ele deve agir como um juiz, não demonstrando parcialidade em suas análises e apontando as responsabilidades de cada profissional de forma isenta. Por essa razão, muitas empresas acabam adotando auditorias externas como meio de complementar o que é atestado internamente.

Mas isso não é uma regra, na verdade, um auditor com alto grau de profissionalismo sabe como sua atuação deve ser feita e como evitar que suas análises sejam deturpadas pela proximidade com os auditados. 

Conte com o auxílio de uma equipe especializada!

Em resumo, a auditoria é um processo necessário, saudável e capaz de orientar a empresa para um crescimento e fortalecimento de mercado. 

Sua função analítica gera informações estratégicas, fundamentais para construir um negócio mais forte e que se mantém em conformidade com as responsabilidades sociais empresariais, que são muito importantes.

Para poder crescer com segurança, é importante que as instituições contem com parceiros importantes, como por exemplo a Segato. Temos mais de 30 anos de experiência na área de auditoria interna, para a empresa manter sua saúde financeira e fiscal em dia, sem sustos ou erros que podem custar caro. 

Gostou do conteúdo? Aproveite para deixar seu comentário e compartilhar suas experiências com a realização de auditorias internas e externas na empresa que você atua!

quanto custa um funcionário

Quanto realmente custa um funcionário para a empresa?

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Criamos uma planilha para realizar o cálculo de custo do seu funcionário de forma fácil e intuitiva. Clique no Botão para Baixar.

É comum as empresas não saberem fazer os cálculos exatos para determinar quanto custa um funcionário. Afinal, não é somente o salário que deve ser levado em consideração, mas também todos os encargos aos quais ele tem direito.

Realizar a gestão desse processo financeiro é essencial para se manter dentro da lei. Caso contrário, a empresa estará propensa a diversas consequências, incluindo processos e multas.

Nesse artigo, você descobrirá, afinal, quanto custa um funcionário. Conhecerá todos os gastos envolvidos e, desta forma, aprenderá a calcular o valor exato

Abordaremos, ainda, as consequências de não cumprir a legislação e faremos um comparativo entre CLT e PJ. Boa leitura!

Quanto custa um funcionário?

Manter uma equipe não envolve apenas pagar o salário. Existem outros gastos que a empresa precisa arcar para cumprir com as leis trabalhistas.

Pelas regras da CLT, o colaborador tem direito a:

  • Férias;
  • 13° salário;
  • Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

O vale-transporte é uma obrigação coletiva e, portanto, não deve ser incluído no salário, mas sim pago à parte. Neste caso, deve-se calcular quantos ônibus são utilizados por dia e multiplicar por 22 (que é a média de dias úteis por mês). Para esse benefício, o colaborador contribui com 6% do seu salário.

Veja o exemplo:

  • Supondo que a passagem custa R$ 3,00 e ele utiliza ônibus para ir e voltar do trabalho;
  • Por dia são R$ 6,00;
  • Por mês, R$ 132,00;
  • Se o funcionário recebe de salário R$ 1.000,00, o seu desconto será de R$ 60,00, ficando o restante para o empregador assumir.

Benefícios como vale-alimentação são definidos de acordo com a categoria e o preço médio para se almoçar na cidade.

Além desses valores, existem os chamados encargos sociais, que a empresa paga para órgãos diversos. Eles variam conforme o regime tributário adotado pelo empreendimento.

Como é feito o cálculo do custo de um funcionário?

As taxas e valores que devem ser pagos pelas empresas são estipulados de acordo com o regime que ela segue.

Simples Nacional

Muito utilizado entre as micro e pequenas empresas, conta com alíquotas mais brandas. Além disso, isenta as empresas de pagarem os encargos referentes ao INSS patronal, salário educação, seguro acidente de trabalho (SAT) e contribuições ao SEBRAE, SENAI, SESI ou Incra.

Imagine que o funcionário receba um salário-base de R$ 1.000,00. Deve-se somar a ele:

  • 8% de FGTS por mês – R$80,00;
  • Férias – R$ 1.000,00 (valor anual);
  • 1/3 sobre férias – R$333,33 (valor anual);
  • 13° salário – R$ 1.000,00 (valor anual);
  • 8% de FGTS do valor anual – R$ 186,67;
  • Provisão Mensal – R$ 210,00.

Soma-se, ainda, o valor do vale-transporte e vale-alimentação mensais, que, vamos supor que seja, respectivamente, R$ 132,00 e R$ 220,00.

O total é de R$ 1.642,00. Subtraindo 8% de INSS que ele deve pagar e os 6% referentes ao vale-transporte, a conta fecha em R$ 1.502,00.

Lucro Real ou Presumido

Neste regime, além dos encargos assumidos no Simples Nacional, são acrescentadas outras taxas:

  • 20% de INSS (contribuição patronal);
  • De 1% a 3% de seguro de acidente de trabalho;
  • 2,5% de salário educação;
  • 20% correspondente ao descanso semanal remunerado;
  • 8,33% correspondem ao 13º salário;
  • 3,3% para o “Sistema S” (SEBRAI, SENAI ou SESI);
  • 11,11% correspondente às férias, levando em conta um salário por ano somado de 1/3 de abono.

Neste caso, o custo médio chega a aproximadamente R$ 1.700,00 por funcionário, ou seja, a empresa gasta R$ 700,00 a mais.

Quais as consequências de não cumprir a legislação?

Para não precisarem pagar todas as taxas e demais encargos, algumas empresas negociam com seus funcionários para eliminar a necessidade de registrá-los – mesmo que tenham sido contratados no regime CLT. Porém, trata-se de um dever estabelecido por lei e o seu descumprimento pode gerar problemas, como a necessidade de pagar multa.

Antigamente, a multa era no valor de um salário mínimo para cada funcionário não registrado. Com a atualização da Lei Trabalhista, porém, esse valor passou a ser calculado de acordo com o porte da empresa.

Companhias maiores precisam desembolsar R$ 3.000,00 por empregado, acrescido o mesmo valor em caso de reincidência. Já para as micro e pequenas empresas, a penalidade foi fixada em R$ 800,00.

Muitas empresas, ainda, optam por outro formato de contratação, a chamada Pessoa Jurídica (PJ). Esse tipo de terceirização está cada vez mais comum e já está amparada pela lei.

Qual a diferença entre CLT e PJ?

Com a CLT, o funcionário tem direito a benefícios concedidos por lei. Logo, para ele, costuma ser mais vantajoso, mesmo que isso implique em uma rotina de horários mais rígida, incluindo a necessidade de dar pausa para o almoço.

Para as empresas, a CLT gera mais custos, visto que, conforme explicamos, ele precisa arcar com diversas outras taxas além do salário propriamente dito. Em contrapartida, esse formato favorece a retenção de talentos, pois os benefícios são formas de valorizar o esforço deles.

No formato PJ, o empregador pode repassar o dinheiro que seria gasto com os encargos diretamente para o funcionário. Além de ter a possibilidade de receber mais, o trabalhador tem flexibilidade de horários, já que não está fixo às horas exigidas por lei.

Em contrapartida, o profissional PJ não tem direito aos chamados benefícios sociais, como décimo terceiro e férias. Além disso, em caso de demissão, não pode ser enquadrado no auxílio-desemprego, limitando-se a receber aquilo que foi acordado no contrato de prestação de serviços.

Outro aspecto bastante importante em relação à Pessoa Jurídica (terceirizada) é o fato de não poder possuir vínculo com a empresa, isto é não pode haver nenhum fator que vincule-o à empresa, como, por exemplo, ínicio e término da jornada diária definidos, ou seja, horário para entrar e sair. 

É importante saber que isso gera  vínculo trabalhista e, uma vez que isso ocorre, é possível que haja passivos trabalhistas inimagináveis e incalculáveis à empresa, podendo resultar em inviabilidade. 

Por isso, uma consultoria é indispensável no tocante à esta questão para se proteger 100% de eventuais riscos e passivos nesta ordem.

As duas modalidades apresentam vantagens e desvantagens. Cabe às duas partes envolvidas definir o que é mais vantajoso para si.

Mantenha-se dentro da lei!

Não importa o porte da empresa, é essencial saber quanto custa um funcionário para, assim, se planejar de forma a não onerar as finanças.

Por mais que os encargos sejam muitos, é essencial seguir corretamente o que diz a legislação. Isso porque, em caso de multa, o valor pago pode ser ainda maior.

Para auxiliar nesse controle e planejamento, é importante contar com a ajuda de um escritório de contabilidade que tenha amplo conhecimento sobre o assunto. Entre em contato com a Segato e converse com um dos nossos especialistas!

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Vale a pena terceirizar a contabilidade da minha empresa?

O contador é um profissional essencial para empresas de qualquer porte e segmento. Ele cuida das questões burocráticas e legais que, se mal administrados, podem gerar prejuízos ao negócio.

Atualmente, terceirizar o serviço de contabilidade é visto como uma alternativa mais econômica e eficiente. Isso porque manter profissionais especializados e oferecer toda a infraestrutura que necessitam para atuar pode ser complicado e oneroso.

Através da terceirização, é possível contar com todos os serviços necessários para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e uma rígida fiscalização tributária. E o melhor, com qualidade e sem vínculo empregatício, contando com um time de especialistas trabalhando 24h e atualizando-se constantemente a fim de entregar e garantir as melhores práticas, informações, hábitos, leis e etc.

Quer saber se vale a pena terceirizar a contabilidade da sua empresa? Continue a leitura e descubra!

O que é terceirização contábil?

Terceirizar a contabilidade significa que, ao invés da empresa contar com um departamento contábil interno, outra pessoa ou escritório passa a ter esse compromisso. O tipo de contratação costuma ser como prestador de serviço e as partes acertam entre si quais as tarefas que precisam ser desempenhadas.

Um dos diferenciais de contar com uma assessoria especializada no assunto é que o serviço disponibilizado é mais atualizado e de qualidade. Afinal, os profissionais terceirizados estão em constante aperfeiçoamento, a fim de garantir que essa parceria seja a mais saudável e eficiente possível.

Um escritório de contabilidade pode oferecer diversos serviços ou segmentar sua atuação, especializando-se em determinado nicho do mercado. De maneira geral, pode operar em 5 principais áreas, sendo que cada uma possui tarefas específicas:

1. Fiscal

Oferece soluções para realizar atendimento das obrigações vinculadas ao fisco, como:

  • Classificação e escrituração de documentos;
  • Elaboração de balancete mensal, balanço patrimonial e mapas de depreciação e amortização;
  • Cálculos de impostos e elaboração de guias de recolhimento;
  • Escrituração do livro de apuração do Lucro Real (LALUR).

2. Gerencial

Essa área tem como foco apresentar resultados a controladores, investidores, diretores e alta gerência. Para isso, elabora balanços patrimoniais consolidados e gera relatórios diversos.  

3. Departamento pessoal

Oferece soluções para garantir que todas as rotinas legais ligadas à folha de pagamento e aos colaboradores estejam adequadas. Incluindo questões como:

  • Benefícios;
  • Pró-labore;
  • Contribuição sindical;
  • Impostos e guias trabalhistas.

Além disso, sua gestão é focada no Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, conhecido como eSocial. Trata-se de uma ferramenta que diminui a burocracia, pois permite enviar um único documento contendo informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias para todos os órgão.

Com ela, há uma melhora na organização da empresa, mitigando eventuais passivos com multas dessas obrigações

4. Financeira

Tem como objetivo maximizar os resultados econômicos de uma empresa a partir do controle, análise e planejamento das suas movimentações financeiras.

5. Legal

É uma das partes mais importantes de terceirizar a contabilidade. Oferece assessoria completa em processos de regularização, garantindo o compliance empresarial perante os órgãos de controle.

Quando a terceirização é recomendada?

É importante levar em consideração alguns fatores para entender se terceirizar a contabilidade é uma boa opção ou não para a empresa

Um dos aspectos é o seu porte. Isso reflete na quantidade de processos internos que precisam ser ajustados. Quanto maior ela for, maiores serão os impostos e as questões trabalhistas, por exemplo.

No caso de haver filiais, a terceirização permite um maior controle das unidades. Isso porque cada uma pode ter suas particularidades, principalmente quando estiverem em estados ou países diferentes. Logo, é preciso contar com uma assessoria especializada, que fique atenta a todos esses detalhes.

Outros fatores que devem ser levados em consideração são:

  • Complexidade do negócio;
  • Quantidade de processos envolvidos no planejamento;
  • Rotina e fluxo financeiro;
  • Tributações envolvidas.

As vantagens e os desafios de terceirizar a contabilidade

Vantagens

A terceirização desse serviço proporciona uma redução de custos expressiva. Isso porque a empresa não precisa manter um setor ou profissional específico e arcar com custos como estrutura, salário e demais encargos.

Inclusive, algumas empresas oferecem a opção de contratação por demanda. Isso possibilita que, nos momentos de baixa, não haja gastos desnecessários ao negócio.

A atualização constante é outra vantagem. Não que um profissional interno não faça isso, mas para o terceirizado, isso é uma obrigação. Logo, ele está sempre antenado a qualquer mudança de lei e tributos.

A experiência para lidar com diferentes situações também é essencial. Como, geralmente, os escritórios atendem empresas de variados segmentos, eles acabam vivenciando diversos tipos de situações.

Desafios

Para as empresas, o principal desafio é o de disponibilizar informações sigilosas para pessoas de fora. Alguns empresários preferem manter esses dados internamente e, por isso, acabam preferindo gastar mais e manter uma equipe própria.

Outro desafio é em relação à empresa terceirizada. Isso porque os especialistas ainda têm tendência a preferir uma atuação dentro da organização. Um dos motivos é a questão da renda variável, ou seja, a remuneração não é fixa, mas sim de acordo com os serviços realizados. Junto a isso, precisam estar sempre se atualizando – justamente para garantir os benefícios para a contratante.

Como escolher uma assessoria contábil?

Para garantir que o serviço de contabilidade será prestado com excelência, é importante avaliar com cautela a empresa ou profissional contratado.

A primeira coisa a ser levada em consideração é que não se deve optar pela terceirização somente por causa do custo, mas sim visando melhoria de qualidade e precisão dos dados empresariais.

Logo, pesquise a idoneidade do escritório contábil e a sua capacidade em atender às crescentes demandas referentes às obrigações legais, tributárias e trabalhistas. Leve em consideração a sua estrutura e a preocupação em manter seus profissionais sempre atualizados.

Por exemplo, a Segato está há 30 anos no mercado e é considerado um dos 10 melhores escritórios de contabilidade do país. Já ajudou 2300 empreendedores a começarem seus negócio e recuperou 135 milhões de reais em impostos.

Outra dica importante para escolher uma assessoria contábil é checar no Conselho Regional de Contabilidade se ela está devidamente registrada e em dia com suas obrigações.

Terceirize a contabilidade da sua empresa com segurança!

Antes de optar pela terceirização, lembre-se de avaliar a real necessidade da sua empresa e de pesquisar os diversos escritórios disponíveis do mercado. A contratação equivocada pode gerar diversos prejuízos para o negócio – sejam financeiros ou legais.

Se você deseja terceirizar a contabilidade da sua empresa com segurança, entre em contato com a Segato. Além de atuar há 30 anos no mercado, ela foi classificada entre os 10 melhores escritórios de contabilidade do Brasil.

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Entenda o que é o planejamento tributário e qual a sua importância

Um bom empreendedor preocupado com o futuro do negócio está sempre preparado para organizar as contas e ficar em compliance (conformidade) fiscal. Caso contrário, corre o risco de cair nas penalizações do fisco. Por isso, o planejamento tributário é tão importante. 

Entretanto, como o sistema de tributos nacional é complexo, nem todas as empresas sabem ao que devem ficar atentas no momento de planejamento e quais os cuidados devem ser tomados para estar em conformidade com as leis fiscais brasileiras. Mas o que é o planejamento tributário e por que ele é tão importante? Confira essas e outras informações no artigo a seguir.

O que é o planejamento tributário 

Antes de entendermos sobre o que é o planejamento tributário, é fundamental saber o que é e como funciona a tributação. Trata-se da aplicação de tributos pelos governos, seja sobre a renda, sobre o consumo ou sobre o patrimônio das pessoas físicas ou jurídicas. 

No Brasil, existem três tipos de regimes tributário:

  • Simples Nacional: as alíquotas são menores que os outros, a administração tributária é mais simplificada, com a facilidade da arrecadação ser feita por meio do pagamento de uma única guia. Além disso, é a primeira opção que os empresários costumam procurar.
  • Lucro Presumido: este regime tributário é para empresas com o lucro superior a 32% do faturamento bruto. Além disso, é muito utilizado por prestadores de serviço, como médicos, dentistas, economistas, entre outros. 
  • Lucro real: trata-se da modalidade praticada pelas empresas de porte maior. Neste tipo de regime, a empresa paga o IR e a contribuição social sobre a diferença positiva entre receita da venda e os gastos operacionais em determinado período.

Toda empresa precisa pagar impostos, independente da área de atuação. O planejamento tributário existe justamente para auxiliar nessa tarefa. Em síntese, trata-se de uma ferramenta contábil que auxilia a pagar impostos e encontrar maneiras para otimizar a carga de tributos, estando em compliance

Entretanto, um gestor que planeja suas ações tem muito mais chances de obter resultados positivos. Assim como um gerenciamento de estoque ou de tempo se faz necessário, a gestão das questões fiscais tem tanta ou maior importância quanto. No entanto, tem dois tipos de planejamento tributário: operacional e estratégico.

O operacional consiste em utilizar procedimentos prescritos por lei dentro de um negócio, visando o cumprimento das obrigações fiscais. Do mesmo modo, ele atende às normas vigentes. Aliás, a redução dos tributos se gera através da antecipação do pagamento.

Por outro lado, o planejamento tributário estratégico tem como objetivo a projeção do futuro do negócio e contribui para a definição da visão, missão e valores. Ou seja, os propósitos são definidos pensando nos benefícios a longo prazo.

Como fazer o planejamento tributário?

Devido à complexidade das leis brasileiras e às cargas tributárias altíssimas, o planejamento tributário acaba sendo complicado também. Para que ele seja feito de forma eficiente, é fundamental que a empresa conte com a ajuda de um contador especializado.

Quanto maior for a empresa e mais complexa a sua atividade, mais trabalho o contador terá. Além disso, para atribuir eficiência ao controle tributário e fiscal de uma organização, é fundamental conhecer as regras tributárias que estão vigentes e são aplicáveis.

Por isso, terceirizar o processo pode ser uma alternativa que poupa dor de cabeça na hora de planejar. Essa não é apenas uma tendência, mas uma prática que já vem sendo realizada e está se tornando cada vez mais forte devido a todas as vantagens que traz para as empresas que a adotam.

Certamente, ao contratar um serviço terceirizado com uma contabilidade, é necessário que a empresa tenha os objetivos bem alinhados com o profissional. Aliás, isso vai garantir que tudo seja bem esclarecido e que o serviço seja feito com ética e responsabilidade.

Em síntese, é feita uma análise detalhada para que seja escolhido o melhor formato tributário, já que a empresa pode escolher qual deseja seguir. Muitas vezes, a análise realizada beneficia-se de brechas encontradas na legislação, por isso é essencial o conhecimento aprofundado.

Por que o planejamento tributário é necessário?

Como já falamos anteriormente, o principal objetivo do planejamento tributário é gerenciar e administrar tributos, organizando os impostos para deixar tudo mais claro e garantir que a empresa pague tudo em dia, alcançando a otimização fiscal.

O planejamento tributário é importante pelo fato de que todo imposto sonegado resulta em multas altíssimas para a empresa. Além disso, o enquadramento da empresa é analisado periodicamente, garantindo a legalidade do negócio.

Em síntese, um planejamento tributário bem elaborado, permite a redução dos valores pagos em títulos tributários, o cumprimento de todas as normativas legais, a modificação da incidência do fato que ocasiona determinado tributo, e até mesmo o adiamento da quitação de obrigações tributárias, sem que incidam taxas sobre elas.

O que é otimização fiscal?

A otimização fiscal é o processo que permite reduzir os custos de impostos e melhorar a performance dos seus investimentos. Ou seja, trata-se de uma ferramenta utilizada para aproveitar o nível máximo dos benefícios fiscais permitidos pela legislação brasileira.

Não é qualquer um que pode tentar diminuir ou excluir um tributo. Qualquer dado errado ou divergências podem causar problemas em cadeia, comprometendo todos os processos, bem como a gestão da companhia. No entanto, é preciso conhecimento, pois se algo sair errado, as penalidades são rigorosas.

Conclusão

Podemos concluir que o planejamento tributário é muito importante para uma boa gestão da empresa. Entretanto, conhecer os tributos cobrados é o primeiro passo para não ser surpreendido evitando problemas fiscais. Principalmente, porque o sistema tributário no Brasil é muito complexo e exige várias obrigações dos contribuintes.

Muitas vezes, a forma como o negócio está estruturado pode gerar economia ou aumento da carga tributária e observar isso também é decisivo para a competitividade. Além disso, a ferramenta ajuda a empresa a projetar com mais acerto sua margem de lucro. 

Certamente se faz necessária uma análise das várias opções das modalidades de tributos federais, estaduais e municipais. E claro, de acordo com o porte, volume de negócios e situação econômica da empresa. 

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Obrigações Acessórias: Entenda o que são e como fazer

Não é novidade que o Brasil tem um dos sistemas tributários mais complexos do mundo. Sendo assim, empresas dos mais variados portes e segmentos têm uma série de obrigações acessórias a serem tratadas. Isso para que o negócio mantenha sua situação regularizada perante o Governo e a Receita Federal.

Esse é o motivo pelo qual muitos empreendedores optam por contratar serviços de escritórios de contabilidade especializados.O objetivo é sempre manter suas questões tributárias devidamente organizadas.

Para que você tenha uma noção mais abrangente sobre o tema, preparamos este conteúdo especial. Nele, é possível entender o que são e como fazer as obrigações acessórias contábeis de sua empresa. Continue acompanhando a leitura, a seguir!

Afinal, o que são obrigações acessórias?

Tratam-se de declarações — anuais, trimestrais ou mensais — em que constam dados sobre a organização.

Essas obrigações têm como principal objetivo permitir que o contribuinte forneça as informações solicitadas. Por exemplo, a movimentação dos funcionários na folha de pagamento, os encargos gerados sobre os salários e os impostos apurados pela empresa.

Além disso, precisam ser declaradas ao Governo (seja ele municipal, estadual ou federal).

Existem também obrigações acessórias pertinentes à atividade econômica específica do empreendimento, como corretores imobiliários, médicos e escritórios de advocacia.

Vale ressaltar, ainda, que as principais obrigações tributárias são aquelas que representam o pagamento do tributo em si. Ou seja, taxas, impostos, contribuições, entre outras.

Para futura fiscalização, há também as obrigações acessórias, geradas a fim de documentar cada tributo pago.

Quais são as principais obrigações acessórias?

Agora que você já sabe o que são obrigações acessórias, mostraremos quais são as principais. Separando-as de acordo com o regime tributário que a empresa se enquadra (Simples Nacional ou Lucro Presumido).

Simples Nacional

  • DEFIS: utilizada para declarar e comprovar ao Governo que os devidos tributos foram recolhidos no ano-calendário anterior;
  • DAS: é o tributo calculado sobre o faturamento mensal;
  • DIRF: é a declaração de imposto de renda retido na fonte;
  • DESTDA: consiste em uma obrigação mensal para pequenas e micro empresas. É utilizada para recolher o ICMS das diferenças da substituição tributária e as alíquotas entre os estados.

Lucro Presumido

  • DES: sua finalidade é declarar ao Fisco o total de serviços prestados no mês;
  • DCTF: é uma declaração de competência da União. Nela, devem conter dados relacionados aos impostos federais, como IPI, IRPJ, CSLL e IRRF;
  • EFD Contribuições: deve ser enviada por organizações na escrituração da contribuição para COFINS e PIS/PASEP;
  • SPED Fiscal: é um software que busca simplificar os processos de armazenamento, validação e envio das obrigações acessórias e fiscais. É usado para encaminhar as apurações de ICMS e IPI ao Governo;
  • GIA Estadual: usada para que a empresa informe as apurações individuais dos contribuintes do ICMS ao Governo Estadual;
  • GIA Substituição Tributária: serve para informar as apurações individuais do ICMS-ST ao Governo Estadual;
  • LFE: estabelecida apenas para empresas de Brasília. É uma obrigação acessória, na qual os contribuintes que constam no ISS e/ou ICMS no Distrito Federal informam sua receita;
  • SISCOSERV: é um sistema que permite o controle de dados dos serviços de importação e exportação.

Quem pode auxiliar nas obrigações acessórias?

Para evitar conflitos com o Fisco, é imprescindível que a empresa realize um planejamento tributário eficiente. Levando em conta que nem sempre o gestor possui um grande know-how sobre o assunto, é altamente recomendado contratar os serviços de um escritório de contabilidade especializado.

Isso vai além de identificar falhas nas declarações, evitar que a empresa seja multada e agilizar o envio dos documentos à Receita Federal. Uma boa assessoria contábil ajuda a gerenciar e organizar as obrigações acessórias contábeis e fiscais do negócio.

Desse modo, a empresa reduz custos com multas ou retificação de dados preenchidos erroneamente. Economizando recursos e otimizando a lucratividade, além de manter uma relação positiva com os órgãos fiscalizadores.

Como você pôde conferir neste post, cuidar das obrigações acessórias da empresa é uma das melhores formas de manter a saúde financeira do seu empreendimento. Algo que é indispensável quando se trata de alta competitividade e cenário econômico crítico.

Gostou do nosso artigo sobre o que são as obrigações acessórias contábeis?

Quer continuar recebendo dicas e conteúdos úteis sobre gestão empresarial e tributária? Então, não deixe de acompanhar as postagens do nosso blog!

sped-contabil

SPED Contábil: Saiba tudo sobre e como o transmitir

O termo SPED Contábil ainda é novidade para muitos empreendedores, apesar da ferramenta já ter sido publicamente disponibilizada há alguns anos. Assim, para evitar os riscos de uma transmissão da escrituração contábil atrasada ou enviada com irregularidades, é importante contar com a assessoria de um escritório de contabilidade.

Entenda tudo o que um GESTOR precisa saber sobre o SPED e qual a sua real importância. ASSISTA!

Isso porque contadores profissionais podem auxiliar em todo o processo de reunião e envio dos dados, de acordo com os parâmetros exigidos pelo Fisco.

Para sanar todas as suas dúvidas, preparamos este post com as principais informações sobre o SPED Contábil. Acompanhe a leitura para conferir!

SPED Contábil: o que é e para que serve?

Criado para facilitar o trabalho de profissionais dos mais variados segmentos, o SPED Contábil consiste em um sistema que permite às empresas transmitir dados e informações contábeis e tributárias para a Receita Federal. Dessa forma, descartando a necessidade de que documentos em formato físico sejam entregues à Junta Comercial.

Entre os benefícios proporcionados pela ferramenta, está a integração com sistemas NF-e, EFD e ECD. O que não apenas facilita o cruzamento de dados, como também aumenta a produtividade da área contábil da empresa. Pois, com o auxílio da tecnologia, é mais fácil encontrar erros no preenchimento de documentos.

Além disso, a quantidade de papel necessária para fazer o gerenciamento dos impostos é reduzida significativamente com o uso do SPED contábil. Para a Receita Federal, a vantagem é que o órgão passa a ter mais controle no reconhecimento de quem são os bons e maus pagadores.

O que deve ser entregue no SPED Contábil?

O sistema é utilizado para entregar dados pertinentes à escrituração contábil do negócio, como:

  • Livros contábeis;
  • Livro razão e auxiliares;
  • Livro diário e auxiliares;
  • Balanços e fichas de lançamento comprobatórias;
  • Balancetes diários.

Como funciona a transmissão do SPED Contábil?

Para que os livros contábeis sejam emitidos eletronicamente, é necessário que tenham uma assinatura digital, obtida por meio de um certificado de segurança do tipo A3.

Essa certificação representa a assinatura do responsável legal para transações financeiras, contábeis e tributárias realizadas na Internet. Nela, um par de chaves é gerado e armazenado em um token criptográfico inviolável ou um cartão inteligente.

Partindo do pressuposto que você já tem o seu certificado A3, a transmissão deve ser realizada com o uso de um software contábil, comumente utilizado por escritórios de contabilidade e contadores.

Um arquivo digital será gerado no formato específico, de acordo com a Instrução Normativa RFB n° 787/07. Então, o arquivo será submetido ao Programa Validador e Assinador (PVA), fornecido pelo sistema SPED.

Vale destacar, ainda, que a chave de validação é atualizada anualmente.

O representante legal da organização – ou o empresário – e o contabilista serão os responsáveis pela assinatura digital do arquivo. As funcionalidades para que as assinaturas digitais sejam feitas também estarão inclusas no aplicativo.

Após ser assinado, o documento deve ser encaminhado para o SPED. Que, por consequência, disponibilizará as informações necessárias para autenticação às Juntas Comerciais.

Uma série de validações serão feitas pela Junta Comercial, que finalmente as autenticará. Os dados de autenticação serão fornecidos ao titular da escrituração por meio do SPED e poderão ser consultados via Internet.

Após o recebimento, a escrituração contábil será armazenada em um banco de dados. O qual permitirá que cópias integrais do arquivo sejam obtidas pelos órgãos parceiros do SPED. Após ser transmitida, qualquer indivíduo com o arquivo poderá verificar sua autenticidade e, até mesmo, imprimir o documento. 

Prazos e quem deve entregá-lo

O prazo de transmissão do SPED Contábil é o mesmo anualmente. A escrituração deve ser realizada até o último dia útil do mês de maio do ano posterior ao que os documentos foram transmitidos. Sendo assim, às 23:59 do último dia útil de maio é o prazo final para a transmissão dos arquivos.

Não há como prorrogar esse prazo e, caso os arquivos não sejam transferidos a tempo, multas serão geradas para a empresa.

Por isso, contar com um escritório de contabilidade para cuidar desse processo é uma forma de assegurar que a escrituração contábil será entregue em segurança todos os anos.

Antes de concluirmos, é importante que você saiba de algo! Nem todas as organizações têm a obrigação de fazer sua escrituração contábil digitalmente e enviá-las por meio do SPED. O processo ainda é facultativo, independentemente do regime tributário escolhido.

No entanto, a obrigatoriedade da transmissão do SPED Contábil recai sobre empresas que se enquadram nos seguintes itens:

  • Empresas optantes do Simples Nacional, que tenham recebido recursos de investidores-anjo;
  • Empresas tributadas pelo regime de Lucro Presumido, que tenham distribuído um lucro superior ao da presunção;
  • Empresas tributadas pelo regime de Lucro Real;
  • Pessoas jurídicas isentas ou imunes, que foram obrigadas a apresentar o EFD no período de apuração;
  • Sociedades em Conta da Participação.

Como você pôde ver neste artigo sobre SPED Contábil, apesar de sua emissão ser um processo relativamente simples, vale a pena contar com o auxílio de um escritório de contabilidade para cuidar dos assuntos contábeis e tributários do negócio.

Gostou de entender as peculiaridades do SPED Contábil e como sua transmissão é feita? Quer continuar recebendo dicas e conteúdos úteis como esse todas as semanas? Então, não deixe de acompanhar as postagens do nosso blog!

fiscalização de empresas

Fique Atento a Fiscalização: conheça os órgãos e entidades responsáveis para cada tipo de empresa

A fiscalização de empresas tem como objetivo garantir que documentações, registros e obrigações com o fisco estão efetivamente em dia. Assim, ao abrir o próprio negócio, é preciso ter em mente que, quando menos se espera, os órgãos fiscais de empresas poderão aparecer para se certificar que tudo está devidamente regularizado.

Para não ser pego desprevenido, é importante entender como as empresas são fiscalizadas e, principalmente, contar com uma gestão contábil especializada.

Com isso, na hora de receber a visita de um fiscal, você estará preparado e a sua empresa não correrá riscos de multas e outros inconvenientes, como ter que manter as portas fechadas por um tempo.

Abaixo, você vai conhecer os principais órgãos fiscais e, assim, saber mais sobre fiscalização de empresas. Boa leitura!

6 principais órgãos que realizam a fiscalização de empresas

Existem diversos órgãos fiscalizadores que podem visitar um negócio sem aviso prévio. Conheça abaixo quais são eles e como as empresas são fiscalizadas por cada um.

1 – INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)

O INSS é um órgão que fiscaliza as contribuições previdenciárias. Assim, na hora da visita, ele analisa questões como:

  • Se os funcionários são registrados;
  • Se os formulários referentes à contribuição tributária estão sendo preenchidos adequadamente;
  • Se está sendo pago pró-labore aos sócios;
  • Caso tenha sido contratado algum autônomo, se está havendo retenção de impostos.

Para este tipo de fiscalização, as empresas devem possuir um setor de Recursos Humanos bem estruturado e com conhecimento pleno dessas regras.

2 – Receita Federal

Um dos maiores temores diz respeito à fiscalização realizada pela Receita Federal, órgão encarregado por controlar as movimentações financeiras e os pagamentos de impostos. Há diversos fatores que são analisados e cabíveis de algum tipo de punição. Os mais comuns são:

  • Falta de emissão de Nota Fiscal;
  • Registros financeiros incompletos;
  • Recolhimento de alíquota menor de contribuição previdenciária;
  • Ser optante do Simples Nacional sem se enquadrar nesse tipo de tributação;
  • Envio do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica incompleto ou com dados errados.

Para gerenciar as finanças adequadamente, manter claros todos os registros das movimentações e, assim, não ter problemas com a Receita Federal, é indispensável contar com um escritório contábil ou um contador de confiança.

3 – Prefeitura ou Secretaria da Fazenda do Município

A ação de fiscalização de empresas por parte desse órgão é muito semelhante à da Receita Federal. Entretanto, o seu foco é investigar se os tributos municipais estão sendo pagos, como:

  1. IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana);
  2. ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens e Serviços);
  3. ISS (Imposto Sobre Serviço).

Para não ficar devendo nada para o município, é preciso que seja realizado um trabalho em conjunto entre contador e setor financeiro.

4 – Estado ou Secretaria da Fazenda do Estado

A atuação da Secretaria da Fazenda do Estado é similar à realizada pelo município, porém o foco é analisar se as taxas estaduais estão em dia, como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços), e se as informações referentes a pagamento e recebimento de outras companhias estão cruzando.

5 – Vigilância Sanitária

Principalmente os segmentos de alimentação e saúde costumam receber a visita de um vigilante sanitário com frequência. Este tipo de fiscalização de empresas analisa a higiene e os impactos que a atividade pode gerar tanto para os funcionários quanto para a sociedade em geral.

6 – Corpo de Bombeiros

Esse é um dos órgãos fiscais de empresas que tem como objetivo a prevenção. Ele avalia se há potencial perigo para o negócio em si e para todo o ambiente ao redor. Caso as medidas de segurança não forem seguidas à risca, é possível, inclusive, que o local seja interditado.  

Em que situações pode ocorrer a fiscalização de empresas

De maneira geral, os órgãos fiscais não avisam as empresas quando irão aparecer. Entretanto, existem algumas situações que podem motivar essa visita. As mais comuns são:

  1. Quando a empresa é nova e os órgãos querem se certificar que o empresário está com todas as documentações em dia;
  2. Em caso de denúncia, principalmente no que tange a atuação da vigilância sanitária;
  3. Quando há dúvidas em relação à prestação de contas, ou seja, quando a Receita Federal suspeita de que está havendo sonegação.

Indiferentemente da situação, o ideal é sempre estar preparado e em conformidade às leis estipuladas. Com a assessoria contábil, antes mesmo de abrir oficialmente a empresa, você saberá o que precisa ser feito para atuar legalmente.

Além disso, tem a garantia de que, anualmente, taxas e impostos serão pagos conforme o porte do seu negócio e que a empresa estará em dia com as normas e a legislação atual.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco que esclarecemos para você!

tributação

Quais são os tipos de tributação existentes atualmente?

Além de ter em mãos todos os documentos necessários para se abrir uma empresa, é imprescindível ter conhecimento sobre tributação. Afinal, todas as organizações devem pagar taxas e impostos para que sejam consideradas legalmente aptas para atuar.

O regime tributário no Brasil é composto por tributos municipais, estaduais e federais. O valor que cada organização deverá pagar depende de diversos fatores, como:

  • Tamanho da empresa;
  • Lucro anual;
  • Segmento;
  • Quantidade de funcionários e sócios.

Para saber em qual dos tipos de tributação a sua empresa será enquadrada, explicamos cada uma delas e apresentamos suas vantagens e desvantagens. Confira!

Os 3 tipos de tributação e suas incidências

Atualmente, há 3 tipos de tributação de empresas. A escolha deve ser realizada durante o processo de abertura, mas isso não significa que não possa ser alterado ao longo dos anos. Conheça cada uma delas abaixo:

1 – Simples Nacional

O Simples Nacional foi criado em 2006 visando simplificar e unificar o pagamento de tributos. Segundo estimativas do Sebrae, o número de empresas optantes por esse tipo de tributação aumentou 364% de 2007 a 2016.

Considerado o tipo de tributação mais simples para empresas, ele oferece algumas vantagens, como:

  • Reúne em um único documento, chamado de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), as 8 taxas que devem ser pagas;
  • Possui alíquotas menores que os demais regimes;
  • É menos burocrático.

Para se enquadrar no Simples, é preciso ser microempreendedor individual (MEI), microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) e cumprir os seguintes requisitos financeiros:

  1. O MEI não pode ter faturamento anual acima de R$ 81 mil;
  2. Para ME, o teto é de R$ 360 mil por ano;
  3. O limite anual para a EPP é R$ 4,8 milhões.

2 – Lucro Real

Trata-se do regime tributário do Brasil em que os impostos são cobrados de acordo com o lucro real da empresa e eles incidem sobre o faturamento mensal ou trimestral, conforme preferência do empresário.

O enquadramento ao Lucro Real é obrigatório nos casos de bancos e corretoras de título e, ainda, caso a empresa tenha tido uma receita bruta superior a R$ 78 milhões no ano anterior.

Diferentemente do Simples Nacional, os tributos são cobrados individualmente, o que requer um maior cuidado das empresas para que algum não fique em aberto. Como o cálculo de cada taxa é baseado no lucro, esse regime é indicado para empresas que não tenham uma margem de lucro muito elevada, atuem no prejuízo ou, então, tenham custos elevados em serviços ou produtos.

3 – Lucro Presumido

Neste tipo de tributação, a incidência de impostos é baseada na estimativa de lucro da empresa e calculada conforme a atividade que é desempenhada. No caso, os impostos podem variar de 8% (indústria e comércio) a 32% (serviço).

Qualquer negócio que não é obrigado a aderir ao Lucro Real pode optar por esse regime, porém ele é mais vantajoso para as empresas que:

  • Apresentarem margem de lucro superior ao da presunção;
  • Tenham baixos custos operacionais;
  • Possuam folha de pagamento enxuta;
  • Não ultrapassem o faturamento de R$ 78 milhões.

Existe, porém, uma desvantagem que deve ser levada em consideração. Caso a empresa lucre menos do que a média das demais empresas que exercem a mesma atividade, ela deverá pagar um imposto em cima da alíquota pré-fixada (8%).

Para saber qual dos tipos de tributação a sua empresa deverá se enquadrar, é fundamental contar com a ajuda de uma empresa contábil ou um contador especializado. Assim, você tem a certeza de estar pagando as taxas mais justas e que estará sempre em dia com o fisco.

Precisando de ajuda? Entre em contato conosco e conte com quem entende realmente do assunto!

controle de riscos

Checklist: como fazer o controle de risco de forma eficiente

O controle de riscos está por trás de todas as decisões de uma empresa, independentemente do grau de relevância. Sendo assim, sua aplicação é muito comum ainda que involuntariamente.

Durante o planejamento de quaisquer ações, como investimentos, compras e outros, é de praxe fazer a previsão de seus efeitos a curto e longo prazo. Esse processo pode engajar uma equipe, departamento ou até todos os colaboradores.

No entanto, o gestor deve estar ciente de como se faz o gerenciamento de riscos. Apesar de serem aplicados sem querer, alguns equívocos podem ocorrer no caminho e comprometer o resultado final.

A seguir, saiba o que é o controle de riscos e seus benefícios, além de ter um guia completo para sua execução.

O que é controle de riscos?

É um conjunto de operações que tem como objetivo reduzir ou eliminar contratempos que possam acontecer no dia a dia corporativo.

São analisados os riscos relacionados à parte interna do negócio – principalmente na sua estrutura – e também os externos, quando o fator está vinculado a qualquer evento alheio à empresa. Tais condições podem ser uma nova tecnologia, item de legislação ou algo ligado a fornecedores ou clientes.

Ao fazer o controle de riscos, é possível também identificar tudo o que possa ter um efeito negativo abrupto. Sem a preparação necessária, sua resolução se torna mais difícil ou impossível.

Confira a seguir os itens que facilitam esse gerenciamento e ajudam qualquer empreendedor a desfrutar de todos os benefícios que a prática oferece.

Checklist

São cinco os itens a serem listados a seguir: análise qualitativa, quantitativa, planejamento de respostas, monitoramento e, para começar, identificação de riscos.

Identificação dos riscos

Para isso, é preciso antecipar o que pode afetar negativamente os negócios. Para que essa tarefa seja mais fácil, verifique todos os itens que levantam dúvidas variadas. Analise e identifique os riscos a partir daí.

Análise qualitativa

Após identificar os riscos, é importante também avaliar o seu grau de impacto e possibilidade de se tornar real. Nessa fase, o gestor pode classificar os itens que merecem ser tratados como prioridade.

Análise quantitativa

Esse tópico é semelhante ao anterior, mas as consequências dos riscos são analisadas com exatidão. Suas possibilidades devem ser dadas numericamente.

Planejamento de respostas

Com a identificação e análise, é possível fazer o controle de riscos de forma eficiente e, dessa maneira, verificar a melhor maneira de combatê-los. Um plano de ação deve ser traçado para cada um deles. Evidentemente, todas as ações devem ser plausíveis.

Monitoramento

Nessa etapa, há um acompanhamento de cada item identificado e analisado anteriormente. Relatórios e indicadores podem ajudar a todo o momento.

Ao longo deste texto, você conheceu um checklist que permite fazer o controle de riscos eficientemente. Leia os outros artigos e acompanhe o conteúdo novo do blog para ter mais dicas relevantes para o seu trabalho.

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Descubra se você precisa trocar de escritório de contabilidade

Em algumas ocasiões, trocar de escritório de contabilidade é a melhor solução para alguns problemas aparentes na empresa. No entanto, nem sempre esses contratempos podem ser percebidos facilmente e cabe ao empreendedor verificar atentamente a origem dos fatos.

De qualquer forma, é importante lembrar que essa é uma área importante para o bom andamento de qualquer empresa. Deslizes podem acarretar consequências sérias.

A sensação de insegurança também pode ser comum nessas horas, pois qualquer mudança traz um desconforto, especialmente quando o que está em jogo é uma parceria de anos.

O principal é saber identificar o momento ideal para essa mudança, sem se precipitar, mas também sem continuar com os problemas habituais.

A partir de agora, descubra alguns sinais que mostram a necessidade de trocar o escritório de contabilidade. Aliadas à percepção e intuição naturais, essas dicas ajudarão a fazer sempre a melhor escolha: a que terá o impacto mais positivo nos negócios.

Troca de contabilidade: indícios que determinam essa necessidade

A empresa terceirizada tem um papel importante no bom gerenciamento de qualquer negócio. Informações relacionadas aos custos, receitas e fluxo de caixa passam pelas suas funções. Além disso, há a folha de pagamento. Por esses motivos, é fundamental que os serviços prestados sejam de alta qualidade.

A seguir, confira o que pode determinar a procura de uma nova empresa para auxiliar nesse quesito. A busca não é uma tarefa fácil, mas, munido de informações, é possível identificar competência e boas intenções.

Mau atendimento

Este item parece óbvio, pois não se trata apenas de um escritório de contabilidade. Qualquer prestador de serviços, seja ele pessoa física ou jurídica, precisa dar a atenção necessária ao cliente e estar disponível, principalmente nos momentos de maior precisão.

Imagine telefonar para um local e não ser atendido, ou, se for, ter do outro lado da linha uma pessoa que não seja solícita e saiba dar informações claras. Pense em enviar um email e ter uma resposta demorada. Ou, se houver alguma emergência, não poder contar com ajuda.

Esses são alguns dos indícios mais claros da necessidade de troca de escritório de contabilidade, pois caracterizam negligência, um erro grave em qualquer ambiente profissional.

Lembre qual foi o atendimento prometido antes de concretizar a parceria. Certamente, não foi da forma descrita no decorrer deste tópico. Por isso, tenha ao seu lado uma equipe que possa ajudar em todos os instantes, principalmente na resolução de contratempos.

Desrespeito aos prazos

Terceirizar o trabalho de contabilidade significa deixar de ter algumas preocupações, principalmente em relação às tarefas que exigem um trabalho mais especializado.

Pagamentos de tributos e envio de documentos e declarações devem ser feitos dentro do prazo estabelecido. A principal consequência dessa perda de prazos é o pagamento de multa e juros.

Ainda que o empreendedor receba os papéis antes da data de vencimento, o escritório deve ter um controle em relação à antecedência. Enviar um ou dois dias antes é um equívoco tão sério quanto desrespeitar o deadline.

Mecanismos obsoletos

Nesses tempos em que a tecnologia se tornou imprescindível no dia a dia corporativo, é inadmissível ostentar uma mesa repleta de papéis em pilhas altas. Se o seu contador não se permite mudar, ele não repassa os benefícios das ferramentas modernas e, consequentemente, expõe o seu trabalho a eventuais atrasos e erros.

Antes que o nível de trabalho chegue a este ponto, cogite a troca de escritório de contabilidade. Evidentemente, o novo escritório deve ter à mão soluções modernas e a preocupação de oferecer serviços cada vez melhores.

Cobrança pela execução de atividades corriqueiras

trocar de contabilidade

Além de ser desconfortável e até constrangedor, demonstra uma total falta de responsabilidade e comprometimento. O trabalho de um escritório de contabilidade não é apenas fornecer documentos e guias para pagamento. Seus serviços devem tranquilizar o gestor, que já tem muito a se preocupar com suas atividades diárias.

Por isso, se já se tornou rotina entrar em contato com o escritório para cobrar uma tarefa não realizada, a trocar de contabilidade pode ser uma solução efetiva.

Problemas na documentação

Extravio ou erros em papéis dos clientes é uma das piores falhas que um escritório contábil pode cometer. Alguns dados contidos neles são confidenciais, como as principais informações da empresa e seus gestores, sem contar o faturamento.

A falta de cuidados pode até ocasionar a troca de papéis, como em casos que um cliente recebe os documentos de outra empresa. O problema ainda é pior quando os erros fazem parte do cotidiano.

Falta de preparação dos funcionários

Um escritório que pretende atender seus clientes da melhor forma possível deve se preocupar com a qualificação de sua equipe, tanto com treinamento quanto com atualizações constantes.

Os parceiros sempre têm dúvidas, afinal tratam-se de serviços de um setor específico. Informações equivocadas ou que geram dúvidas põem em xeque a credibilidade da empresa de contabilidade e seus profissionais, além de expor os clientes a sucessivas falhas.

Sequência de erros

O ser humano comete desacertos e, uma vez ou outra, eles são inevitáveis. No entanto, quando esse comportamento se torna rotineiro, talvez seja o momento de trocar de contabilidade.

Se os mesmos equívocos acontecerem repetidas vezes, não há bom senso que resista. É uma demonstração clara de falta de vontade de melhorar a qualidade dos serviços e pior, um grande descaso com os clientes, pois seus negócios são negativamente afetados.

Você viu uma lista de motivos que podem dar embasamento a uma troca de contabilidade. Há casos e casos e o empreendedor deve estar bem atento aos efeitos que os itens mencionados podem causar em seus negócios.

Preparamos um infográfico traz informações bem sucintas, para que essas informações não caiam no esquecimento.

Para ter mais informações sobre o setor, leia os outros textos do site, que está sempre repleto de novidades. Acompanhe e descubra as melhores dicas.

fluxo de caixa

10 formas para redução de custos nas empresas

A redução de custos nas empresas é importante para manter o equilíbrio financeiro, principalmente em tempos de crise econômica, bem como assegurar o crescimento da instituição, já que gastos desnecessários tendem a frear esse processo.

Sendo assim, confira agora algumas maneiras de garantir o sucesso do seu negócio a partir de custos moderados.

1.Materiais de escritório

Pode parecer irrelevante, mas os gastos com papel, fotocópias e impressões afetam a contabilidade ao final de cada mês. Ainda mais se considerarmos que muitos desses materiais vão parar no lixo.

Para reduzir os custos, é possível orientar os funcionários a utilizarem apenas o necessário, além de reaproveitar o material quando possível, como fazendo uso dos dois lados de uma folha, usando-a como rascunho. Outra dica é recorrer aos arquivos digitais e ferramentas colaborativas online de compartilhamento e assim evitar impressões desnecessárias.

2.Energia elétrica e água

Diminuir o consumo de água e energia é uma das principais atitudes para a redução de custos nas empresas. Isso pode ser alcançado com a substituição de lâmpadas incandescentes pelas de LED ou fluorescentes, por exemplo.

Lembrar-se de desligar impressoras e computadores nos intervalos e ao final do turno de cada usuário, também é uma dica de economia, assim como usar o ar-condicionado somente nos momentos mais críticos do dia.

Quanto a água, instalar torneiras temporizadas e descargas econômicas são ótimas maneiras de economizar.

redução de custos

Economizar água e energia elétrica é uma das soluções para a redução de custos nas empresas.

3. Telefonia e internet

Apesar de ser um custo fixo, há maneiras de diminuir esse gasto. É possível negociar planos corporativos econômicos entre as operadoras e escolher aquele que mais se adequa à empresa.

Os funcionários devem ser instruídos quanto ao uso de chamadas interurbanas e internacionais. Atualmente, aplicativos como WhatsApp, Skype e Viber têm sido uma alternativa perfeita para esses contatos.

4. Materiais descartáveis

Copos de água e café descartáveis, além de mexedores de acrílico, são itens que também pesam na contabilidade.

A ideia mais sensata é que cada funcionário possua sua própria caneca. Os descartáveis podem ser oferecidos apenas aos clientes e demais visitantes.

5. Estoque parado

O controle do estoque é mais uma iniciativa que contribui para a redução de custos nas empresas. Estoque parado gera prejuízo financeiro. Dependendo do produto, a perda pode ser ainda maior caso ele se deteriore com o tempo.

Assim, as compras devem ser planejadas de acordo com as vendas. Outra opção é adquirir algum software apropriado para controle de estoque.

6. Contratação e demissão de funcionários

Muitos custos são gerados em ambos os processos. Para manter o equilíbrio nas contas, analise se uma vaga aberta é de real necessidade ou ainda se a contratação de um terceiro ou autônomo não são alternativas mais econômicas.

No caso da demissão, veja se os custos de rescisão em relação à contratação de um novo colaborador é algo viável.

7. Equipamentos baratos

Tenha em mente que a redução de custos caminha lado a lado com bons investimentos. Portanto, adquirir equipamentos baratos pode ser sinônimo de perda de dinheiro. Afinal, a manutenção ou o conserto podem comprometer o orçamento da empresa.

Prefira instrumentos modernos e de qualidade. O gasto inicial poderá ser alto, mas evitará surpresas futuras. Para equipamentos de pouco uso, considere o aluguel.

8. Faça uma análise dos fornecedores

Se um fornecedor está com preço alto, faça a troca por outro que ofereça o mesmo serviço de qualidade por um valor melhor. Se esse não é o caminho desejado, tente ao menos uma redução nos preços.

É normal que as empresas trabalhem com certos fornecedores por muitos anos e deixem de acompanhar o preço cobrado pelos concorrentes. E isso é um erro.

9. Regime de tributação

O setor fiscal da empresa deve estar atento se o regime de tributação utilizado é mesmo o correto.

Em último caso, contrate uma consultoria especializada para fazer essa análise. Escolhas erradas irão gerar gastos altos e desnecessários.

10. Invista na educação dos funcionários

Educar os funcionários quanto aos desperdícios é imprescindível para ajudar na redução de custos nas empresas.

Ao explicar o motivo da necessidade de economizar material de escritório, diminuir o consumo de água e energia, além de utilizar aplicativos para telefonemas, eles saberão que tais atitudes são para o bem de todos.

Isso pode ser mostrado em apresentações de slides com gráficos reais que mostrem o que pode ser economizado em relação ao que foi gasto nos últimos meses e ano.

E se você tiver outras dicas quanto à redução de custos nas empresas, deixe aqui seus comentários e compartilhe conosco seus conhecimentos.

tendências de contabilidade

As maiores tendências de contabilidade para a sua empresa

A área contábil é indispensável para o funcionamento de qualquer empresa, tendo um papel fundamental em sua gestão e saúde financeira. Ao longo do tempo, em meio ao aumento da concorrência e devido a modificações dentro da própria profissão, houve mudanças significativas na forma como o sistema de contabilidade é realizado.

Muitas companhias têm procurado seguir as novas tendências de contabilidade, para remodelar os negócios e facilitar o trabalho, o que ajuda a gerar novos negócios e mantém a competitividade no mercado.

Tornar os processos do dia a dia mais simples e tecnológicos tem sido uma boa opção dentro da contabilidade. Por isso, é importante estar sempre atento e adaptado às mudanças e ao surgimento de novas tecnologias. Confira algumas das maiores tendências de contabilidade que sua empresa deve seguir:

Automação

A automação da contabilidade tem sido a melhor opção para economizar tempo e esforços, uma vez que elimina a necessidade do trabalho manual de entrada de dados. Em meio a várias outras demandas, torna-se possível diminuir a burocracia e os colaboradores podem usar o tempo para a resolução de outras questões mais importantes.

O contador não deve ter receio de ser substituído por um software, e sim se preocupar em estar sempre atualizado quanto às novidades tecnológicas, para saber lidar com essas novas ferramentas e tornar a sua contabilidade competitiva dentro do mercado.

Sistemas integrados

Com o uso de sistemas integrados, não é mais necessário manter procedimentos separados para o preparo de relatórios financeiros, de gerenciamento ou fluxo de caixa. O sistema facilita a entrada e saída de informações e acelera o tempo para elaboração desses documentos, além de permitir o acesso de relatórios das operações diárias em tempo real.

Com a grande complexidade dos negócios modernos, a adoção de sistemas eficientes para auxiliar o contador acaba se tornando necessária.

Migração das obrigatoriedades assessorias para o meio digital

Após o Decreto Nº 8.373/2014 foi instituído o e-social, um sistema digital que tem como objetivo transmitir obrigatoriedades fiscais, previdenciárias e trabalhistas ao governo, simplificando a forma como os contadores trabalham.

Desse modo, todas as obrigatoriedades assessorias que antes eram feitas em papel, estão migrando para o meio digital, proporcionando benefícios como mais facilidade e controle na gestão; redução da burocracia, pois dispensa o preenchimento de diversas declarações e formulários; maior transparência em relação às informações prestadas; e mais facilidade na recuperação de dados e ao acesso a informações.

Certificação digital

Na internet, há cada vez mais informações transitando e, infelizmente, também há muitas pessoas roubando e usando indevidamente esses dados. Quando existe o envio ou solicitação de recuperação de informações contábeis aos órgãos do governo, como há a garantia de quem solicitou?

Por isso, hoje em dia os contadores necessitam de um certificado digital, que atesta a autenticidade dos dados do profissional e garante a segurança das informações dos clientes. Com a implantação do sistema eSocial, os profissionais contábeis passaram a ter que adaptar a infraestrutura tecnológica para se adequar.

Essas tendências de contabilidade têm feito o setor passar por várias mudanças, sempre focando em melhorias para os clientes. Sua empresa tem acompanhado essas tendências? Deixe um comentário e continue acompanhando nosso blog para estar sempre por dentro das novidades.