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5 Dicas de Gestão Financeira para o Terceiro Setor

Diferentemente dos Primeiro e Segundo Setores, respectivamente o público e o privado, o Terceiro Setor se refere às organizações não governamentais, entidades filantrópicas e organizações sem fins lucrativos/econômicos. No entanto, fazer a gestão financeira de uma organização deste tipo é, sem dúvidas, essencial.

Se engana quem pensa que essas organizações não necessitam de uma boa gestão. Pelo contrário, por conta do grande impacto sobre os seus resultados, torna-se imprescindível administrar os recursos, desenvolver um planejamento estratégico consistente e contar com uma boa prestação de contas.

Por esses motivos, separamos 5 Dicas para ajudar na Gestão Financeira dessas organizações.

Gestão financeira no Terceiro Setor

Um dos pontos principais de organizações com esse caráter é resolver ou diminuir desigualdades sociais e econômicas da sociedade, o que gera uma grande responsabilidade social.

Como em qualquer outra entidade, no Terceiro Setor é necessário ter uma ótima gestão, garantindo a correta administração dos recursos e uma prestação de contas clara e pontual. Isso porque existem algumas limitações no setor a serem consideradas.

Administração eficiente

A primeira grande questão para garantir uma ótima Gestão Financeira é a administração eficiente, que tenha controle sobre as movimentações financeiras da organização e saiba lidar com as limitações que o Terceiro Setor impõe.

Significa dizer que, nesse sentido, captar recursos, realizar o pagamento das despesas e manter um bom planejamento de curto e longo prazo, são aspectos essenciais para que a instituição mantenha claros os seus objetivos.

Portanto, considere na sua administração as seguintes perguntas norteadoras:

  • Quais são os objetivos da sua instituição e como eles contribuem para a sua realidade?
  • Para captar recursos, quais são suas fontes e como elas serão administradas?
  • Quais são os gastos que mantém a sua organização funcionando?
  • É possível prever o que pode interferir nos seus objetivos?

Captação de recursos

Como o Terceiro Setor é composto por organizações sem fins lucrativos, tão importante quanto a Gestão Financeira é a captação de recursos.

Existe uma variação bem comum nesse tipo de instituição, e por isso o planejamento de como irá ocorrer a captação e aplicação desses recursos deve contemplar essas variáveis na arrecadação de dinheiro e os cenários que podem causar impactos.

Para que você consiga bons resultados e mantenha a sua sobrevivência, pense o seguinte:

  • Como posso mapear quais são as fontes disponíveis para captar recursos?
  • Dentre elas, quais são de caráter público e quais não são?
  • É possível criar campanhas de financiamento que sensibilizem o público com a sua causa?
  • Quais estratégias podem ser adotadas, como eventos, vendas de produtos e rifas?

Planejamento, organização e análise

No Terceiro Setor, é preciso que a Gestão Financeira contemple cenários não apenas no curto prazo, mas principalmente a longo prazo.

Por isso, planejar, organizar e analisar resultados é essencial para medir as ações necessárias a serem tomadas e entender quais despesas podem surgir, assim como novas receitas.

Com isso em mente, pense nas seguintes perguntas:

  • Dentro da sua realidade, quais cenários podem causar impactos na saúde da entidade?
  • Diante das adversidades, é possível contar com um fundo de emergência?
  • Quais ferramentas podem ajudar na Gestão Financeira?
  • Como definir processos internos e garantir estabilidade?

Prestação de contas

Como a gestão financeira no Terceiro Setor não visa o lucro, mas precisa captar recursos, prestar contas é uma parte fundamental para garantir a confiabilidade dos investimentos e a aplicação das ações de acordo com a realidade social em que você atua.

Nesse sentido, é preciso ter clareza nos seus objetivos e oferecer um detalhamento das fontes de captação e dos períodos em que elas se fizeram presentes, como aconteceu a aplicação dos recursos e de que forma as ações impactaram a sociedade.

Para isso, pense no seguinte:

  • Com quais públicos devo me comunicar?
  • Como fornecer transparência nas informações?
  • De que forma posso mensurar os resultados e melhorar o planejamento de recursos e despesas?
  • Como atender ao que diz o Estatuto dos Direitos do Doador e as exigências legais?

Ferramentas indispensáveis

Algumas ferramentas e metodologias podem ajudar a manter a Gestão Financeira da sua organização de Terceiro Setor e garantir a sua sobrevivência.

Dentre as mais conhecidas, destacamos as duas mais importantes:

Auditoria Interna

Defina os processos internos para promover o acompanhamento claro do fluxo de caixa, das receitas e despesas e os objetivos a serem conquistados pela organização.

A auditoria interna irá fortalecer os seus processos e fazer com que a sua gestão financeira tenha mais dinamismo, permitindo a transparência das suas ações e aumentando o controle sobre o que acontece na sua organização de forma objetiva e prática.

Balanço Patrimonial

Esta é uma questão fundamental para a sua Gestão Financeira no Terceiro Setor, pois irá garantir que as ações e estratégias estejam alinhadas às suas despesas e receitas.

É por meio do balanço patrimonial que você irá compreender o fluxo de caixa, ou seja, o que entra e sai da sua entidade, além de acompanhar toda a sua movimentação econômica, que, por consequência, ajudará na prestação de contas de forma transparente e responsável.

A Gestão Financeira mantém o Terceiro Setor vivo

Com as dicas que trouxemos neste artigo, foi possível entender a importância de ter uma gestão eficiente, de modo a garantir a sua sobrevivência e a continuação dos impactos sociais que você proporciona à sociedade.

Por isso, tenha em mente que planejar e analisar suas ações é um passo importante para se ter sucesso em sua Gestão Financeira no Terceiro Setor, que a cada dia se transforma mais.

Esse artigo foi útil para você? Então acesse a nossa central educativa para mais conteúdos como esse.

O PIX vai acabar com a Sonegação!

O PIX vai acabar com a Sonegação!

Qual é a relação entre o novo meio de pagamento, o famoso PIX e o fisco? Você está empolgado para o lançamento do PIX? 

Diante das promessas dessa incrível ferramenta, a gente já consegue imaginar o quanto as nossas transações financeiras ficarão fáceis, rápidas e baratas, tanto para pessoas quanto para empresas.

Só que tem um porém, esses benefícios do PIX não atingem somente a população e a iniciativa privada. Com essa ferramenta, o governo ganha um excelente aliado contra 2 problemas bem sérios no brasil: a informalidade dos negócios e a sonegação de impostos.

Antes de mais nada, vamos contextualizar rapidamente o que é o PIX.

O PIX é um sistema de pagamento instantâneo, barato e sempre disponível, que foi desenvolvido e distribuído pelo Banco Central do Brasil e tem a proposta de substituir todos os meios de transferência de valores entre contas bancárias de:

A – Pessoas Físicas, 

B- Empresas;

C- Governo.

O objetivo do Banco Central com o PIX é agilizar e desburocratizar as transações financeiras no país, sendo mais barato, mais rápido e com maior disponibilidade do que outros métodos, como, por exemplo, o DOC e TED, além de mais prático e mais seguro do que cartões de débito, crédito e dinheiro físico. 

Observando tudo que foi divulgado pelo Banco Central, é quase impossível apontar um único defeito na proposta magnífica do PIX para pessoas, empresas e para o governo.

Só que, para as empresas que mantêm parte do seu negócio informal, o PIX pode ser um oponente formidável e bem difícil de se evitar. 

Sonegar impostos sobre operações com PIX tende a ser praticamente impossível!

É muito fácil perceber o quanto o PIX é vantajoso para as Administrações Tributárias, como a Receita Federal e as Secretarias da Fazenda, tanto Estaduais, quanto Municipais.

Então vamos pensar de forma simples e lógica….

Considerando que todos os dados transacionais do PIX estarão concentrados no Banco Central, o Fisco terá muita facilidade em descobrir o faturamento exato das empresas.

E olha que essa lógica que estamos trazendo neste artigo não é tão nova assim: 

Desde a popularização das vendas com cartão de crédito e débito, manter um negócio totalmente informal é muito complicado… 

Estas operações envolvendo máquinas de cartão já dificultam a sonegação, já que as operadoras prestam estas informações mensalmente ao Governo – através da e-Financeira

Ou seja, nos dias de hoje, as próprias maquininhas já informam o quanto você transacionou, você queira ou não.

Com o PIX, a centralização e a facilidade de acesso a estes dados por parte dos órgãos de fiscalização vai atingir um nível sem precedentes.

Basicamente, a gente pode afirmar, sem sombra de dúvidas, que, num futuro bem próximo, as pessoas estarão utilizando só o PIX.

O dinheiro em cédula vai diminuir e muito a circulação… isso se ele não acabar!

Então, quando a popularidade do PIX realmente vier à tona, vai ser muito difícil, quase impossível manter um negócio informal. 

Se a proposta de eliminar (ou mesmo reduzir drasticamente) o uso de dinheiro físico se concretizar, a informalidade vai beirar impossível

Afinal, em um cenário no qual se projete um sucesso absoluto do PIX, o governo vai conhecer a renda exata de todas as pessoas jurídicas e físicas, pois neste contexto de inteligência fiscal absoluta e centralizada não é nada impossível de se acontecer.

É claro que esta é uma previsão um pouco distante ainda e depende de inúmeros fatores. 

Por enquanto, o que podemos esperar com total certeza, é o crescimento das garras e do cérebro do leão.

Como você pode ver, utilizar o PIX requer bastante cuidado. Além de respeitar todas as questões legais, é fundamental ficar atento a qualquer falha, para evitar surpresas ou prejuízos posteriormente. Para garantir a saúde financeira da sua empresa, acesse o nosso blog e confira outros artigos!

Como os grandes empresários utilizam a contabilidade a seu favor

Como os grandes empresários utilizam a contabilidade a seu favor

A Contabilidade é uma ferramenta imprescindível para o sucesso da empresa. Muitos gestores e empresários sabem disso e a utilizam inclusive a seu favor. Principalmente, quando a Contabilidade Gerencial é colocada em jogo!

Ocorre que, mesmo provando por “A + B” que isso é uma verdade indiscutível, existe uma parcela considerável de gestores que acaba não dando tanta importância para a Contabilidade. Entenda como os grandes empresários utilizam a contabilidade a seu favor.

Então, neste artigo, trouxe alguns exemplos de empresários bem sucedidos que utilizaram a Contabilidade à seu favor, e isso, claro, contribuiu diretamente para o sucesso empresarial alcançado por eles.

O Warren Buffett, nosso primeiro exemplo, que é um dos homens mais ricos e o investidor mais famoso do mundo, diz o seguinte: “a contabilidade é a linguagem dos negócios, sem ela, você nunca vai ser um empresário ou investidor bem sucedido”.

O John Rockefeller, que é o homem mais rico da história de todos os tempos, (já que ajustando sua fortuna da época à inflação seu patrimônio, nos dias de hoje, seria cerca de 700 bilhões de dólares), era contador!

Rockefeller se formou em Contabilidade e trabalhou em um escritório de Contabilidade. Ele aprendeu tudo sobre Contabilidade de custos e métodos de custeio, conseguiu aplicar isso nos seus negócios e alcançou grandes feitos, financeiramente falando!

O mega-empresário Andrew Carnegie, que também é um dos homens mais ricos da história, desenvolveu nas suas siderúrgicas um método contábil detalhado de custos, no qual ele tinha o intuito de captar e entender informações sobre os custos de matéria-prima e de mão de obra. 

Basicamente, podemos dizer que a Contabilidade Gerencial como conhecemos hoje surgiu dentro das empresas de Andrew Carnegie.

Já o Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, imprimiu uma política em todas as suas empresas de modelagem financeira

Desde o Banco Garantia, um de seus primeiros projetos, até hoje em dia, com a fusão entre a Brahma e Antártica, ou quando comprou a Budweiser, o Burguer King e a Heinz, em simplesmente todas as suas empresas, Lemann se utiliza da Contabilidade como ferramenta para a tomada de decisão.

Então, Lemann frequentemente fazia a sua gestão com base nos números, na sua estrutura de custos e na análise nos relatórios financeiros.

Pra finalizar os exemplos, eu já tive a oportunidade de conversar com o Enéas Pestana, que foi durante bastante tempo CEO do Grupo Pão de Açúcar, e, dentre alguns dos motivos que ele elencou para o sucesso da empresa, está o fato de que ele sempre tomava as decisões baseado na Contabilidade. Ou seja, ele tinha todo o apoio da poderosa ferramenta chamada Contabilidade para poder tomar a melhor decisão e decidir qual caminho seguir.

Utilize a Contabilidade!

Tem um momento na vida do empreendedor, na vida do empresário, que é o início, o começo de tudo. É um momento em que ele está estruturando a empresa e tem tanta coisa pra fazer, que acaba focando diretamente na operação do seu negócio e acaba não tendo tempo nem energia para focar em outras frentes.

Eu até entendo esse momento!

Só que, se você realmente deseja ter uma empresa estruturada, como essas que eu citei, você vai precisar pensar como um gestor de verdade. Na hora que você for pensar como um gestor, vai entender que a Contabilidade é a ferramenta que pode te ajudar a dar esse próximo salto que você precisa.

Nenhuma empresa consegue ser grande sem ter uma boa Contabilidade, sem analisar suas Demonstrações Financeiras. 

Nenhuma empresa consegue ser grande sem que o líder dessa empresa abrace essa ferramenta para gerir sua empresa.

Pode reparar por aí! Todas as empresas que você admira, que você se espelha…

Para, olha, pensa e analisa…. 

Você acha mesmo que essa empresa não usa a Contabilidade a seu próprio favor?

A verdadeira função da moderna Contabilidade é atuar diretamente focada nos assuntos da riqueza das empresas.

O Contador é a bússola de uma empresa. 

Com base nos elementos que a Contabilidade fornece, o Empresário sabe se vai ter sucesso ou então o insucesso.

A Contabilidade dá uma dimensão do que passou e a projeção do futuro. 

E é exatamente entendendo o passado e o presente e projetando o futuro que se tem sucesso nas tomadas de decisões!

Se você quer saber realmente como a Contabilidade pode te ajudar, faça o nosso diagnóstico financeiro gratuito e tenha o feedback de um consultor da Segato Contabilidade! 

Guilherme Segato

como fazer um planejamento orçamentário

Como fazer um planejamento orçamentário?

Você sabe como fazer um planejamento orçamentário eficaz? Essa ferramenta é primordial para planejar ações e estratégias que contribuam com melhores resultados, além de manter seu negócio saudável por mais tempo.

Pensando nisso, vamos explicar porque sua empresa precisa de um bom planejamento orçamentário e como fazer um. Entenda, a seguir!

Por que fazer um planejamento orçamentário?

O planejamento orçamentário é uma prática fundamental para que a empresa planeje suas receitas, despesas, custos e investimentos futuros. Com base em uma análise cuidadosa da situação atual do negócio e de dados reais, é possível:

  • Estabelecer objetivos que levem aos resultados esperados;
  • Organizar e utilizar os recursos de modo mais eficiente;
  • Saber o momento certo para fazer empréstimos;
  • Avaliar os investimentos realizados e previstos;
  • Identificar a necessidade de mudanças na empresa;
  • Definir ações, políticas e estratégias mais acertadas.

Com um bom planejamento orçamentário, você tem a real compreensão da situação do seu negócio e entende o que deve ser feito para melhorar os resultados.

Ou seja, o planejamento é essencial para melhores tomadas de decisão. Assim, você terá previsões baseadas em fatos (e não suposições!), podendo nortear suas ações com mais controle, segurança e transparência.

Como fazer um planejamento orçamentário?

Agora que você conhece a importância de fazer um bom planejamento orçamentário, veja alguns elementos fundamentais desse processo:

  • Previsão das vendas e projeção do faturamento;
  • Projeção das deduções sobre vendas;
  • Projeção dos custos de produção, como insumos e mão de obra;
  • Planejamento de despesas operacionais e gastos administrativos;
  • Planejamento dos gastos com pessoal;
  • Planejamento dos investimentos (quantias, áreas e formas).

Além disso, existem algumas práticas que ajudam a fazer um planejamento orçamentário de sucesso. Por exemplo:

  • Avalie quais itens dentre os citados acima são mais importantes para sua empresa;
  • Considere um período de projeção que faça sentido para o seu setor de atuação e suas operações (geralmente, esse período varia entre um e três anos);
  • Estabeleça metas realistas e executáveis, considerando cada área do negócio;
  • Faça acompanhamentos periódicos e implemente ajustes quando necessário;
  • Foque nas informações que são relevantes para as suas tomadas de decisão;
  • Conte com ferramentas que auxiliem na elaboração do planejamento orçamentário, como planilhas, softwares especializados ou sistemas de gestão integrados.

Por fim, vale lembrar que uma assessoria contábil especializada pode ser bastante útil ao longo do processo. Assim, você cria um plano eficaz, com todos os pontos necessários e adequados à realidade da sua empresa. Deseja mais informações sobre o assunto? Acompanhe outros artigos no nosso blog!

planejamento sucessório

O que é planejamento sucessório e por que é importante?

O planejamento sucessório é um instrumento jurídico que tem como objetivo organizar a transferência de bens e patrimônios de uma pessoa, ainda viva, aos seus herdeiros.

A ideia é atuar de modo antecipado para prevenir problemas como conflito familiar, dispor os bens conforme o desejo do titular e reduzir custos com o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação).

A seguir, vamos explicar com mais detalhes como funciona o planejamento sucessório e por que ele é importante. Confira!

O que é e como é feito o planejamento sucessório?

O planejamento sucessório consiste em uma forma antecipada de organização da sucessão dos patrimônios de uma pessoa. Para fazê-lo, existem várias formas possíveis. Conheça as mais comuns!

Testamento

No testamento, o titular do patrimônio pode fazer a divisão dos bens conforme a sua vontade. O requisito legal é que 50% seja destinado aos familiares (descendentes, ascendentes e cônjuge). O restante pode ser passado para outras pessoas, mesmo sem vínculo familiar.

Doação

Na doação, ou partilha em vida, os bens podem ser transmitidos aos herdeiros com o titular ainda vivo. A doação também pode ser feita com reserva de usufruto vitalício. Assim, o bem já pode ser passado para o nome do herdeiro, mas o doador mantém seu direito de usufruí-lo até o falecimento.

Previdência privada

Ao contratar um plano de previdência privada, os herdeiros podem receber os valores arrecadados no pagamento. Tudo é feito de forma automática, sem burocracias ou carências, o que torna essa forma de planejamento sucessório uma das mais simples. Além disso, na transferência não há cobrança do ITCMD.

Holding familiar

Para fazer o planejamento sucessório por meio de holding familiar, cria-se uma empresa, colocando os herdeiros como sócios da organização. Cada ação da holding familiar equivale a uma quota da herança. Assim, o patrimônio da família fica dentro da empresa.

Por que o planejamento sucessório é importante?

O planejamento sucessório é muito benéfico em termos de organização e facilitação da divisão de bens. Além disso, esse instrumento tem a vantagem de possibilitar uma transmissão de bens muito mais estratégica e eficiente.

Nesse sentido, um de seus grandes benefícios é a economia. Na sucessão de bens tradicional, os custos e a burocracia podem ser altos. Há gastos com o imposto ITCMD, processo de inventário, documentação de cartório – tudo isso pode acabar reduzindo significativamente o valor dos bens.

Já com o planejamento sucessório, é possível reduzir impostos, eliminar custos e liberar os bens de forma mais rápida e menos burocrática.

Além disso, quando os bens envolvem ações ou empresas, o planejamento sucessório empresarial se torna ainda mais necessário. Isso porque, na sucessão tradicional, quando um sócio de uma empresa falece, as quotas e ações são transmitidas automaticamente para os familiares diretos, como filhos e cônjuge.

Contudo, nem sempre esses herdeiros estão ligados à atividade empresarial. Muitas vezes eles não têm as competências necessárias para gerir a empresa ou nem mesmo têm interesse em atuar na área. E isso pode acabar prejudicando a boa continuidade dos negócios.

Com o planejamento sucessório, o valor das ações pode ser mantido na transmissão aos herdeiros, mas podem ser destinados tipos de ações diferentes, como ordinárias nominativas ou preferenciais nominativas. Assim, é possível determinar quem tem direito de voto e, consequentemente, maior poder na gestão.

Como você viu, o planejamento sucessório é um instrumento legal muito útil para quem tem um patrimônio importante e deseja que a partilha seja feita de forma eficiente e transparente. Deseja conferir mais informações para gerir seus bens com inteligência? Então, confira outros artigos em nosso blog!

impostos

4 dicas para quitar os impostos em aberto de sua empresa

A dificuldade para manter em dia o pagamento de impostos é realidade comum a todo empresário em nosso país e isto acontece exatamente porque o Brasil é um dos países que mais taxam as pequenas e médias empresas. 

O problema em se atrasar impostos é que, como qualquer outro credor, o governo pune o inadimplente com multa e juros de mora, deixando a situação da empresa ainda mais complicada. Como ninguém se torna um inadimplente por “à toa”, em momentos nos quais a decisão de deixar de pagar os impostos passa a ser questão de sobrevivência do negócio, o mais importante é conhecer as regras do jogo.

Antes de conferir as dicas para resolver as pendências tributárias de sua empresa, leia o nosso artigo sobre os riscos e as consequências de não pagar impostos.

1. Aposte em um Programa de Recuperação Fiscal

Uma das melhores opções para escolher em caso de atraso de impostos é o parcelamento ou a liquidação por meio de programas como o REFIS e o PIS.

O Programa de Recuperação Fiscal — ou REFIS — é um projeto que objetiva parcelar débitos que pessoas jurídicas têm com algumas instituições determinadas, como a Secretaria da Receita Federal (SRF), a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o INSS.

Ao recorrer aos programas de parcelamento, o empresário não deve se esquecer de que ele terá que arcar com os custos daquelas parcelas, além do valor regular daquele mês. Por isso, é imperativo que a empresa se organize para conseguir honrar o acordo.

2. Pegue um empréstimo

Quando sua empresa está devendo tributos ao Estado e deseja quitar as dívidas, uma das primeiras atitudes tomadas por empresários é a contratação de empréstimos.

Mas essa atitude deve ser planejada e pesquisada, pois os bancos oferecem acordos com cláusulas e benefícios diversos. Portanto, é preciso analisar minuciosamente cada proposta, a fim de fechar o melhor negócio.

3. Aposte em um Planejamento Tributário

Em busca de alternativas, contrate uma consultoria de Planejamento Tributário para estudar meios legais de reduzir os impostos que são pagos atualmente pela empresa. 

Muitas vezes, uma simples reestruturação no Regime Tributário poderá organizar a estrutura de custos da sua empresa, o que fará com que as dívidas do passado sejam honradas com o novo fluxo de caixa. 

4. Realize uma Auditoria Fiscal nos últimos 5 anos

Uma boa alternativa para reestruturar as pendências tributárias da sua empresa é realizar uma Auditoria Fiscal nos últimos 5 anos de seu CNPJ. Diferente do Planejamento Tributário (com foco no futuro), a auditoria irá retroagir os últimos 5 anos de apuração de todos os impostos (Federais, Estaduais e Municipais) de sua empresa a fim de buscar:

  1. Impostos pagos a maior;
  2. Compensação ou ressarcimento de tributos;
  3. revisão dos impostos em Aberto (para entender se realmente são devidos);
  4. Segurança de que nada do passado em termos fiscais poderá atrapalhar ainda mais o futuro da empresa.

Quanto antes quitar os impostos, melhor!

Ao atrasar o pagamento de impostos a melhor coisa a ser fazer é elaborar um sólido planejamento financeiro e orçamentário para a sua empresa voltar o quanto antes a condição de adimplente. 

Os custos com multas e juros de mora cobrados pela Receita Federal Brasileira podem ser em alguns casos até menores do que outros credores, mas ainda sim são proibitivos e, se acumulados por longos prazos, podem tornar-se impagáveis, causando consequências graves como insolvência econômica ou até mesmo falência.

Por isso planejar, controlar milimetricamente os gastos, despesas e margens de lucro é a melhor opção.

Para isto, conte com a Segato para te ajudar a traçar um planejamento completo e um diagnóstico prático onde sua empresa quite 100% de suas pendências tributárias e foque em crescer e expandir. Entre em contato com um de nossos consultores para crescermos juntos.

Não Pagar Impostos

7 Riscos e consequências de não pagar impostos

É normal e extremamente comum, no cenário brasileiro, que a empresa, em algum momento de sua jornada, encontre-se em dificuldade financeira, com falta de caixa e sem recursos disponíveis a curto prazo. Diante deste contexto e de todas as frentes de trabalho do empresário, muitas vezes, os impostos são deixados de lado para que a empresa honre com fornecedores, prestadores de serviço e o próprio pro-labore.

Porém, abrir mão do recolhimento dos impostos, na maioria das vezes, é uma decisão prejudicial para o negócio. Atrasar o pagamento de suas obrigações tributárias não é a situação ideal, mesmo que aparente ser a alternativa mais viável ou de “fácil” escolha.

1. Incidência de Multas

A primeira consequência do atraso do pagamento de imposto é a incidência de multa. Cada imposto tem uma forma de cálculo para o atraso, porém para a maioria é calculada uma multa de 0,33% a cada dia de atraso, chegando no limite de 20%.

Para exemplificar:

Caso a empresa deixe de pagar um imposto de R$ 50.000,00 no mês de janeiro, em março, além de dever o valor nominal, será acrescido R$ 10.000,00 (20% do valor devido), totalizando uma dívida tributária de R$ 60.000,00 em apenas 2 meses.

2. Juros de Mora

Além da incidência da multa sobre o atraso, também serão calculados juros de mora. Os juros são cobrados a partir do mês seguinte ao do vencimento, calculados com base na taxa Selic + 1%.

Então, se o atraso for dentro do mês de vencimento, paga-se somente a multa e nada de juros. Se a empresa estiver esperando por uma entrada ainda dentro do mês, talvez seja vantajoso atrasar o pagamento. Se passar do mês, o custo financeiro passa a ser alto. A cada mês de atraso, soma-se mais uma taxa mensal nesse patamar até o mês de pagamento. Quanto maior o atraso, maiores são os acréscimos legais.

3. Risco de Bloqueio de Bens e Responsabilização do Fisco

Cada vez mais o Fisco vem melhorando seu monitoramento, através da tecnologia e dos cruzamentos das informações. Caso o imposto fique muito tempo em aberto, a empresa corre o risco de sofrer bloqueio de bens para que o Fisco não seja lesado pela falta de recolhimento do referido imposto.

Além disso, há a possibilidade de a empresa ser acusada de sonegação pela Receita Federal ou por alguma Secretaria Estadual ou Municipal. A situação ficará muito mais complicada.

Nesse cenário, os responsáveis diretamente envolvidos com o pagamento de tributos podem responder pela ação. Porém, se ficar comprovado que a empresa facilitou, incentivou ou contribuiu com a sonegação de impostos, sócios e diretores também poderão ser responsabilizados gravemente.

4. Dificuldade em Obter Empréstimos Bancários e Linhas de Crédito

Como citamos anteriormente, muitas empresas analisam o que é mais viável: pagam juros e multas em atraso ou solicitam um empréstimo bancário para quitar os impostos a tempo. 

No entanto, um dos riscos de não pagar os impostos em dia é encontrar dificuldades para obter empréstimos e outras negociações com instituições financeiras, especialmente se a empresa já estiver na lista de inadimplentes.

Dificilmente o empréstimo que surgirá terá taxa de juros e prazos de pagamento atrativos. O que pode contribuir ainda mais para o aumento da bola de neve.

5. Impedimento de Participação de Licitações

Outro risco de não pagar os impostos em dia é o impedimento de participar de concorrências públicas, se a empresa entrar no cadastro de inadimplentes. Embora o atraso não seja considerado um crime de sonegação, acaba interferindo na continuidade da empresa.

6. Clientes e Fornecedores Poderão Negar Parceria

É comum em parcerias, seja de clientes ou então de fornecedores, pedir para a empresa as Certidões Negativas de Débitos e consultarem o cadastro de inadimplentes, para entenderem com que tipo de empresa estão fazendo negócio. Caso a empresa não tenha parcelado ou quitado os impostos em aberto, terá grande dificuldade de conseguir um bom acordo.

7. Impedimento de Distribuição de Lucros aos Sócios

Outra consequência de extrema relevância para a empresa que deixa de recolher seus impostos é o impedimento da realização da distribuição de lucros aos sócios, caso não tenha realizado o parcelamento destes valores em aberto.

Qualquer valor que for transferido para a conta corrente dos sócios nesta hipótese terá a incidência de tributação.

Será que realmente  vale a pena deixar de pagar os impostos?

Não vale a pena deixar de recolher os impostos. O atraso sai sempre caro que o desembolso financeiro. O melhor a fazer é se programar para esses gastos, pois eles incidem sobre o que se ganha.

Só compensaria atrasar esse pagamento se os juros e as multas fossem menores do que o custo financeiro de realizar um empréstimo no banco. Se a conta da empresa estiver zerada ou já no vermelho, talvez compense esperar a próxima entrada de recursos, mas é preciso colocar na ponta do lápis para não se enrolar ainda mais.

Caso você precise de um levantamento efetivo dos impostos que estão em aberto na sua empresa e uma estratégia traçada para mitigar os riscos e eliminar pendências da forma mais rápida possível, entre em contato com a Segato. Nossos consultores farão o diagnóstico completo.

Recuperação de Crédito Tributário

Como funciona a recuperação de crédito tributário?

Você sabia que a recuperação de crédito tributário é um direito garantido por lei? E que essa pode ser uma forma de melhorar as finanças das empresas, sobretudo em momentos de dificuldades financeiras?

Neste artigo, vamos explicar o que é a recuperação de crédito tributário e como ela funciona. Confira a seguir!

O que é recuperação de crédito tributário?

O crédito tributário é o valor pago pelas empresas por suas obrigações tributárias, que incluem impostos, taxas e contribuições, tais como IR, CSLL, INSS, PIS, COFINS, ICMS, IPI e ISS.

Quando acontece de uma empresa pagar tributos a maior – ou seja, valores a mais do que deveriam pagar – ou indevidos, ela pode pedir a recuperação do crédito tributário.

Isso pode acontecer, por exemplo, porque alguns produtos acabam sendo tributados duplamente e, com isso, o pagamento do imposto é feito duas vezes.

É o caso dos produtos monofásicos para revenda, em que o PIS e o COFINS devem ser tributados apenas uma vez. Contudo, muitas vezes acontece de serem pagos pelo fabricante e depois pelo revendedor.

Para resolver esses problemas de pagamento a maior ou de bitributação, criou-se então a recuperação do crédito tributário.

Como funciona o processo de recuperação do crédito tributário?

Para solicitar a recuperação de crédito tributário, é preciso fazer uma revisão tributária bastante cuidadosa, a fim de analisar quais créditos podem ser recuperados.

A gestão fiscal ou contábil da empresa deve fazer uma análise de diversos documentos fiscais e dos tributos pagos, identificando os valores declarados na Escritura Contábil Fiscal e os valores recolhidos pelo DARF.

A partir dessa revisão, será possível identificar os tributos indevidos e o valor que pode ser recuperado.

Quem pode solicitar?

Praticamente todos as empresas podem solicitar a recuperação de créditos – exceto os MEI (Microempreendedores Individuais).

As empresas também podem ter qualquer regime tributário, mas a situação é mais comum em empresas do Simples Nacional, do Lucro Presumido e do Lucro Real.

Como se dá o processo?

A recuperação de crédito tributário pode ser feita por processo administrativo. Para solicitar a recuperação, pode-se fazer um pedido eletrônico de restituição, ressarcimento, reembolso ou compensação.

Em alguns casos, a empresa pode entrar com um processo judicial, requerendo a análise imediata da situação, para, assim, agilizar a resolução.

O crédito recuperado poderá, então, servir como compensação de outros tributos da Receita Federal – com exceção das contribuições previdenciárias em caso de retificação de informações erradas do demonstrativo.

Quanto tempo leva?

Todo o processo de recuperação de crédito tributário pode durar até 60 dias, considerando desde a análise do pedido até a restituição do valor.

Vale lembrar que os créditos tributários têm um prazo de prescrição de 5 anos, contado a partir da data de lançamento do crédito. Isso significa que, com o prazo prescrito, a empresa perde o direito de recuperação do crédito tributário.

Por fim, vale reforçar que, antes de fazer a solicitação, é necessário fazer uma análise criteriosa para verificar se é viável ou não para a empresa. Por isso, lembre-se de que contar com uma assessoria contábil é ideal para que você tenha êxito nesse processo. Continue acompanhando o nosso blog e mantenha a boa saúde financeira do seu negócio!

o que é gestão financeira

O que é gestão financeira e por que é tão importante?

Uma boa gestão financeira é essencial não apenas para garantir um caixa saudável, mas também para possibilitar o crescimento sustentável dos negócios.

Por isso, seja qual for o porte ou o ramo da sua empresa, implementar uma gestão financeira eficiente é crucial para garantir controle operacional, fortes estratégias e decisões acertadas.

A seguir, entenda com mais detalhes o que é gestão financeira e por que você não pode abrir mão dela no seu negócio!

O que é gestão financeira?

Gestão financeira é a administração das finanças do negócio, com foco na obtenção de resultados e no aumento da lucratividade. A atividade envolve planejamento, controle, acompanhamento e análise de toda a parte financeira da empresa.

Para isso, existe uma série de processos, ferramentas e métodos que podem ser adotados para que a gestão financeira seja eficiente e eficaz.

Veja algumas das funções que são essenciais e devem fazer parte de toda gestão financeira:

  • controle do fluxo de caixa, com acompanhamento de todas as despesas e receitas;
  • controle de contas a pagar e a receber, com cumprimento de todos os prazos;
  • planejamento financeiro, com estabelecimento de metas, objetivos e análise de resultados;
  • planejamento tributário, com adoção de estratégias lícitas para redução de encargos;
  • avaliação do desempenho econômico, por meio da análise de demonstrações contábeis;
  • análise de investimentos para avaliar o retorno sobre investimentos e tomar melhores decisões no futuro.

Por que a gestão financeira é importante para sua empresa?

Como vimos, a gestão financeira envolve funções que vão muito além de contas a pagar e a receber ou de um controle de caixa. Essas atividades são, sim, importantes para uma empresa. Afinal, elas são fundamentais para garantir controle das finanças e evitar prejuízos.

Contudo, mais do que isso, a gestão financeira tem papel importante também na implementação de ações estratégicas que tragam melhores resultados para a empresa.

Por meio de um bom planejamento orçamentário, projeções para o futuro e análises baseadas em dados, a gestão financeira é crucial para garantir um crescimento sustentável das empresas no mercado.

Por isso, é importante perceber o lado estratégico da gestão financeira, e não apenas operacional. Além de planejar as finanças e controlar o orçamento, defina metas, colete e analise dados, monitore os resultados. Tudo isso é importante para a empresa alcançar seus objetivos.

E, para que sua gestão financeira se torna cada vez mais estratégica e menos burocrática, você pode contar com a ajuda de uma assessoria contábil. Afinal, como vimos, a contabilidade é uma parte essencial para manter a saúde financeira das empresas.

Com uma assessoria, você melhora sua gestão financeira, pois:

  • garante o cumprimento dos deveres tributários e fiscais;
  • tem melhor planejamento e controle das movimentações financeiras da sua empresa;
  • tem uma visão ampla da sua situação financeira e dos resultados, o que permite melhores tomadas de decisão.

Agora que você já sabe como a gestão financeira é importante para o seu negócio, confira outros artigos em nosso blog!

demonstração de resultados

DRE: O que é e qual sua importância?

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A Demonstração de Resultados do Exercício (DRE) é um documento contábil que tem como objetivo resumir o resultado líquido de um exercício financeiro. Isso é realizado por meio do detalhamento de todas as receitas e despesas da empresa, com o intuito de mostrar se a empresa teve lucro ou prejuízo.

Além de obrigatório, realizar a DRE é muito importante para os empreendedores, pois o documento contribui nas tomadas de decisão e na elaboração de um bom planejamento estratégico.

Neste artigo, explicamos como é feita a Demonstração de Resultados do Exercício e por que ela é importante para o seu negócio. Confira!

O que é Demonstração de Resultados do Exercício (DRE)? 

A Demonstração do Resultado do Exercício – DRE – é um relatório contábil que evidencia se as operações de uma empresa estão gerando um lucro ou prejuízo.

A DRE é apresentada juntamente com o Balanço Patrimonial e deve ser assinada por um contador habilitado pelo CRC (Conselho Regional de Contabilidade). Pela lei, o relatório é obrigatório para todas as empresas, exceto o MEI, e deve ser feito anualmente.

No entanto, a importância desse documento vai além do cumprimento das exigências contábeis e fiscais. Ter este controle também é essencial para o sucesso do seu negócio!

Portanto, para elaborar uma DRE, você pode seguir os seguintes passos:

  1. Receita bruta

(-) Deduções, devoluções, abatimentos e impostos

(=) Receita líquida de vendas

  1. Receita líquida

(-) Custos de mercadorias vendidas e serviços

(=) Resultado operacional bruto

  1. Resultado bruto

(-) Despesas com vendas, financeiras, administrativas e operacionais

(+) Receitas operacionais

(=) Resultado operacional antes do IRPJ e da CSSL

  1. Resultado operacional

(-) Provisões para os impostos

(+/-) Resultados não operacionais (participações de debêntures, empregados, administradores, partes beneficiárias etc.)

(=) Resultado líquido do exercício (lucro ou prejuízo).

Figura exemplificando a estrutura da DRE

Por que a demonstração de resultados é importante para sua empresa?

Como vimos pela estrutura básica de uma DRE, o objetivo final é chegar ao resultado líquido do exercício de uma empresa. Isso significa que, por meio desse documento, é possível saber se o negócio obteve lucro ou prejuízo naquele período.

Além disso, ao detalhar todas as receitas e despesas do negócio, é possível obter dados que auxiliam na elaboração de um bom planejamento estratégico e garantem tomadas de decisão mais acertadas.

Com a análise da DRE, você pode avaliar, por exemplo, a evolução dos ganhos e dos gastos no decorrer do período financeiro, comparar custos e identificar o impacto de uma despesa no resultado do seu negócio.

Assim, o gestor pode avaliar melhor o desempenho e a saúde financeira da empresa. Também é possível identificar os pontos de melhoria em relação às estratégias adotadas e as mudanças administrativas necessárias para que a empresa maximize seus resultados.

Além disso, a DRE é um documento importante para agentes externos à empresa. O governo utiliza o relatório para verificar se os impostos foram calculados corretamente e faz o confronto do lucro declarado na DRE com os lucros declarados pelos sócios no Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

A declaração ainda costuma ser fundamental na hora de conseguir uma ajudinha extra. Bancos e analistas financeiros podem requerer o demonstrativo para avaliar a situação do negócio e decidir se darão crédito ou não ao solicitante; enquanto eventuais investidores irão analisá-lo para ter mais segurança ao aplicar seu dinheiro.

Clientes e Fornecedores também podem solicitar o demonstrativo para avaliar possíveis parcerias, tais como a melhora na condição do prazo de pagamento, eventuais descontos e fechamento de contratos grandes.

Viu como a demonstração de resultados é importante para o seu negócio? Baixe nosso modelo gratuito de DRE e entenda o Resultado da sua empresa! Se necessário, não deixe de contar com uma assessoria contábil para realizar e analisar a DRE de modo estratégico e eficaz. E, para fortalecer ainda mais a saúde financeira do seu negócio, confira outros artigos em nosso blog!

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inteligência fiscal

O que é inteligência fiscal e por que utilizá-la em seu negócio?

A inteligência fiscal é uma atividade que pode ser muito benéfica para garantir o sucesso de uma empresa. Especialmente para aquelas que lidam com uma diversidade de cargas tributárias e, em meio a isso, precisam encontrar alternativas para reduzir seus custos.

Através da inteligência fiscal, é possível:

  • Avaliar melhor os dados;
  • Cumprir com suas obrigações;
  • Manter-se competitivo no mercado.

Mas afinal, o que é inteligência fiscal? E mais: será que ela é adequada para o seu negócio? Continue a leitura e descubra!

O que é inteligência fiscal? 

É um conjunto de ações que facilita o trabalho de obtenção, avaliação, divulgação e proteção das informações e dados empresariais.

Considerada uma ferramenta de gestão, ela também agrega valor ao negócio e oferece boas oportunidades. Isso porque a inteligência fiscal reduz os riscos de haver prescrição dos créditos tributários, além de proporcionar mais clareza, objetividade e inovação aos processos.

Ela também é uma ótima estratégia para evitar a autuação fiscal. Afinal, a Receita Federal conta hoje com processos extremamente informatizados e uma fiscalização mais eficiente, que usa o cruzamento de algoritmos para detecção de fraudes.

Logo, essas ações possuem um teor preventivo, pois ajustam os processos e controles internos de acordo com a lei,  protegendo sua empresa de multas que podem chegar a quebrar o negócio.

Devo utilizar a inteligência fiscal? 

Implantar essa prática pode oferecer diversos benefícios para o setor fiscal de uma empresa

O principal deles é a redução dos custos com impostos, tendo em vista que a inteligência fiscal permite adotar um planejamento tributário, identificando falhas e oportunidades previamente.

Outros pontos positivos que ela oferece são:

  • Diminuição das chances de autuação por erro na declaração dos impostos junto à Receita Federal;
  • Elevação da vantagem competitiva, uma vez que estará seguindo os mesmos critérios exigidos das demais empresas do seu porte e segmento;
  • Elaboração de estratégias fiscais mais direcionadas e eficientes;
  • Maior segurança na tomada de decisão;
  • Garantia da compliance.

Para que ela seja colocada em prática, é preciso contar com um software que automatize essas ações. Caso contrário, todos os dados teriam que ser registrados e consultados de forma manual pelos colaboradores utilizando um ERP.

Para algumas empresas, essa necessidade de contar com uma ferramenta mais robusta e moderna pode ser visto como desvantagem, pois ela demanda um grande investimento inicial.

Em contrapartida, pensando a longo prazo, o investimento é baixo se comparado com os benefícios que a inteligência fiscal pode oferecer.

Conte com uma assessoria para tornar o processo mais eficiente!

A inteligência fiscal é um conjunto de ações que permite uma melhor organização e seguimento das obrigações legais das empresas. Ao evitar custos desnecessários, aumenta a competitividade do negócio, permitindo melhorar processos visando obter melhores resultados.

Caso você tenha dúvidas sobre como colocar em prática a inteligência fiscal na sua empresa, a Segato Contabilidade fornece uma assessoria contábil completa e pode ser uma ótima opção para sua empresa!

Afinal,  nós contamos com profissionais especializados no assunto, que podem dar dicas muito úteis para melhorar suas ações fiscais, e oferecemos um planejamento customizado e formatado para a sua realidade.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas para entender como a Inteligência Fiscal vai colocar sua empresa em outro nível! E se você quiser saber mais sobre contabilidade, continue na nossa Central Educativa!

orçamento empresarial

Os maiores erros cometidos no Orçamento Empresarial

Qualquer tipo de empresa, independentemente do porte e segmento de atuação, precisa contar com um orçamento empresarial consistente.

Com ele, é possível responder perguntas como:

  • Qual a expectativa de faturamento para o próximo ano?
  • Qual a projeção de custos e despesas operacionais?
  • O lucro dos próximos 3 anos permitirá realizar investimentos substanciais?

Sem o orçamento empresarial, as decisões passam a ser tomadas sem embasamento, ou seja, com base em achismos e suposições. O orçamento empresarial está diretamente ligado com o planejamento estratégico do negócio.

Mas afinal, o que é orçamento empresarial e quais os erros mais comuns que as empresas cometem ao organizá-lo? São essas questões que abordaremos a seguir. Boa leitura!

O que é orçamento empresarial?

É a ação de planejar e estimar despesas, ganhos e investimentos que a organização terá nos próximos anos. A estimativa costuma ser de 1 a 3 anos, mas, dependendo do segmento de atuação, o orçamento empresarial pode chegar a 10 anos – como é o caso de empresas de exploração e concessão.

A importância de adotar essa estratégia é a possibilidade de estabelecer metas e objetivos de forma mais consistente, partindo de uma análise real do cenário.

Consequentemente, permite acompanhar e comparar resultados, promovendo ações e medidas corretivas ou preventivas, conforme forem surgindo as necessidades de ajustar o rumo.

Apesar do conceito de orçamento empresarial não ser novo, ainda há muitas empresas que não o fazem de forma adequada. Dependendo do erro, os resultados da empresa podem ser impactados de forma significativa.

Quais são os maiores erros cometidos no orçamento empresarial? 

1 – Não reconhecer a importância do orçamento empresarial

Esse certamente é um dos erros mais críticos, pois faz com que muitas empresas simplesmente não façam uma organização financeira.

É preciso ter em mente que o orçamento empresarial é um fator-chave para um negócio bem-estruturado. Tomar decisões na base do “eu acho que é bom” ou “pode ser que dê certo” pode causar sérios danos ao negócio.

Logo, essa ação deve ser incorporada à rotina das empresas para ser possível tomar decisões baseado em dados e fatos. 

2 – Não conhecer as despesas

É difícil de acreditar, mas muito gestores não sabem ao certo os gastos fixos e variáveis da empresa. Consequentemente, não conseguem determinar quanto de capital é preciso obter para cobrir as despesas e ainda lucrar.

Uma forma de tornar esse controle mais eficiente é contar com um software de gestão financeira que consiga integrar os dados corporativos. Permitindo, assim, ter acesso a todas essas despesas – por menores que elas sejam.

3 – Focar na forma e não no conteúdo

Outro erro comum na criação do orçamento empresarial é dedicar muito tempo bolando planilhas, relatórios e gráficos coloridos e detalhados. Deixando de lado a função real dessa estratégia, que é o de obter dados precisos e realizar projeções a partir deles.

Lembre-se que, apesar da parte visual também ser importante, a informação é muito mais. Se elas estão incompletas ou erradas, a ferramenta não permitirá o entendimento do cenário financeiro. 

4 – Misturar contas pessoais com as da empresa

Em muitas empresas, ainda é possível ver os proprietários misturando as contas da pessoa física com a jurídica. Isso significa que retiram dinheiro de caixa para quitar despesas pessoais.

Essa ação acaba prejudicando o controle das contas, o fluxo de caixa e a entrada e saída de dinheiro – especialmente quando ela não é contabilizada. 

Consequentemente, fica difícil organizar o orçamento empresarial, tendo em vista que não é possível obter os dados com precisão.

Fique atento aos dados que devem constar no orçamento empresarial

Devido a importância que essa ação possui no planejamento financeiro a curto e longo prazo, é preciso ficar atento a todas as informações que precisam ser adicionadas.

Assim, oriente sua equipe para que organizem melhor os dados empresariais, a fim de evitar erros que podem prejudicar no resultado do negócio.

Esse artigo foi útil para você? Acesse a nossa Central Educativa e confira outros conteúdos para melhorar a contabilidade da sua empresa!

auditoria fiscal e tributária

Auditoria Fiscal e Tributária: por que sua empresa precisa dela?

A carga tributária representa um dos principais custos das empresas no Brasil. A quantidade de tributos somada às frequentes alterações e à complexidade da legislação fiscal transformar o país em um intrincado labirinto, o que reforça a necessidade de um atento e criterioso planejamento tributário. E ainda, no meio de todo esse labirinto, as empresas acabam pagando impostos indevidos.

É preciso, portanto, não só definir uma estratégia precisa para proteger e blindar sua empresa perante ao fisco, mas também utilizar-se desta questão para que, dentro da legalidade, seja possível se beneficiar com opções tributárias que reduzirão a pesada carga e trarão resultados econômicos para a empresa.

Por que realizar uma auditoria tributária?

A auditoria tributária, também chamada de auditoria fiscal, tem como objetivo principal analisar se todas as obrigações tributárias estão sendo seguidas de forma correta pela empresa. 

De forma simples e direta, pode-se dizer que a auditoria tributária proporcionará ao empresário e diretores um parecer e uma posição sobre as práticas adotadas pela empresa. O objetivo da auditoria tributária é examinar e avaliar a eficiência e a eficácia dos procedimentos e controles adotados para a operação, o pagamento e a recuperação de impostos e qualquer outro ônus de natureza fiscal e/ou tributária que incida sobre as operações da empresa.

Dessa forma, a auditoria tributária serve para assegurar às pessoas interessadas de que a empresa está em conformidade e analisar se há melhores caminhos ou práticas – tanto para a proteção da empresa perante ao fisco, quanto para o melhor planejamento tributário.

Por que minha empresa deveria realizar uma auditoria tributária?

Simplesmente pelo fato de que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% das empresas no Brasil pagam impostos indevidamente – ou deixam de entregar suas obrigações acessórias da forma correta.

No competitivo mundo empresarial, em que cada empresa busca de alguma forma obter diferenciais para ter êxito em seus negócios e atingir os resultados esperados, as informações geradas pela contabilidade são uma possibilidade de encontrar a diferenciação e oferece estratégias inovadoras e de impacto no dia a dia de sua empresa.

Nesse sentido, as empresas, de qualquer porte ou segmento, devem buscar o auxílio da auditoria, a fim de identificar possíveis contingências nos registros contábeis que estejam inviabilizando a continuidade e o crescimento dos negócios.

As 4 principais vantagens de se realizar uma auditoria tributária

1. Controle interno

A auditoria tributária deve, acima de tudo, ser vista como uma ferramenta de controle interno. É responsabilidade do gestor ter consciência e controle das obrigações fiscais e tributárias da empresa, e somente por meio da auditoria, será realmente capaz de responder pela segurança e proteção do negócio – ou seja, se a empresa está em compliance tributário.

2. Recuperação de impostos

Por descuido da gestão tributária ou falta de informação, muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deviam. Como mencionado no tópico anterior, cerca de 95% das empresas pagam impostos de forma indevida. No entanto, esses impostos pagos indevidamente podem ser recuperados. Para isso acontecer, é preciso que a auditoria identifique e rastreie esses valores para que seja possível reavê-los.

3. Riscos tributários

Com a análise da auditoria, a possibilidade de consulta e um planejamento consistente e profissional, você elimina da sua empresa a vulnerabilidade aos riscos de passivos tributários, que podem causar transtornos e impedir a continuidade da empresa.

4. Controle de processos legais

A empresa poderá ter melhor conhecimento do andamento de processos legais e entender como lidar com esses processos para que eles tenham um encaminhamento adequado e não causem mais problemas.

De forma resumida, a auditoria tributária é uma das principais formas de organizar o planejamento da sua empresa. Se você quer se manter atualizado quanto às principais ferramentas que podem ajudá-lo, entre em contato com nossos consultores. A Segato tem vasta expertise na área de Auditoria, principalmente voltada à parte fiscal-tributária.

Faça auditoria fiscal e tributária!

A auditoria fiscal e tributária é uma excelente ferramenta de controle interno, a qual possibilita ainda que impostos indevidamente pagos sejam revisados, a fim de tomar as devidas providências. 

Além da análise de riscos e controle de processos legais essa auditoria verifica se todas as obrigações tributárias estão sendo cumpridas de forma adequada pela empresa.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que tornam a auditoria fiscal e tributária tão importante no cenário empresarial,  não deixe para buscar realizá-la depois. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas sobre essa auditoria.

riscos tributários

Como Proteger sua Empresa dos Riscos Tributários?

Quem já trabalha com aspectos relacionados à gestão e operação corporativa sabe bem como a legislação fiscal pode ser complexa e burocrática. Além disso, todo negócio envolve riscos. 

Portanto, adotar uma postura para mitigar riscos tributários é algo indispensável para o fluxo das atividades em qualquer empresa, de qualquer porte.

A alta e complexa carga tributária do Brasil dificulta a gestão das empresas. 

A prova de tudo isso é que, além do próprio pagamento dos impostos, o contribuinte precisa atender a diversas obrigações acessórias, desde as mais tradicionais, como a escrituração de registros contábeis, até as mais complexas, como as declarações eletrônicas dos SPED’s (Sistema Público de Escrituração Digital).

Em todos os casos, a gestão tributária precisa ser prioridade para os gestores, pois, quando feita de forma ineficiente, pode prejudicar a operação de uma empresa. 

Grandes empresas já faliram por não atribuir a devida importância ao cumprimento de suas obrigações fiscais.

Riscos tributários

Na prática, os riscos tributários estão relacionados a todos os processos internos de uma empresa que são executados em desconformidade com o que determina a legislação tributária. Ou seja, é a atuação empresarial deficiente, em que não se dá a devida atenção ao cumprimento correto das obrigações — sejam elas principais ou acessórias.

Na maioria dos casos, os riscos tributários se originam da falta de organização do contribuinte. A ausência de controle sobre as movimentações e a falta de documentação das atividades, por exemplo, figuram como causas comuns dos riscos. Isso pode criar diversos problemas, como pagamentos de imposto em valor menor, confusão operacional e superavaliação patrimonial, abrindo margem para que a fiscalização lavre autuações, multas e até ingresse com medidas judiciais contra o contribuinte.

Os principais riscos de uma gestão tributária ineficiente, na qual não há o controle, organização e expertise necessária, são:

  • Pagamento incorreto de tributos;
  • Falta de controle de pagamentos dos impostos;
  • Endividamento desnecessário;
  • Regime Tributário incorreto;

Entretanto, além dos riscos tributários advindos de falta de controle ou erros internos, é válido ter noção dos principais riscos tributários:

  • Distribuição disfarçada de lucro;
  • Confusão entre patrimônio pessoal e empresarial;
  • Desconsideração de operações;
  • Planejamento tributário abusivo e evasivo;
  • Sonegação fiscal;

Passivos fiscais e penalidades aplicadas

A multa e os juros são aplicáveis na maior parte dos casos em que ocorre atraso, falta de controle interno ou apresentação das declarações

Porém, as situações elencadas acima são passíveis de penalização bem mais severa pelo fisco, sobretudo quando o assunto é sonegação fiscal ou distribuição disfarçada de lucro

Nesse cenário, os riscos fiscais podem indicar desconsideração da personalidade jurídica da empresa, multa direta aos representantes e gestores e até mesmo criminalização das condutas – trazendo passivos ocultos de ordem tributária inimagináveis e incomensuráveis para a empresa.

Gerenciamento dos riscos

Por parte dos gestores da empresa, é imprescindível uma conduta conservadora diante de tantos riscos tributários. É necessária uma postura de proteção e acima de tudo de blindagem perante a situações como essa. 

O controle das demonstrações contábeis e dos demais registros fiscais devem sempre ser acompanhados de perto, de modo a garantir o nível de excelência, blindagem e proteção da companhia.

Os métodos para gerenciamento de riscos tributários são:

  • Planejamento tributário e auditoria fiscal recorrentes e frequentes.
  • Controle das provisões financeiras;
  • Atualização constante da legislação tributária;
  • Sistema tecnológico bem parametrizado;

Como se proteger dos Riscos e de Passivos Tributários?

A solução é terceirizar a contabilidade, contratando uma empresa especializada, a qual detém o aparato necessário e os profissionais preparados para gerir as questões tributárias da empresa, eliminando eventuais riscos a partir de uma contabilidade moderna e consultiva.

Este suporte, além disso, pode ser estendido para os casos em que a empresa busca um novo projeto, mas não entende como funciona a tributação nessas situações e cenário. Certamente, é uma garantia mais que necessária para a redução de custos e de riscos tributários.

E então, leitor? O que achou deste artigo? Entre em contato com a Segato e proteja 100% do seu patrimônio, mitigando os riscos e se livrando de passivos fiscais e tributários.

holding familiar

O que é uma holding familiar?

O termo “holding” vem do inglês “to hold”, que pode ser traduzido como manter. Trazendo para o mundo dos negócios, a palavra é utilizada para descrever uma organização criada para adquirir participações societárias em outras empresas – como cotista ou acionista.

Uma holding pode ser pura, visando unicamente ter participação em outras sociedades, ou mista, quando também existe objetivo operacional com fins lucrativos.

O holding familiar é um dos vários tipos de holding possíveis de serem criados. E é sobre ele que falaremos neste conteúdo. Boa leitura!

O que é uma holding familiar?

Trata-se de um conceito de entidade jurídico que foi criado para controlar o patrimônio de pessoas físicas que fazem parte de uma mesma família. Em outras palavras, é uma sociedade composta por membros da família responsável por gerenciar e administrar o patrimônio, seja participações em outras empresas, imóveis e diversos outros tipos de investimentos.

No momento em que a sociedade é constituída, todos os bens do grupo são integralizados no capital social da holding familiar. Depois disso, são criadas as ações ou quotas sociais, bem como as cláusulas restritivas para evitar que a empresa seja alienada e penhorada, por exemplo.

O principal objetivo da holding familiar é proteger e blindar os ativos já conquistados pela família, especialmente em caso de dívidas futuras e outros fatores que podem levar à perda do patrimônio.

As vantagens desse tipo de holding não param por aí. Falaremos mais sobre isso a seguir, confira!

Quais são os benefícios da holding familiar?

A holding familiar conta com 4 principais benefícios. São eles:

1. Planejamento financeiro

Ao concentrar o patrimônio da família, o objetivo é manter a harmonia nas finanças, bem como facilitar a gestão coletiva e delinear a participação de cada membro na sociedade. Com essas informações claras, é possível estabelecer uma política de investimentos e distribuição de lucros.

É preciso, porém, ter um planejamento orçamentário bem elaborado, especialmente quando há muitas pessoas envolvidas na holding familiar. Caso contrário, a saúde do negócio pode ficar prejudicada.

2. Planejamento tributário

Uma das principais vantagens da holding familiar é o fato de contar com incentivos fiscais através da redução da carga tributária. Isso ocorre porque o seu capital social é constituído pelos bens das pessoas físicas e participações societárias.

Uma vez que os tributos são menores, os lucros são maiores. Além disso, os valores divididos entre os sócios são isentos de Imposto de Renda – o que torna essa modalidade ainda mais lucrativa.

3. Perpetuação do patrimônio

Uma holding familiar, se operada adequadamente, conta com um conjunto de ações que defendem o patrimônio pessoal contra contingências externas.

Inclusive, ela conta com uma espécie de blindagem dos bens em caso de separação litigiosa, divórcio ou união estável em paralelo a casamentos formais.

4. Planejamento sucessório

Outra vantagem da holding familiar diz respeito à sucessão de bens, que é muito mais fácil e menos burocrática. Para isso, porém, é preciso que as regras estejam estabelecidas no contrato social.

As quotas ou ações podem ser doadas em favor dos sucessores com reserva de usufruto, por exemplo. Isso elimina a necessidade de inventário ou partilha – que, além de estressante, pode afetar o desenvolvimento da empresa.  

Será que vale a pena ter uma holding familiar?

Os benefícios desse tipo de holding são diversos, especialmente no que diz respeito à centralização do patrimônio familiar, facilitando a gestão coletiva. Na Segato, temos diversos cases de sucesso de famílias e empresários que concentraram seus patrimônios e investimentos em holdings e hoje desfrutam de otimização de recursos financeiros, segurança, proteção do patrimônio e melhor planejamento tributário visando a economia de impostos. 

Por se tratar de um assunto amplo e complexo, é necessário abordar outros aspectos importantes sobre ele em outros conteúdos aqui na nossa Central Educativa. Desta forma, você se sentirá mais seguro para aderir – ou não – a essa modalidade!

Aguarde nossas próximas publicações!

O que é EBITDA?

O que é EBITDA?

Quem é investidor, analista de mercado ou dono de empresa de capital aberto precisa saber o que é EBITDA e o potencial que tem para tornar sua atividade ainda mais eficiente.

A sigla EBITDA corresponde a Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, que pode ser traduzido de forma literal como “lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização”.

Trata-se de um indicador financeiro que permite entender com mais clareza os balanços da empresa. Ele auxilia, ainda, a descobrir o potencial da geração de caixa e a determinar a eficiência e evolução da produtividade nos últimos anos.

Descubra a seguir o que é EBITDA e para que ele serve. Aprenda também a realizar o seu cálculo com precisão. Boa leitura!

O que é EBITDA?

Conceitualmente, ele representa a geração operacional de caixa da empresa, ou seja, quanto de recurso a organização gera exclusivamente em suas atividades operacionais – sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos.

Somente em 2012 foram estabelecidos os parâmetros para uniformizar as informações utilizadas no cálculo do EBITDA. Antes disso, ele era realizado sem seguir um padrão, o que dificultava a análise e comparação dos dados pelo mercado. Afinal, cada empresa utilizava o método que considerava mais apropriado.

Com a criação das regras, a performance financeira se tornou mais confiável, permitindo que gestores, investidores e demais interessados pudessem conhecer os dados reais e compará-los com os concorrentes do mesmo segmento.

Logo, o EBITDA se tornou um número interessante para analisar a competitividade e a eficiência de uma organização. Especialmente porque permite comparar com a da concorrência, ano a ano. Isto se torna ainda mais real porque não há a interferência dos juros e impostos que cada empresa paga – visto que podem variar de acordo com o porte.

Para que serve o cálculo do EBITDA?

Embora alguns gestores utilizem apenas as informações de lucro e prejuízo para entender a realidade da empresa, esses dados não são suficientes para ter um panorama do desenvolvimento financeiro do negócio, tampouco para fazer projeções de crescimento.

Por este motivo, é essencial utilizar métodos que permitam avaliar a produtividade e a eficiência dos processos, e, assim, conhecer o potencial de lucratividade. É nesse cenário que o EBITDA ganha grande importância.

Como desconsidera variáveis complexas, como a tomada de financiamentos, ele ajuda a analisar a gestão de caixa, medindo com muito mais precisão a produtividade e eficiência do negócio. 

Com ele, é possível descobrir quanto a empresa está gerando através das suas atividades operacionais – excluindo investimentos financeiros, empréstimos e impostos.

Ao calcular o EBITDA, é possível entender com clareza a situação financeira da empresa e, através da comparação com a concorrência, avaliar a sua posição real no mercado. Consequentemente, ajuda no processo de tomada de decisão, pois permite entender se ela possui potencial de crescimento.

Por meio dele, é possível saber a origem dos recursos e seus possíveis ganhos ou em que ponto está resultando em prejuízo

Por exemplo, se o indicador EBITDA aumentar, é sinal que a empresa está sendo mais eficiente e produtiva. Caso ele diminua, há algo de errado no seu processo de crescimento que precisa ser avaliado.

Apesar de importante, esse não é o único indicador que deve ser utilizado no momento da tomada de decisão. Isso porque ele pode dar a falsa impressão de que a empresa possui liquidez – quando, na verdade, não é o que ocorre.

Logo, ele deve ser usado conjuntamente com outros instrumentos de análise, a fim de contar com outros dados essenciais, como:

  1. Lucro líquido;
  2. Evolução do faturamento;
  3. Custos;
  4. Endividamento;
  5. Lucro por ação.

Como calcular o EBITDA?

Agora que você já sabe o que é EBITDA, é hora de ver, na prática, como esse cálculo deve ser feito. A fórmula para se chegar a ele é a seguinte:

  • Lucro Operacional Antes do Imposto de Renda e Receitas / Despesas Financeiras + Depreciação + Amortização.

Logo, o primeiro passo consiste em descobrir qual o lucro operacional da empresa, que nada mais é do que o lucro gerado pela receita operacional líquida, descontando os custos e despesas comerciais, administrativas e operacionais.

Ao lucro operacional, é necessário somar a amortização e a depreciação, que estão incluídas nos custos e despesas específicas da operação. Por depreciação entende-se a perda produtiva gerada pela ação do tempo ou desgaste. Representa a perda desse valor para a empresa, e não o reembolso financeiro realizado de forma efetiva nesse período.

Veja um exemplo prático. Vamos supor que os dados sejam os seguintes:

  • Despesas com vendas: R$ 3.200,00;
  • Despesas administrativas: R$ 800,00;
  • Despesas gerais: R$ 1.400,00;
  • Depreciação: R$ 400,00;
  • Amortização: R$ 600,00;

A soma de todos esses valores irá gerar a despesa operacional, que neste caso é R$ 6.400,00.

Para calcular o lucro operacional líquido, a fórmula é a seguinte:

  • Receita operacional líquida – (custos das mercadorias vendidas (CMV) + despesas operacionais).

Imagine que a empresa possui receita líquida de R$ 25.000,00 e CMV de R$ 3.000,00. Para chegar ao valor, basta calcular:

  • R$ 25.000,00 – (3.000,00 + 6.400,00) = R$ 15.600,00.

Voltando à fórmula inicial que apresentamos, para obter o dado final do EBITDA, basta somar o lucro operacional líquido com as despesas com depreciação e amortização – mesmo que eles já tenham sido utilizados.

  • R$ 15.600,00 + R$ 400,00 + R$ 600,00 = R$ 16.600,00.

Logo, o EBITDA dessa empresa fictícia é R$ 16.600,00.

Calcule o EBITDA da sua empresa agora mesmo!

O EBITDA é um indicador financeiro que pode ser utilizado para entender melhor os resultados da empresa. Como não leva em consideração os efeitos dos financiamentos e demais decisões contábeis, permite medir com precisão a produtividade e eficiência de qualquer negócio.

Com esse número em mãos, é possível determinar a evolução operacional ao longo dos anos. Além disso, possibilita que seja feito um comparativo em relação à concorrência, avaliando melhor a posição que se encontra no mercado e, a partir disso, tomar decisões mais precisas.

É importante destacar, porém, que o EBITDA deve ser utilizado juntamente com outros indicadores de desempenho, a fim de obter uma visão mais adequada da performance da empresa.

Precisa de ajuda para calcular o EBITDA do seu negócio? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas.

Auditoria em Condomínios

Auditoria em Condomínios: quando é necessária e qual sua importância?

O serviço de auditoria, em geral, tem a função de examinar se as atividades desenvolvidas estão de acordo com o que foi planejado e estabelecido previamente. Ele também avalia se as ações foram implementadas com eficácia, seguindo os objetivos do trabalho em si.

A auditoria em condomínio tem como missão desburocratizar e facilitar o cotidiano do síndico. Afinal, permite que ele foque suas energias em realizar uma boa gestão condominial, deixando a parte burocrática para quem tem mais experiência na área.

Com isso, ao mesmo tempo em que torna a gestão mais confiante, deixa as contas condominiais transparentes.

Mas afinal, o que é auditoria em condomínio e para que ela serve? Descubra abaixo!

O que é auditoria em condomínio?

É uma prática que consiste em avaliar como está sendo realizada a gestão de um condomínio. É possível saber, por exemplo, se os recursos estão sendo direcionados adequadamente – sem qualquer irregularidade ou fraude.

Existem 2 tipos de auditoria que podem ser realizadas:

  1. Preventiva: As irregularidades são informadas e regularizadas de forma pontual, ou seja, é realizada apenas quando algo precisa ser analisado. Ela oferece suporte ao síndico e maior transparência aos condôminos;
  2. Investigativa: Consiste em avaliar diversos fatos ocorridos no passado, deixando-os explícitos em um relatório. Geralmente, isso é realizado de forma anual como forma de prestação de contas.

Nos dois tipos de auditoria em condomínios, os relatórios gerados permitem:

  • Realizar um planejamento mais conciso;
  • Tomar melhores decisões;
  • Evitar qualquer tipo de risco às finanças e à administração em geral.
  • Realizar ajustes e correções mais facilmente;
  • Promover mudanças de planejamento.

Por que fazer uma auditoria em condomínio?

Existem diversas situações que exigem a realização de uma auditoria para que o condomínio não seja prejudicado. Os casos mais comuns são:

Má gestão

A má administração pode ser causada pela má fé do síndico ou então por sua incapacidade gerencial. Logo, quando começam a surgir indícios de que o condomínio não está sendo bem administrado, é essencial captar provas e, com elas em mãos, buscar alternativas a fim de reverter a situação e resolvê-la da melhor maneira possível a partir de medidas necessárias.

Exemplo de erros que demonstram a ocorrência de uma má gestão são:

  • Excesso de arrecadações extras;
  • Estado de conservação precário do condomínio;
  • Contas sempre negativas;
  • Ausência de prestação de contas.

Procedência de serviços e produtos

Outro ponto que deve ser analisado pelos condôminos é se o preço e a qualidade dos serviços prestados ou produtos adquiridos são, de fato, adequados às necessidades e à realidade financeira do condomínio.

Embora não seja efetivamente um problema, é importante ter provas de que os serviços contratados são os mais indicados.

Lesão no caixa do condomínio

Outra situação comum e que pode ser detectada através da auditoria em condomínio é o uso de recursos gerenciais para custeio de despesas pessoais. Este caso pode ser considerado fraude, em que o síndico age de má fé ou é tão desorganizado a ponto de misturar o seu dinheiro com o do condomínio.

Neste caso, o serviço de auditoria realiza uma análise de fluxo de caixa, batendo todos os valores e buscando onde estão as brechas.

Faça auditorias no seu condomínio!

Manter a administração do condomínio é importante para todos, seja síndico ou moradores. Isso porque permite obter transparência nas informações, o que é importante para garantir os melhores investimentos no imóvel.

Para realizar esse serviço, porém, é essencial buscar uma assessoria apta. 

A Segato conta com especialistas para realizar essa auditoria com total agilidade e eficiência. Entre em contato conosco e saiba mais!

O que é Planejamento Orçamentário

O que é um Planejamento Orçamentário e qual sua importância

Ao abrir uma empresa, não basta pensar no produto ou serviço que será oferecido, garantir que a documentação esteja em dia e que os colaboradores foram devidamente treinados. É preciso pensar no futuro, e nesse contexto entra o Planejamento Orçamentário. 

Mas afinal, o que é Planejamento Orçamentário?

Trata-se do planejamento que permite que o empresário faça previsões para o futuro baseando-se nas informações atuais e reais.

Mas afinal, qual a importância do Planejamento Orçamentário para os negócios? Descubra a seguir. Boa leitura!

O que é Planejamento Orçamentário?

O Planejamento Orçamentário consiste em planejar as despesas, receitas, custos e investimentos que a empresa terá no futuro. Mas engana-se quem acha que ele é baseado em suposições. O orçamento é desenvolvido após análise do histórico da empresa. Com isso, permite traçar metas e objetivos para um determinado período de forma mais assertiva.

Com o Planejamento Orçamentário fica mais fácil distribuir os recursos de forma organizada, por exemplo. Além disso, ele pode indicar quando é necessário tomar um novo rumo para o negócio, devido a alterações de mercado.

Nele, também é possível planejar:

  • Compra de matéria-prima para que seja lançado um novo produto;
  • Pagamento de impostos;
  • Contratação de novos colaboradores;
  • Saber se é a hora de contrair um empréstimo;

Ou seja, o Planejamento Orçamentário permite acessar dados reais e, através deles, planejar-se para que o negócio se mantenha saudável e lucrativo. Para isso, é essencial que seja discriminado, passo a passo, quanto será gasto com os recursos essenciais, sejam eles humanos ou materiais.

Ele pode ser realizado de duas formas. Um individual, em que cada setor possui o seu e outro geral, com informações da empresa como um todo.

Qual a importância de um Planejamento Orçamentário?

O orçamento empresarial integra aspectos financeiros e operacionais com o objetivo de:

  • Fixar objetivos, políticas e estratégias;
  • Quantificar as atividades;
  • Melhorar a utilização de recursos;
  • Rever investimentos;
  • Harmonizar os objetivos de todos os setores da empresa.

Sem o planejamento adequado, a organização fica sem direção, sem um norte. Consequentemente, todas as ações realizadas não são embasadas em dados, e isso não permite um comparativo posterior, podendo inclusive levar os gestores a tomarem decisões erradas, que prejudicarão o negócio.

Logo, o Planejamento Orçamentário permite que haja um entendimento da situação atual do negócio e, com isso, uma tomada de decisões baseadas em previsões reais. Desta forma, é possível dar os próximos passos com mais assertividade, mitigando os eventuais riscos e trazendo eficiência para empresa.

Além disso, esse tipo de controle serve para comunicar aos donos e demais gerentes sobre as realizações da empresa. Assim, eles conseguem avaliar se a realidade está de acordo com que foi almejado e, a partir daí, possibilitar que façam planos consistentes para o futuro.

Não deixe de fazer um Planejamento Orçamentário anual!

Independentemente do segmento e porte, toda empresa precisa realizar o Planejamento Orçamentário. Através dele, é possível avaliar a realidade do negócio e ter maior controle sobre as finanças.

Além disso, ele permite traçar planos para o futuro com mais assertividade. Afinal, quando se trabalha com dados e fatos, os próximos passos tendem a ser mais claros e realistas. Fale com um de nossos especialistas para realizarmos juntos um Planejamento Orçamentário para seu projeto!

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auditoria interna

A importância da Auditoria Interna

Uma das principais preocupações das empresas é com seus processos internos. Eles são importantes para negócios que querem manter as responsabilidades sociais empresariais em suas diretrizes.

Conforme a empresa expande e sua atuação cresce, em muitos casos é preciso assegurar o respeito às normas e a todas as diretrizes empresariais. Mas como averiguar esse alinhamento?

A resposta vem em forma de um procedimento muito importante, a auditoria interna.  No artigo de hoje você vai entender mais sobre a sua importância, quando ela se faz necessária e o que é analisado. Boa leitura!

O que é e para que serve a auditoria interna?

A auditoria interna é uma técnica de revisão, uma forma de assegurar e proteger procedimentos e encontrar pontos que fogem à conformidade processual estabelecida pela empresa.

Sua principal função é fazer uma análise da atuação empresarial nos mais diversos setores, com foco na identificação dos erros e acertos que um empreendimento apresenta ao exercer suas atividades. 

Em termos simples, podemos dizer que é um check-up da empresa, abordando os processos de forma holística. E ela não serve apenas para detectar inconformidades com procedimentos, mas também para analisar a capacidade de produção e a confiabilidade das informações transmitidas aos stakeholders. 

Esses são os conceitos básicos de auditoria. Ela é classificada como interna quando a empresa dispõe de funcionários treinados para executar essas funções. Quando há a contratação de uma empresa terceirizada, o processo é conhecido como auditoria externa. 

O que faz a auditoria interna?

Ao contrário do que muitos pensam, a auditoria interna não tem caráter punitivo, mas sim educativo. Ela é fundamental para melhorar a gestão corporativa, já que seu objetivo principal não é apontar erros, mas sim monitorar o que ocorre internamente para obter eficiência e evitar que deslizes ocorram.

Ela atua verificando algumas ações, como:

  • Balanços financeiros;
  • Cumprimento das normas de regulamentação das atividades;
  • Responsabilidade fiscal;
  • Atuação de equipes e líderes setoriais;
  • Processos adotados;
  • Compliance e Accountability (Prestação de Contas).

Ao longo do tempo de atividade, a empresa se movimenta, faz mudanças e adota novas tecnologias e tendências de mercado e gestão. Tudo isso é aferido pela auditoria, afinal, é preciso encaixar qualquer tipo de inovação dentro das conformidades e da política empresarial.

O foco é manter tudo em seu lugar e garantir que uma instituição tenha um crescimento (ou apenas continuidade de atuação) saudável e longe de erros operacionais, fiscais, contábeis etc.

Quando uma auditoria interna é necessária?

A resposta ideal é: sempre. A auditoria interna, por ser uma atividade realizada por funcionários da empresa, deve ser um processo contínuo de avaliação. Essa forma de atuar assegura uma continuidade de acertos, afinal, não é preciso detectar que algo está errado para começar a analisar como a empresa atua.

O fato é que muitas empresas recorrem à realização de auditorias apenas quando erros se tornam perceptíveis. Outras preferem executá-las como “exames periódicos”. Não há regras para definir a periodicidade, sendo que algumas empresas optam por realizar auditorias menores e setorizadas, passando pelo processo várias vezes ao ano.

Geralmente, as auditorias internas de grande porte ocorrem anualmente, na maioria dos casos, próximos ao fim das atividades do ano. É o famoso momento de reflexão e análise, se preparando para o próximo ano e buscando otimizar seus processos. 

O que é avaliado em uma auditoria interna?

Isso vai depender da forma como a auditoria interna foi estruturada. Ela pode ser segmentada, focando em um determinado setor ou operação, ou completa, analisando todos os fatores importantes para a atividade empresarial.

Em linhas gerais, uma auditoria interna foca em:

  1. Avaliar os processos de produção;
  2. Conferir o respeito às regulamentações internas e políticas empresariais;
  3. Analisar todos os documentos fiscais e contábeis;
  4. Atestar o cumprimento das normas técnicas determinadas para a atividade da empresa;
  5. Verificar a atuação das pessoas, especialmente no trabalho das lideranças;
  6. Averiguar a saúde financeira da empresa;
  7. Gerenciar e mapear os riscos internos.
  8. Proteção e mitigação de riscos de passivos ocultos.

Principais tendências para a área:

Assegurar

A segurança continua sendo o principal papel da auditoria interna. Contudo, os riscos envolvidos são mais amplos e devem ser tratados em tempo real. Embora a segurança seja uma prioridade da área, não deve ser o limite. Na Auditoria Interna 3.0, os requisitos dos públicos de interesse podem ser atendidos por meio de inovação e tecnologia.

Aconselhar

Consultoria sobre a gestão eficiente de controle, iniciativas de mudanças, melhorias na gestão de risco e estruturação de mecanismos de segurança são ações da auditoria interna esperadas pelos diversos públicos de interesse. Mesmo em questões que abrangem a independência, no novo cenário, atividades podem respeitar esse tópico e auxiliar os negócios, promovendo objetividade, integridade e profissionalismo.

Antecipar

No futuro a auditoria interna alerta sobre o que poderia fugir dos planos e as formas de atenuar dificuldades, bem como introduzir o senso de risco e as soluções para mitigá-los, ajudando no melhor monitoramento e antecipação de riscos emergentes.

Qual a importância de uma auditoria em uma empresa? 

A auditoria interna fornece aos gestores empresariais informações fundamentais para analisar como a empresa atua e de que forma isso está ocorrendo. Ela é tão importante quanto os exames de rotina que uma pessoa faz (ou deveria fazer) uma vez ao ano.

Pense realmente como se fosse exames de rotina, uma oportunidade de averiguar cada detalhe vital da atividade corporativa e analisar se elas estão atuando de maneira “saudável”, ou seja, em conformidade com aquilo que a empresa pretende exercer.

Quando algo foge à normalidade, a auditoria interna consegue detectar e auxiliar os gestores no processo de tomada de decisão. Ela age como uma espécie de consultor para conter os erros e otimizar o modus operandi adotado pela instituição.

Por ter um caráter analítico e, ao mesmo tempo, crítico e educativo, é fundamental que exista imparcialidade na atuação, ainda mais quando se trata de um auditor interno.

Ele deve agir como um juiz, não demonstrando parcialidade em suas análises e apontando as responsabilidades de cada profissional de forma isenta. Por essa razão, muitas empresas acabam adotando auditorias externas como meio de complementar o que é atestado internamente.

Mas isso não é uma regra, na verdade, um auditor com alto grau de profissionalismo sabe como sua atuação deve ser feita e como evitar que suas análises sejam deturpadas pela proximidade com os auditados. 

Conte com o auxílio de uma equipe especializada!

Em resumo, a auditoria é um processo necessário, saudável e capaz de orientar a empresa para um crescimento e fortalecimento de mercado. 

Sua função analítica gera informações estratégicas, fundamentais para construir um negócio mais forte e que se mantém em conformidade com as responsabilidades sociais empresariais, que são muito importantes.

Para poder crescer com segurança, é importante que as instituições contem com parceiros importantes, como por exemplo a Segato. Temos mais de 30 anos de experiência na área de auditoria interna, para a empresa manter sua saúde financeira e fiscal em dia, sem sustos ou erros que podem custar caro. 

Gostou do conteúdo? Aproveite para deixar seu comentário e compartilhar suas experiências com a realização de auditorias internas e externas na empresa que você atua!

quanto custa um funcionário

Quanto realmente custa um funcionário para a empresa?

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É comum as empresas não saberem fazer os cálculos exatos para determinar quanto custa um funcionário. Afinal, não é somente o salário que deve ser levado em consideração, mas também todos os encargos aos quais ele tem direito.

Realizar a gestão desse processo financeiro é essencial para se manter dentro da lei. Caso contrário, a empresa estará propensa a diversas consequências, incluindo processos e multas.

Nesse artigo, você descobrirá, afinal, quanto custa um funcionário. Conhecerá todos os gastos envolvidos e, desta forma, aprenderá a calcular o valor exato

Abordaremos, ainda, as consequências de não cumprir a legislação e faremos um comparativo entre CLT e PJ. Boa leitura!

Quanto custa um funcionário?

Manter uma equipe não envolve apenas pagar o salário. Existem outros gastos que a empresa precisa arcar para cumprir com as leis trabalhistas.

Pelas regras da CLT, o colaborador tem direito a:

  • Férias;
  • 13° salário;
  • Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

O vale-transporte é uma obrigação coletiva e, portanto, não deve ser incluído no salário, mas sim pago à parte. Neste caso, deve-se calcular quantos ônibus são utilizados por dia e multiplicar por 22 (que é a média de dias úteis por mês). Para esse benefício, o colaborador contribui com 6% do seu salário.

Veja o exemplo:

  • Supondo que a passagem custa R$ 3,00 e ele utiliza ônibus para ir e voltar do trabalho;
  • Por dia são R$ 6,00;
  • Por mês, R$ 132,00;
  • Se o funcionário recebe de salário R$ 1.000,00, o seu desconto será de R$ 60,00, ficando o restante para o empregador assumir.

Benefícios como vale-alimentação são definidos de acordo com a categoria e o preço médio para se almoçar na cidade.

Além desses valores, existem os chamados encargos sociais, que a empresa paga para órgãos diversos. Eles variam conforme o regime tributário adotado pelo empreendimento.

Como é feito o cálculo do custo de um funcionário?

As taxas e valores que devem ser pagos pelas empresas são estipulados de acordo com o regime que ela segue.

Simples Nacional

Muito utilizado entre as micro e pequenas empresas, conta com alíquotas mais brandas. Além disso, isenta as empresas de pagarem os encargos referentes ao INSS patronal, salário educação, seguro acidente de trabalho (SAT) e contribuições ao SEBRAE, SENAI, SESI ou Incra.

Imagine que o funcionário receba um salário-base de R$ 1.000,00. Deve-se somar a ele:

  • 8% de FGTS por mês – R$80,00;
  • Férias – R$ 1.000,00 (valor anual);
  • 1/3 sobre férias – R$333,33 (valor anual);
  • 13° salário – R$ 1.000,00 (valor anual);
  • 8% de FGTS do valor anual – R$ 186,67;
  • Provisão Mensal – R$ 210,00.

Soma-se, ainda, o valor do vale-transporte e vale-alimentação mensais, que, vamos supor que seja, respectivamente, R$ 132,00 e R$ 220,00.

O total é de R$ 1.642,00. Subtraindo 8% de INSS que ele deve pagar e os 6% referentes ao vale-transporte, a conta fecha em R$ 1.502,00.

Lucro Real ou Presumido

Neste regime, além dos encargos assumidos no Simples Nacional, são acrescentadas outras taxas:

  • 20% de INSS (contribuição patronal);
  • De 1% a 3% de seguro de acidente de trabalho;
  • 2,5% de salário educação;
  • 20% correspondente ao descanso semanal remunerado;
  • 8,33% correspondem ao 13º salário;
  • 3,3% para o “Sistema S” (SEBRAI, SENAI ou SESI);
  • 11,11% correspondente às férias, levando em conta um salário por ano somado de 1/3 de abono.

Neste caso, o custo médio chega a aproximadamente R$ 1.700,00 por funcionário, ou seja, a empresa gasta R$ 700,00 a mais.

Quais as consequências de não cumprir a legislação?

Para não precisarem pagar todas as taxas e demais encargos, algumas empresas negociam com seus funcionários para eliminar a necessidade de registrá-los – mesmo que tenham sido contratados no regime CLT. Porém, trata-se de um dever estabelecido por lei e o seu descumprimento pode gerar problemas, como a necessidade de pagar multa.

Antigamente, a multa era no valor de um salário mínimo para cada funcionário não registrado. Com a atualização da Lei Trabalhista, porém, esse valor passou a ser calculado de acordo com o porte da empresa.

Companhias maiores precisam desembolsar R$ 3.000,00 por empregado, acrescido o mesmo valor em caso de reincidência. Já para as micro e pequenas empresas, a penalidade foi fixada em R$ 800,00.

Muitas empresas, ainda, optam por outro formato de contratação, a chamada Pessoa Jurídica (PJ). Esse tipo de terceirização está cada vez mais comum e já está amparada pela lei.

Qual a diferença entre CLT e PJ?

Com a CLT, o funcionário tem direito a benefícios concedidos por lei. Logo, para ele, costuma ser mais vantajoso, mesmo que isso implique em uma rotina de horários mais rígida, incluindo a necessidade de dar pausa para o almoço.

Para as empresas, a CLT gera mais custos, visto que, conforme explicamos, ele precisa arcar com diversas outras taxas além do salário propriamente dito. Em contrapartida, esse formato favorece a retenção de talentos, pois os benefícios são formas de valorizar o esforço deles.

No formato PJ, o empregador pode repassar o dinheiro que seria gasto com os encargos diretamente para o funcionário. Além de ter a possibilidade de receber mais, o trabalhador tem flexibilidade de horários, já que não está fixo às horas exigidas por lei.

Em contrapartida, o profissional PJ não tem direito aos chamados benefícios sociais, como décimo terceiro e férias. Além disso, em caso de demissão, não pode ser enquadrado no auxílio-desemprego, limitando-se a receber aquilo que foi acordado no contrato de prestação de serviços.

Outro aspecto bastante importante em relação à Pessoa Jurídica (terceirizada) é o fato de não poder possuir vínculo com a empresa, isto é não pode haver nenhum fator que vincule-o à empresa, como, por exemplo, ínicio e término da jornada diária definidos, ou seja, horário para entrar e sair. 

É importante saber que isso gera  vínculo trabalhista e, uma vez que isso ocorre, é possível que haja passivos trabalhistas inimagináveis e incalculáveis à empresa, podendo resultar em inviabilidade. 

Por isso, uma consultoria é indispensável no tocante à esta questão para se proteger 100% de eventuais riscos e passivos nesta ordem.

As duas modalidades apresentam vantagens e desvantagens. Cabe às duas partes envolvidas definir o que é mais vantajoso para si.

Mantenha-se dentro da lei!

Não importa o porte da empresa, é essencial saber quanto custa um funcionário para, assim, se planejar de forma a não onerar as finanças.

Por mais que os encargos sejam muitos, é essencial seguir corretamente o que diz a legislação. Isso porque, em caso de multa, o valor pago pode ser ainda maior.

Para auxiliar nesse controle e planejamento, é importante contar com a ajuda de um escritório de contabilidade que tenha amplo conhecimento sobre o assunto. Entre em contato com a Segato e converse com um dos nossos especialistas!

terceirizar contabilidade

Vale a pena terceirizar a contabilidade da minha empresa?

O contador é um profissional essencial para empresas de qualquer porte e segmento. Ele cuida das questões burocráticas e legais que, se mal administrados, podem gerar prejuízos ao negócio.

Atualmente, terceirizar o serviço de contabilidade é visto como uma alternativa mais econômica e eficiente. Isso porque manter profissionais especializados e oferecer toda a infraestrutura que necessitam para atuar pode ser complicado e oneroso.

Através da terceirização, é possível contar com todos os serviços necessários para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e uma rígida fiscalização tributária. E o melhor, com qualidade e sem vínculo empregatício, contando com um time de especialistas trabalhando 24h e atualizando-se constantemente a fim de entregar e garantir as melhores práticas, informações, hábitos, leis e etc.

Quer saber se vale a pena terceirizar a contabilidade da sua empresa? Continue a leitura e descubra!

O que é terceirização contábil?

Terceirizar a contabilidade significa que, ao invés da empresa contar com um departamento contábil interno, outra pessoa ou escritório passa a ter esse compromisso. O tipo de contratação costuma ser como prestador de serviço e as partes acertam entre si quais as tarefas que precisam ser desempenhadas.

Um dos diferenciais de contar com uma assessoria especializada no assunto é que o serviço disponibilizado é mais atualizado e de qualidade. Afinal, os profissionais terceirizados estão em constante aperfeiçoamento, a fim de garantir que essa parceria seja a mais saudável e eficiente possível.

Um escritório de contabilidade pode oferecer diversos serviços ou segmentar sua atuação, especializando-se em determinado nicho do mercado. De maneira geral, pode operar em 5 principais áreas, sendo que cada uma possui tarefas específicas:

1. Fiscal

Oferece soluções para realizar atendimento das obrigações vinculadas ao fisco, como:

  • Classificação e escrituração de documentos;
  • Elaboração de balancete mensal, balanço patrimonial e mapas de depreciação e amortização;
  • Cálculos de impostos e elaboração de guias de recolhimento;
  • Escrituração do livro de apuração do Lucro Real (LALUR).

2. Gerencial

Essa área tem como foco apresentar resultados a controladores, investidores, diretores e alta gerência. Para isso, elabora balanços patrimoniais consolidados e gera relatórios diversos.  

3. Departamento pessoal

Oferece soluções para garantir que todas as rotinas legais ligadas à folha de pagamento e aos colaboradores estejam adequadas. Incluindo questões como:

  • Benefícios;
  • Pró-labore;
  • Contribuição sindical;
  • Impostos e guias trabalhistas.

Além disso, sua gestão é focada no Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, conhecido como eSocial. Trata-se de uma ferramenta que diminui a burocracia, pois permite enviar um único documento contendo informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias para todos os órgão.

Com ela, há uma melhora na organização da empresa, mitigando eventuais passivos com multas dessas obrigações

4. Financeira

Tem como objetivo maximizar os resultados econômicos de uma empresa a partir do controle, análise e planejamento das suas movimentações financeiras.

5. Legal

É uma das partes mais importantes de terceirizar a contabilidade. Oferece assessoria completa em processos de regularização, garantindo o compliance empresarial perante os órgãos de controle.

Quando a terceirização é recomendada?

É importante levar em consideração alguns fatores para entender se terceirizar a contabilidade é uma boa opção ou não para a empresa

Um dos aspectos é o seu porte. Isso reflete na quantidade de processos internos que precisam ser ajustados. Quanto maior ela for, maiores serão os impostos e as questões trabalhistas, por exemplo.

No caso de haver filiais, a terceirização permite um maior controle das unidades. Isso porque cada uma pode ter suas particularidades, principalmente quando estiverem em estados ou países diferentes. Logo, é preciso contar com uma assessoria especializada, que fique atenta a todos esses detalhes.

Outros fatores que devem ser levados em consideração são:

  • Complexidade do negócio;
  • Quantidade de processos envolvidos no planejamento;
  • Rotina e fluxo financeiro;
  • Tributações envolvidas.

As vantagens e os desafios de terceirizar a contabilidade

Vantagens

A terceirização desse serviço proporciona uma redução de custos expressiva. Isso porque a empresa não precisa manter um setor ou profissional específico e arcar com custos como estrutura, salário e demais encargos.

Inclusive, algumas empresas oferecem a opção de contratação por demanda. Isso possibilita que, nos momentos de baixa, não haja gastos desnecessários ao negócio.

A atualização constante é outra vantagem. Não que um profissional interno não faça isso, mas para o terceirizado, isso é uma obrigação. Logo, ele está sempre antenado a qualquer mudança de lei e tributos.

A experiência para lidar com diferentes situações também é essencial. Como, geralmente, os escritórios atendem empresas de variados segmentos, eles acabam vivenciando diversos tipos de situações.

Desafios

Para as empresas, o principal desafio é o de disponibilizar informações sigilosas para pessoas de fora. Alguns empresários preferem manter esses dados internamente e, por isso, acabam preferindo gastar mais e manter uma equipe própria.

Outro desafio é em relação à empresa terceirizada. Isso porque os especialistas ainda têm tendência a preferir uma atuação dentro da organização. Um dos motivos é a questão da renda variável, ou seja, a remuneração não é fixa, mas sim de acordo com os serviços realizados. Junto a isso, precisam estar sempre se atualizando – justamente para garantir os benefícios para a contratante.

Como escolher uma assessoria contábil?

Para garantir que o serviço de contabilidade será prestado com excelência, é importante avaliar com cautela a empresa ou profissional contratado.

A primeira coisa a ser levada em consideração é que não se deve optar pela terceirização somente por causa do custo, mas sim visando melhoria de qualidade e precisão dos dados empresariais.

Logo, pesquise a idoneidade do escritório contábil e a sua capacidade em atender às crescentes demandas referentes às obrigações legais, tributárias e trabalhistas. Leve em consideração a sua estrutura e a preocupação em manter seus profissionais sempre atualizados.

Por exemplo, a Segato está há 30 anos no mercado e é considerado um dos 10 melhores escritórios de contabilidade do país. Já ajudou 2300 empreendedores a começarem seus negócio e recuperou 135 milhões de reais em impostos.

Outra dica importante para escolher uma assessoria contábil é checar no Conselho Regional de Contabilidade se ela está devidamente registrada e em dia com suas obrigações.

Terceirize a contabilidade da sua empresa com segurança!

Antes de optar pela terceirização, lembre-se de avaliar a real necessidade da sua empresa e de pesquisar os diversos escritórios disponíveis do mercado. A contratação equivocada pode gerar diversos prejuízos para o negócio – sejam financeiros ou legais.

Se você deseja terceirizar a contabilidade da sua empresa com segurança, entre em contato com a Segato. Além de atuar há 30 anos no mercado, ela foi classificada entre os 10 melhores escritórios de contabilidade do Brasil.

contabilidade gerencial

Saiba qual é a importância da contabilidade gerencial

A contabilidade é a ciência que estuda as movimentações patrimoniais nas organizações. Ela tem como objetivo recolher, classificar e manipular dados financeiros das empresas e indivíduos, ou seja, faz o registro numérico e sistemático das transações relativas a um negócio. Por outro lado, a importância da contabilidade gerencial é prever o futuro trilhando o caminho certo e desviando dos erros.

A contabilidade gerencial é um conjunto de técnicas e procedimentos contábeis, como custos, análises das demonstrações financeiras, e contabilidade, que podem ser combinadas fornecendo informações valiosas e auxiliando no processo de tomada de decisão. A seguir, saiba tudo sobre como funciona e qual a importância dela em um negócio.

Entenda a contabilidade gerencial

Muitos profissionais ainda desconhecem a funcionalidade da contabilidade gerencial e a importância que ela tem na tomada de decisões dos processos da organização. A estratégia surgiu nos anos 80, nos Estados Unidos e se tornou mais popular quando os softwares começaram a implantar melhorias de qualidade para aumentar o lucro da empresa.

Durante a segunda metade do século XX, e até hoje, a tendência dominante na contabilidade gerencial tem sido o uso de dados contábeis cada vez mais detalhados. Aliás, trata-se de uma estratégia que vem se tornando cada vez mais decisiva e importante na gestão de uma empresa.

Tem a função de fazer planejamento, visando alcançar um controle eficaz. O objetivo é controlar as atividades da empresa e organizar o sistema gerencial, permitindo que a administração tenha conhecimento dos fatos ocorridos e seus resultados.

Neste quesito, os profissionais fornecem informações e assumem um papel ativo nas decisões rotineiras do negócio. Pode parecer claro para o contabilista, mas fazer os gestores entenderem a importância da contabilidade gerencial é um desafio, pois muitos ainda acreditam que soluções caseiras, como planilhas, resolvem o problema.

Saiba qual é a importância da contabilidade gerencial

A importância da contabilidade gerencial é garantir que os rumos da empresa sejam decididos baseados em dados fornecidos pela contabilidade de custos e financeira

Em síntese, é o processo de identificar, avaliar, agrupar, analisar, organizar, interpretar e comunicar informações que orientem os gestores a atingir as metas e alcançar os objetivos traçados no negócio.

Como pode ajudar na tomada de decisões?

A contabilidade gerencial tem como função garantir que estas informações sejam compiladas e analisadas para o controle, tomada de decisão e alternativas em relação aos orçamentos, produção, vendas, etc. É a base de uma administração segura.

Em suma, é uma ferramenta empresarial importante para todo o processo decisório. Capaz de auxiliar e fornecer aos usuários informações econômicas e patrimoniais que ajudam na tomada de decisões, proporcionar informações de cunho econômico, almejando suprir as necessidades dos gestores.

Por que devo fazê-la?

As grandes mudanças que as empresas vêm enfrentando, devido à globalização da informação e às crises mundiais, trouxeram dificuldades há muitos empresários no que diz respeito à forma como devem tomar suas decisões gerenciais.

No entanto, a utilização desta ferramenta traz sucesso para as organizações e reduz o risco de falência. Certamente, as empresas que utilizam essa ferramenta contábil podem ter mais vantagens competitivas em relação à concorrência.

A contabilidade gerencial possibilita o gerenciamento correto das informações, visualizando-as como uma peça administrativa e uma ferramenta de ajuda ao administrador da empresa. É como se fosse um termômetro que mede e trata a saúde geral de uma organização.

Conheça os benefícios que a aplicação da Contabilidade Gerencial pode proporcionar

Algumas ferramentas são utilizadas para o funcionamento adequado da estratégia de contabilidade gerencial. São elas: 

  • custeio direto ou variável;
  • fluxo de caixa;
  • custeio por absorção;
  • orçamento;
  • demonstração de resultados.

Por meio dessas ferramentas contábeis gerenciais, os contadores emitem um parecer aos gestores sobre os caminhos para o sucesso das organizações. A base da contabilidade gerencial é a informação gerada a partir da análise de dados.

A ferramenta é essencial para tomar decisões fundamentadas sobre o negócio e aumentar a eficiência de todas as funções da empresa. Confira as principais vantagens em aplicar a ferramenta na rotina do negócio.

Redução de riscos

A falta de informações e dados precisos para formatação de processos internos é o principal gerador de riscos empresariais. Com a contabilidade gerencial, o gestor pode impedir este tipo de risco, pois ela atua na formatação e gerenciamento de processos internos, contribuindo para o entendimento adequado de todos os pontos do negócio.

Precificação mais eficiente

A contabilidade gerencial possibilita o detalhamento de custos e despesas. Isso facilita a correta fixação do preço de venda de produtos e serviços, de margem de contribuição e estratégias para aumentar o lucro da empresa.

Mais acesso a crédito nas instituições financeiras

Em linhas de financiamento de longo prazo, como BNDES, as Demonstrações Contábeis das empresas são exigidas com rigor e pode influenciar no aumento do crédito solicitado.

Facilidade na tomada de decisões

Já falamos anteriormente sobre a importância da contabilidade gerencial para o negócio e como ela facilita os gestores na tomada da decisão. Isso porque a geração de dados e informações é um ponto forte da ferramenta que permite obter um grande benefício no processo decisório.

Ao analisar dados precisos sobre determinados pontos da empresa, o gestor terá uma visão mais ampla de todos os elementos. Ou seja, permitindo que baseie suas decisões nessas informações e torne as deliberações mais precisas e detalhadas.

Gestão financeira eficiente

Por meio do fluxo de caixa a gestão financeira passa a ser mais eficiente através da contabilidade gerencial. Aliás, o gestor consegue ter mais visibilidade sobre os recursos financeiros disponíveis, as expectativas para o futuro e as possibilidadeS e alocação de recursos conforme as necessidades da empresa.

Gerenciamento dos tributos devidos

A contabilidade gerencial proporciona total controle de todo tipo de transação do negócio, permitindo que os gestores acompanhem todo o desempenho da empresa por demonstrativos, que servem para apuração adequada de impostos. Além disso, pode ser base para a apuração de tributos e encargos devidos, inclusive como instrumento de prestação de contas sobre o desenvolvimento e investimento da empresa aos sócios ou parceiros.

Conclusão

São inúmeros os fatores que comprovam a importância da contabilidade gerencial para o sucesso do negócio. A ferramenta é capaz de levantar, acompanhar e analisar dados importantes para direcionar os gestores na tomada de decisões da empresa.

Além disso, consegue direcionar o empreendedor sobre o que fazer com relação a tributos e impostos. Por isso a ferramenta vem se tornando cada vez mais indispensável na gestão das pequenas e grandes empresas.

Business concept : Businessmen are analyzing data to finish new business plan in the office,He uses a calculator and pen to write on the graph.

Entenda o que é o planejamento tributário e qual a sua importância

Um bom empreendedor preocupado com o futuro do negócio está sempre preparado para organizar as contas e ficar em compliance (conformidade) fiscal. Caso contrário, corre o risco de cair nas penalizações do fisco. Por isso, o planejamento tributário é tão importante. 

Entretanto, como o sistema de tributos nacional é complexo, nem todas as empresas sabem ao que devem ficar atentas no momento de planejamento e quais os cuidados devem ser tomados para estar em conformidade com as leis fiscais brasileiras. Mas o que é o planejamento tributário e por que ele é tão importante? Confira essas e outras informações no artigo a seguir.

O que é o planejamento tributário 

Antes de entendermos sobre o que é o planejamento tributário, é fundamental saber o que é e como funciona a tributação. Trata-se da aplicação de tributos pelos governos, seja sobre a renda, sobre o consumo ou sobre o patrimônio das pessoas físicas ou jurídicas. 

No Brasil, existem três tipos de regimes tributário:

  • Simples Nacional: as alíquotas são menores que os outros, a administração tributária é mais simplificada, com a facilidade da arrecadação ser feita por meio do pagamento de uma única guia. Além disso, é a primeira opção que os empresários costumam procurar.
  • Lucro Presumido: este regime tributário é para empresas com o lucro superior a 32% do faturamento bruto. Além disso, é muito utilizado por prestadores de serviço, como médicos, dentistas, economistas, entre outros. 
  • Lucro real: trata-se da modalidade praticada pelas empresas de porte maior. Neste tipo de regime, a empresa paga o IR e a contribuição social sobre a diferença positiva entre receita da venda e os gastos operacionais em determinado período.

Toda empresa precisa pagar impostos, independente da área de atuação. O planejamento tributário existe justamente para auxiliar nessa tarefa. Em síntese, trata-se de uma ferramenta contábil que auxilia a pagar impostos e encontrar maneiras para otimizar a carga de tributos, estando em compliance

Entretanto, um gestor que planeja suas ações tem muito mais chances de obter resultados positivos. Assim como um gerenciamento de estoque ou de tempo se faz necessário, a gestão das questões fiscais tem tanta ou maior importância quanto. No entanto, tem dois tipos de planejamento tributário: operacional e estratégico.

O operacional consiste em utilizar procedimentos prescritos por lei dentro de um negócio, visando o cumprimento das obrigações fiscais. Do mesmo modo, ele atende às normas vigentes. Aliás, a redução dos tributos se gera através da antecipação do pagamento.

Por outro lado, o planejamento tributário estratégico tem como objetivo a projeção do futuro do negócio e contribui para a definição da visão, missão e valores. Ou seja, os propósitos são definidos pensando nos benefícios a longo prazo.

Como fazer o planejamento tributário?

Devido à complexidade das leis brasileiras e às cargas tributárias altíssimas, o planejamento tributário acaba sendo complicado também. Para que ele seja feito de forma eficiente, é fundamental que a empresa conte com a ajuda de um contador especializado.

Quanto maior for a empresa e mais complexa a sua atividade, mais trabalho o contador terá. Além disso, para atribuir eficiência ao controle tributário e fiscal de uma organização, é fundamental conhecer as regras tributárias que estão vigentes e são aplicáveis.

Por isso, terceirizar o processo pode ser uma alternativa que poupa dor de cabeça na hora de planejar. Essa não é apenas uma tendência, mas uma prática que já vem sendo realizada e está se tornando cada vez mais forte devido a todas as vantagens que traz para as empresas que a adotam.

Certamente, ao contratar um serviço terceirizado com uma contabilidade, é necessário que a empresa tenha os objetivos bem alinhados com o profissional. Aliás, isso vai garantir que tudo seja bem esclarecido e que o serviço seja feito com ética e responsabilidade.

Em síntese, é feita uma análise detalhada para que seja escolhido o melhor formato tributário, já que a empresa pode escolher qual deseja seguir. Muitas vezes, a análise realizada beneficia-se de brechas encontradas na legislação, por isso é essencial o conhecimento aprofundado.

Por que o planejamento tributário é necessário?

Como já falamos anteriormente, o principal objetivo do planejamento tributário é gerenciar e administrar tributos, organizando os impostos para deixar tudo mais claro e garantir que a empresa pague tudo em dia, alcançando a otimização fiscal.

O planejamento tributário é importante pelo fato de que todo imposto sonegado resulta em multas altíssimas para a empresa. Além disso, o enquadramento da empresa é analisado periodicamente, garantindo a legalidade do negócio.

Em síntese, um planejamento tributário bem elaborado, permite a redução dos valores pagos em títulos tributários, o cumprimento de todas as normativas legais, a modificação da incidência do fato que ocasiona determinado tributo, e até mesmo o adiamento da quitação de obrigações tributárias, sem que incidam taxas sobre elas.

O que é otimização fiscal?

A otimização fiscal é o processo que permite reduzir os custos de impostos e melhorar a performance dos seus investimentos. Ou seja, trata-se de uma ferramenta utilizada para aproveitar o nível máximo dos benefícios fiscais permitidos pela legislação brasileira.

Não é qualquer um que pode tentar diminuir ou excluir um tributo. Qualquer dado errado ou divergências podem causar problemas em cadeia, comprometendo todos os processos, bem como a gestão da companhia. No entanto, é preciso conhecimento, pois se algo sair errado, as penalidades são rigorosas.

Conclusão

Podemos concluir que o planejamento tributário é muito importante para uma boa gestão da empresa. Entretanto, conhecer os tributos cobrados é o primeiro passo para não ser surpreendido evitando problemas fiscais. Principalmente, porque o sistema tributário no Brasil é muito complexo e exige várias obrigações dos contribuintes.

Muitas vezes, a forma como o negócio está estruturado pode gerar economia ou aumento da carga tributária e observar isso também é decisivo para a competitividade. Além disso, a ferramenta ajuda a empresa a projetar com mais acerto sua margem de lucro. 

Certamente se faz necessária uma análise das várias opções das modalidades de tributos federais, estaduais e municipais. E claro, de acordo com o porte, volume de negócios e situação econômica da empresa. 

prestação de contas entidades do terceiro setor

Entenda a importância da auditoria para o Terceiro Setor

Muitos escutam falar sobre o terceiro setor, mas não sabem exatamente o que é e como funciona. No entanto, trata-se de uma divisão criada pelos Estados Unidos, formada pelas organizações privadas sem fins lucrativos prestadoras de serviços públicos, as famosas ONG’s (Organizações Não Governamentais). Por ser sem fins lucrativos, não quer dizer que não necessite fazer uma prestação de contas das entidades do terceiro setor.

A auditoria é o processo de verificação de todos os registros financeiros e de operações de uma empresa. Neste artigo, vamos esclarecer como funciona uma auditoria e qual a importância dela para o terceiro setor.  

O que é auditoria e como ela impacta o terceiro setor?

Antes de tudo, vale lembrar que o terceiro setor é mais utilizado no Brasil do que nos Estados Unidos, onde a divisão foi criada. Aliás, como já citamos anteriormente, trata-se do conjunto de atividade voluntárias desenvolvidas em favor da sociedade, por organizações privadas não governamentais e sem objetivo de lucro. 

Mas assim como uma empresa, o terceiro setor também precisa fazer uma prestação de contas. Aliás, o termo auditoria pode ser bem comum, mas você sabe o que realmente significa? Em síntese, trata-se de uma especialização dentro do setor contábil, que estuda, registra e interpreta os fatos e fenômenos que alteram o patrimônio de um negócio ou organização.

Ou seja, nada mais é do que um processo de conferência ou prestação de contas que tem o objetivo de descobrir se as ações, a contabilidade e a documentação de uma empresa ou ONG estão de acordo com o que foi planejado, e em conformidade com a legislação.

Enfim, o papel da auditoria é focar em um exame sistemático das atividades desenvolvidas na organização do terceiro setor. Entretanto, ela é essencial para qualquer segmento, pois ajuda a evitar fraudes e prevenir irregularidades, identificando possíveis falhas no sistema financeiro e no controle interno.

Além disso, impacta positivamente nos pilares da governança corporativa, garantindo a transparência e a prestação de contas da gestão. Com isso, os gestores têm informações mais detalhadas e concretas sobre a real situação econômica da organização. O processo de auditoria também dificulta possíveis desvios de bens patrimoniais.

Qual a importância de uma auditoria?

Toda empresa precisa acompanhar a execução das tarefas de perto e certificar-se de que o planejamento esteja sendo seguido de forma adequada, e em uma organização do terceiro setor não é diferente. 

Aliás, ao realizar periodicamente uma auditoria é possível fiscalizar a eficiência dos controles internos, o que garante que os registros contábeis sejam fiéis à realidade da ONG, além da prestação de contas de tudo o que é executado.

Ao contrário do que muitos pensam, esse processo não serve somente para apontar problemas ou defeitos na gestão, mas também para encontrar os pontos fortes da organização e potencializar os mesmos. Contudo, a ONG tem a chance de aperfeiçoar seu ambiente de trabalho. Além disso, a disseminação de boas práticas é valorizada durante o processo.

Entenda porque a auditoria é importante para o Terceiro Setor

Todas as operações de uma entidade sem fins lucrativos em aspectos financeiros, trabalhistas, contratuais e fiscais são semelhantes às de qualquer empresa, além disso, possuem giro financeiro comparáveis à uma empresa de grande porte.

Por isso, a auditoria é uma valiosa ferramenta para a gestão de organizações do terceiro setor e prestação de contas à sociedade. Isso porque minimiza os riscos e contingências geradas por suas operações. Além disso, garante mais credibilidade e segurança às informações prestadas aos parceiros, órgãos financiadores, entre outros contribuintes.

De nada adianta prestar um serviço assistencial de qualidade e gratuito, se a organização não tiver uma escrituração contábil eficiente. Além disso, a auditoria no terceiro setor é muito utilizada para que os órgãos de controle verifiquem a conformidade dos atos praticados pelas entidades. 

Por outro lado, o interesse público, as isenções tributárias usufruídas, a relevância dos serviços prestados e as verbas públicas repassadas exigem uma série de controles e procedimentos.

Aliás, é muito comum encontrar ONGs com dificuldades de obter certidões negativas ou positivas de débitos tributários. Isso porque, nesses casos, os débitos são gerados por registros mal feitos, falhas no sistema ou prestações de contas feitas de forma inadequadas. Entretanto, o documento é obrigatório para isenção e convênios.

Quanto maior a qualidade do controle nas entidades, maior a segurança daquilo que se faz e se informa. Por isso, a auditoria é uma oportunidade de estabelecer, testar e avaliar cada procedimento, registros e reflexos para a entidade.

Auditoria, um processo indispensável!

De fato podemos concluir que a auditoria é um processo indispensável para o terceiro setor. Isso porque as entidades necessitam de uma prestação de contas para reforçar a credibilidade da organização e garantir o repasse de verbas, doações e isenção de impostos.

Prova disso é a pesquisa “Auditoria no Terceiro Setor – Percepções e Resultados” realizada em 2006, com entidades de São Paulo. Todas foram auditadas por auditores externos independentes a mais de um ano e que atuam em diversas áreas, tais como, educação, saúde, assistência social, inclusão social, reabilitação, incentivo a gestão e empreendedorismo.

Com a pesquisa, foi possível comprovar a importância da auditoria. As entidades, quando questionadas, perceberam melhorias em diversos aspectos de gestão. O estudo também concluiu que as organizações pesquisadas buscam associar-se a empresas de auditoria externa independente que possuem um nome forte e respeitado no mercado. 

Quer saber mais sobre a auditoria no terceiro setor? Gostou do conteúdo e quer continuar acompanhando nossos materiais? Deixe seu comentário, se inscreva no formulário e fique por dentro! 

controle de riscos

Checklist: como fazer o controle de risco de forma eficiente

O controle de riscos está por trás de todas as decisões de uma empresa, independentemente do grau de relevância. Sendo assim, sua aplicação é muito comum ainda que involuntariamente.

Durante o planejamento de quaisquer ações, como investimentos, compras e outros, é de praxe fazer a previsão de seus efeitos a curto e longo prazo. Esse processo pode engajar uma equipe, departamento ou até todos os colaboradores.

No entanto, o gestor deve estar ciente de como se faz o gerenciamento de riscos. Apesar de serem aplicados sem querer, alguns equívocos podem ocorrer no caminho e comprometer o resultado final.

A seguir, saiba o que é o controle de riscos e seus benefícios, além de ter um guia completo para sua execução.

O que é controle de riscos?

É um conjunto de operações que tem como objetivo reduzir ou eliminar contratempos que possam acontecer no dia a dia corporativo.

São analisados os riscos relacionados à parte interna do negócio – principalmente na sua estrutura – e também os externos, quando o fator está vinculado a qualquer evento alheio à empresa. Tais condições podem ser uma nova tecnologia, item de legislação ou algo ligado a fornecedores ou clientes.

Ao fazer o controle de riscos, é possível também identificar tudo o que possa ter um efeito negativo abrupto. Sem a preparação necessária, sua resolução se torna mais difícil ou impossível.

Confira a seguir os itens que facilitam esse gerenciamento e ajudam qualquer empreendedor a desfrutar de todos os benefícios que a prática oferece.

Checklist

São cinco os itens a serem listados a seguir: análise qualitativa, quantitativa, planejamento de respostas, monitoramento e, para começar, identificação de riscos.

Identificação dos riscos

Para isso, é preciso antecipar o que pode afetar negativamente os negócios. Para que essa tarefa seja mais fácil, verifique todos os itens que levantam dúvidas variadas. Analise e identifique os riscos a partir daí.

Análise qualitativa

Após identificar os riscos, é importante também avaliar o seu grau de impacto e possibilidade de se tornar real. Nessa fase, o gestor pode classificar os itens que merecem ser tratados como prioridade.

Análise quantitativa

Esse tópico é semelhante ao anterior, mas as consequências dos riscos são analisadas com exatidão. Suas possibilidades devem ser dadas numericamente.

Planejamento de respostas

Com a identificação e análise, é possível fazer o controle de riscos de forma eficiente e, dessa maneira, verificar a melhor maneira de combatê-los. Um plano de ação deve ser traçado para cada um deles. Evidentemente, todas as ações devem ser plausíveis.

Monitoramento

Nessa etapa, há um acompanhamento de cada item identificado e analisado anteriormente. Relatórios e indicadores podem ajudar a todo o momento.

Ao longo deste texto, você conheceu um checklist que permite fazer o controle de riscos eficientemente. Leia os outros artigos e acompanhe o conteúdo novo do blog para ter mais dicas relevantes para o seu trabalho.