inteligência fiscal

O que é inteligência fiscal e por que utilizá-la em seu negócio?

A inteligência fiscal é uma atividade que pode ser muito benéfica para garantir o sucesso de uma empresa. Especialmente para aquelas que lidam com uma diversidade de cargas tributárias e, em meio a isso, precisam encontrar alternativas para reduzir seus custos.

Através da inteligência fiscal, é possível:

  • Avaliar melhor os dados;
  • Cumprir com suas obrigações;
  • Manter-se competitivo no mercado.

Mas afinal, o que é inteligência fiscal? E mais: será que ela é adequada para o seu negócio? Continue a leitura e descubra!

O que é inteligência fiscal? 

É um conjunto de ações que facilita o trabalho de obtenção, avaliação, divulgação e proteção das informações e dados empresariais.

Considerada uma ferramenta de gestão, ela também agrega valor ao negócio e oferece boas oportunidades. Isso porque a inteligência fiscal reduz os riscos de haver prescrição dos créditos tributários, além de proporcionar mais clareza, objetividade e inovação aos processos.

Ela também é uma ótima estratégia para evitar a autuação fiscal. Afinal, a Receita Federal conta hoje com processos extremamente informatizados e uma fiscalização mais eficiente, que usa o cruzamento de algoritmos para detecção de fraudes.

Logo, essas ações possuem um teor preventivo, pois ajustam os processos e controles internos de acordo com a lei,  protegendo sua empresa de multas que podem chegar a quebrar o negócio.

Devo utilizar a inteligência fiscal? 

Implantar essa prática pode oferecer diversos benefícios para o setor fiscal de uma empresa

O principal deles é a redução dos custos com impostos, tendo em vista que a inteligência fiscal permite adotar um planejamento tributário, identificando falhas e oportunidades previamente.

Outros pontos positivos que ela oferece são:

  • Diminuição das chances de autuação por erro na declaração dos impostos junto à Receita Federal;
  • Elevação da vantagem competitiva, uma vez que estará seguindo os mesmos critérios exigidos das demais empresas do seu porte e segmento;
  • Elaboração de estratégias fiscais mais direcionadas e eficientes;
  • Maior segurança na tomada de decisão;
  • Garantia da compliance.

Para que ela seja colocada em prática, é preciso contar com um software que automatize essas ações. Caso contrário, todos os dados teriam que ser registrados e consultados de forma manual pelos colaboradores utilizando um ERP.

Para algumas empresas, essa necessidade de contar com uma ferramenta mais robusta e moderna pode ser visto como desvantagem, pois ela demanda um grande investimento inicial.

Em contrapartida, pensando a longo prazo, o investimento é baixo se comparado com os benefícios que a inteligência fiscal pode oferecer.

Conte com uma assessoria para tornar o processo mais eficiente!

A inteligência fiscal é um conjunto de ações que permite uma melhor organização e seguimento das obrigações legais das empresas. Ao evitar custos desnecessários, aumenta a competitividade do negócio, permitindo melhorar processos visando obter melhores resultados.

Caso você tenha dúvidas sobre como colocar em prática a inteligência fiscal na sua empresa, a Segato Contabilidade fornece uma assessoria contábil completa e pode ser uma ótima opção para sua empresa!

Afinal,  nós contamos com profissionais especializados no assunto, que podem dar dicas muito úteis para melhorar suas ações fiscais, e oferecemos um planejamento customizado e formatado para a sua realidade.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas para entender como a Inteligência Fiscal vai colocar sua empresa em outro nível! E se você quiser saber mais sobre contabilidade, continue na nossa Central Educativa!

orçamento empresarial

Os maiores erros cometidos no Orçamento Empresarial

Qualquer tipo de empresa, independentemente do porte e segmento de atuação, precisa contar com um orçamento empresarial consistente.

Com ele, é possível responder perguntas como:

  • Qual a expectativa de faturamento para o próximo ano?
  • Qual a projeção de custos e despesas operacionais?
  • O lucro dos próximos 3 anos permitirá realizar investimentos substanciais?

Sem o orçamento empresarial, as decisões passam a ser tomadas sem embasamento, ou seja, com base em achismos e suposições. O orçamento empresarial está diretamente ligado com o planejamento estratégico do negócio.

Mas afinal, o que é orçamento empresarial e quais os erros mais comuns que as empresas cometem ao organizá-lo? São essas questões que abordaremos a seguir. Boa leitura!

O que é orçamento empresarial?

É a ação de planejar e estimar despesas, ganhos e investimentos que a organização terá nos próximos anos. A estimativa costuma ser de 1 a 3 anos, mas, dependendo do segmento de atuação, o orçamento empresarial pode chegar a 10 anos – como é o caso de empresas de exploração e concessão.

A importância de adotar essa estratégia é a possibilidade de estabelecer metas e objetivos de forma mais consistente, partindo de uma análise real do cenário.

Consequentemente, permite acompanhar e comparar resultados, promovendo ações e medidas corretivas ou preventivas, conforme forem surgindo as necessidades de ajustar o rumo.

Apesar do conceito de orçamento empresarial não ser novo, ainda há muitas empresas que não o fazem de forma adequada. Dependendo do erro, os resultados da empresa podem ser impactados de forma significativa.

Quais são os maiores erros cometidos no orçamento empresarial? 

1 – Não reconhecer a importância do orçamento empresarial

Esse certamente é um dos erros mais críticos, pois faz com que muitas empresas simplesmente não façam uma organização financeira.

É preciso ter em mente que o orçamento empresarial é um fator-chave para um negócio bem-estruturado. Tomar decisões na base do “eu acho que é bom” ou “pode ser que dê certo” pode causar sérios danos ao negócio.

Logo, essa ação deve ser incorporada à rotina das empresas para ser possível tomar decisões baseado em dados e fatos. 

2 – Não conhecer as despesas

É difícil de acreditar, mas muito gestores não sabem ao certo os gastos fixos e variáveis da empresa. Consequentemente, não conseguem determinar quanto de capital é preciso obter para cobrir as despesas e ainda lucrar.

Uma forma de tornar esse controle mais eficiente é contar com um software de gestão financeira que consiga integrar os dados corporativos. Permitindo, assim, ter acesso a todas essas despesas – por menores que elas sejam.

3 – Focar na forma e não no conteúdo

Outro erro comum na criação do orçamento empresarial é dedicar muito tempo bolando planilhas, relatórios e gráficos coloridos e detalhados. Deixando de lado a função real dessa estratégia, que é o de obter dados precisos e realizar projeções a partir deles.

Lembre-se que, apesar da parte visual também ser importante, a informação é muito mais. Se elas estão incompletas ou erradas, a ferramenta não permitirá o entendimento do cenário financeiro. 

4 – Misturar contas pessoais com as da empresa

Em muitas empresas, ainda é possível ver os proprietários misturando as contas da pessoa física com a jurídica. Isso significa que retiram dinheiro de caixa para quitar despesas pessoais.

Essa ação acaba prejudicando o controle das contas, o fluxo de caixa e a entrada e saída de dinheiro – especialmente quando ela não é contabilizada. 

Consequentemente, fica difícil organizar o orçamento empresarial, tendo em vista que não é possível obter os dados com precisão.

Fique atento aos dados que devem constar no orçamento empresarial

Devido a importância que essa ação possui no planejamento financeiro a curto e longo prazo, é preciso ficar atento a todas as informações que precisam ser adicionadas.

Assim, oriente sua equipe para que organizem melhor os dados empresariais, a fim de evitar erros que podem prejudicar no resultado do negócio.

Esse artigo foi útil para você? Acesse a nossa Central Educativa e confira outros conteúdos para melhorar a contabilidade da sua empresa!

auditoria fiscal e tributária

Auditoria Fiscal e Tributária: por que sua empresa precisa dela?

A carga tributária representa um dos principais custos das empresas no Brasil. A quantidade de tributos somada às frequentes alterações e à complexidade da legislação fiscal transformar o país em um intrincado labirinto, o que reforça a necessidade de um atento e criterioso planejamento tributário. E ainda, no meio de todo esse labirinto, as empresas acabam pagando impostos indevidos.

É preciso, portanto, não só definir uma estratégia precisa para proteger e blindar sua empresa perante ao fisco, mas também utilizar-se desta questão para que, dentro da legalidade, seja possível se beneficiar com opções tributárias que reduzirão a pesada carga e trarão resultados econômicos para a empresa.

Por que realizar uma auditoria tributária?

A auditoria tributária, também chamada de auditoria fiscal, tem como objetivo principal analisar se todas as obrigações tributárias estão sendo seguidas de forma correta pela empresa. 

De forma simples e direta, pode-se dizer que a auditoria tributária proporcionará ao empresário e diretores um parecer e uma posição sobre as práticas adotadas pela empresa. O objetivo da auditoria tributária é examinar e avaliar a eficiência e a eficácia dos procedimentos e controles adotados para a operação, o pagamento e a recuperação de impostos e qualquer outro ônus de natureza fiscal e/ou tributária que incida sobre as operações da empresa.

Dessa forma, a auditoria tributária serve para assegurar às pessoas interessadas de que a empresa está em conformidade e analisar se há melhores caminhos ou práticas – tanto para a proteção da empresa perante ao fisco, quanto para o melhor planejamento tributário.

Por que minha empresa deveria realizar uma auditoria tributária?

Simplesmente pelo fato de que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% das empresas no Brasil pagam impostos indevidamente – ou deixam de entregar suas obrigações acessórias da forma correta.

No competitivo mundo empresarial, em que cada empresa busca de alguma forma obter diferenciais para ter êxito em seus negócios e atingir os resultados esperados, as informações geradas pela contabilidade são uma possibilidade de encontrar a diferenciação e oferece estratégias inovadoras e de impacto no dia a dia de sua empresa.

Nesse sentido, as empresas, de qualquer porte ou segmento, devem buscar o auxílio da auditoria, a fim de identificar possíveis contingências nos registros contábeis que estejam inviabilizando a continuidade e o crescimento dos negócios.

As 4 principais vantagens de se realizar uma auditoria tributária

1. Controle interno

A auditoria tributária deve, acima de tudo, ser vista como uma ferramenta de controle interno. É responsabilidade do gestor ter consciência e controle das obrigações fiscais e tributárias da empresa, e somente por meio da auditoria, será realmente capaz de responder pela segurança e proteção do negócio – ou seja, se a empresa está em compliance tributário.

2. Recuperação de impostos

Por descuido da gestão tributária ou falta de informação, muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deviam. Como mencionado no tópico anterior, cerca de 95% das empresas pagam impostos de forma indevida. No entanto, esses impostos pagos indevidamente podem ser recuperados. Para isso acontecer, é preciso que a auditoria identifique e rastreie esses valores para que seja possível reavê-los.

3. Riscos tributários

Com a análise da auditoria, a possibilidade de consulta e um planejamento consistente e profissional, você elimina da sua empresa a vulnerabilidade aos riscos de passivos tributários, que podem causar transtornos e impedir a continuidade da empresa.

4. Controle de processos legais

A empresa poderá ter melhor conhecimento do andamento de processos legais e entender como lidar com esses processos para que eles tenham um encaminhamento adequado e não causem mais problemas.

De forma resumida, a auditoria tributária é uma das principais formas de organizar o planejamento da sua empresa. Se você quer se manter atualizado quanto às principais ferramentas que podem ajudá-lo, entre em contato com nossos consultores. A Segato tem vasta expertise na área de Auditoria, principalmente voltada à parte fiscal-tributária.

Faça auditoria fiscal e tributária!

A auditoria fiscal e tributária é uma excelente ferramenta de controle interno, a qual possibilita ainda que impostos indevidamente pagos sejam revisados, a fim de tomar as devidas providências. 

Além da análise de riscos e controle de processos legais essa auditoria verifica se todas as obrigações tributárias estão sendo cumpridas de forma adequada pela empresa.

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que tornam a auditoria fiscal e tributária tão importante no cenário empresarial,  não deixe para buscar realizá-la depois. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas sobre essa auditoria.

riscos tributários

Como Proteger sua Empresa dos Riscos Tributários?

Quem já trabalha com aspectos relacionados à gestão e operação corporativa sabe bem como a legislação fiscal pode ser complexa e burocrática. Além disso, todo negócio envolve riscos. 

Portanto, adotar uma postura para mitigar riscos tributários é algo indispensável para o fluxo das atividades em qualquer empresa, de qualquer porte.

A alta e complexa carga tributária do Brasil dificulta a gestão das empresas. 

A prova de tudo isso é que, além do próprio pagamento dos impostos, o contribuinte precisa atender a diversas obrigações acessórias, desde as mais tradicionais, como a escrituração de registros contábeis, até as mais complexas, como as declarações eletrônicas dos SPED’s (Sistema Público de Escrituração Digital).

Em todos os casos, a gestão tributária precisa ser prioridade para os gestores, pois, quando feita de forma ineficiente, pode prejudicar a operação de uma empresa. 

Grandes empresas já faliram por não atribuir a devida importância ao cumprimento de suas obrigações fiscais.

Riscos tributários

Na prática, os riscos tributários estão relacionados a todos os processos internos de uma empresa que são executados em desconformidade com o que determina a legislação tributária. Ou seja, é a atuação empresarial deficiente, em que não se dá a devida atenção ao cumprimento correto das obrigações — sejam elas principais ou acessórias.

Na maioria dos casos, os riscos tributários se originam da falta de organização do contribuinte. A ausência de controle sobre as movimentações e a falta de documentação das atividades, por exemplo, figuram como causas comuns dos riscos. Isso pode criar diversos problemas, como pagamentos de imposto em valor menor, confusão operacional e superavaliação patrimonial, abrindo margem para que a fiscalização lavre autuações, multas e até ingresse com medidas judiciais contra o contribuinte.

Os principais riscos de uma gestão tributária ineficiente, na qual não há o controle, organização e expertise necessária, são:

  • Pagamento incorreto de tributos;
  • Falta de controle de pagamentos dos impostos;
  • Endividamento desnecessário;
  • Regime Tributário incorreto;

Entretanto, além dos riscos tributários advindos de falta de controle ou erros internos, é válido ter noção dos principais riscos tributários:

  • Distribuição disfarçada de lucro;
  • Confusão entre patrimônio pessoal e empresarial;
  • Desconsideração de operações;
  • Planejamento tributário abusivo e evasivo;
  • Sonegação fiscal;

Passivos fiscais e penalidades aplicadas

A multa e os juros são aplicáveis na maior parte dos casos em que ocorre atraso, falta de controle interno ou apresentação das declarações

Porém, as situações elencadas acima são passíveis de penalização bem mais severa pelo fisco, sobretudo quando o assunto é sonegação fiscal ou distribuição disfarçada de lucro

Nesse cenário, os riscos fiscais podem indicar desconsideração da personalidade jurídica da empresa, multa direta aos representantes e gestores e até mesmo criminalização das condutas – trazendo passivos ocultos de ordem tributária inimagináveis e incomensuráveis para a empresa.

Gerenciamento dos riscos

Por parte dos gestores da empresa, é imprescindível uma conduta conservadora diante de tantos riscos tributários. É necessária uma postura de proteção e acima de tudo de blindagem perante a situações como essa. 

O controle das demonstrações contábeis e dos demais registros fiscais devem sempre ser acompanhados de perto, de modo a garantir o nível de excelência, blindagem e proteção da companhia.

Os métodos para gerenciamento de riscos tributários são:

  • Planejamento tributário e auditoria fiscal recorrentes e frequentes.
  • Controle das provisões financeiras;
  • Atualização constante da legislação tributária;
  • Sistema tecnológico bem parametrizado;

Como se proteger dos Riscos e de Passivos Tributários?

A solução é terceirizar a contabilidade, contratando uma empresa especializada, a qual detém o aparato necessário e os profissionais preparados para gerir as questões tributárias da empresa, eliminando eventuais riscos a partir de uma contabilidade moderna e consultiva.

Este suporte, além disso, pode ser estendido para os casos em que a empresa busca um novo projeto, mas não entende como funciona a tributação nessas situações e cenário. Certamente, é uma garantia mais que necessária para a redução de custos e de riscos tributários.

E então, leitor? O que achou deste artigo? Entre em contato com a Segato e proteja 100% do seu patrimônio, mitigando os riscos e se livrando de passivos fiscais e tributários.

saúde financeira

Pensar na saúde financeira da sua empresa pode fazer toda a diferença

Como está sua saúde? Rapidamente, você é capaz de responder a essa pergunta e até poderá apresentar um relato identificando se ela vai bem ou mal. 

No caso de não estar bem, você, preocupado, buscará ajuda médica e, a depender do diagnóstico, o especialista indicará os tratamentos necessários, falará se você terá que tomar alguma medicação, fazer uma cirurgia ou até mesmo ficar internado na UTI. Certamente, você está demonstrando um bom sinal ao estar cuidando da sua saúde.

Agora responda: como está a saúde financeira de sua empresa, ou, se preferir, dos seus negócios?

Em alguns casos, a resposta não surge tão rapidamente, como na primeira questão, quando a pergunta era relacionada a sua saúde. Você precisa de um tempo para pensar. Por que essa demora ocorre?

Será que você não é capaz de respondê-la? E se a saúde financeira de seu empreendimento estiver precisando de um tratamento emergencial, em uma situação na qual cada minuto vale muito? E se a operação deste tratamento for constatada tarde demais? Haverá algo ainda a ser feito?

Preocupe-se com o teor de sua resposta, bem como com o tempo que leva para formulá-la.

Trabalhar bem com os números é questão fundamental, de sobrevivência pura, para qualquer tipo de negócio ou seguimento na conjuntura empresarial.

Antes de tomar qualquer decisão em sua empresa, consulte os números. O resultado obtido através de uma boa interpretação deles poderá apontar, exatamente, o que fazer. 

Como por exemplo: a conclusão de seguir adiante com a ideia de investimento, postergá-la, ou, dependendo do caso, abandoná-la em função de sua inviabilidade – por falta de caixa, por exemplo.

Quem não é capaz de operar dessa maneira pode estar enganando a si mesmo, pois observa apenas as receitas e desvia a atenção sobre os desembolsos. E aí é que mora o perigo!

Ater-se apenas aos sinais positivos não leva a lugar algum. Você precisa compreender todos os lados das movimentações financeiras ocorridas na sua empresa, principalmente aquelas mais discretas e que, aparentemente (apenas aparentemente), parecem pouco representar. 

Portanto, o faturamento de cada mês precisa ser controlado e dimensionado para suprir exatamente as necessidades e características do negócio.

O fluxo de caixa funciona como um termômetro. Ele tem condições de indicar se a empresa pode assumir ou não compromissos, podendo ir mais além, mostrando quando terá condições de honrá-los. Dê atenção diária a esta importante ferramenta gerencial.

Sua empresa tem um fluxo de caixa? Você conhece a sua utilidade e sabe usá-lo corretamente para auxiliar nas suas decisões?

Tenha bem definido que administrar um empreendimento NÃO é “SÓ” vender e receber. Administrar não é também só gerenciar pessoas e recursos de produção. Não é só fazer mais com menos. Nem é só planejar, organizar, dirigir e controlar. Neste conceito, encontra-se espaço para o tratamento dos recursos financeiros da empresa. 

  • Você já parou para analisar as variações do faturamento de sua empresa no decorrer dos meses? 
  • Você tem condições de explicar, ao menos, os motivos destas ocorrências e o que você vem fazendo para trabalhar melhor estas oscilações?

Dedique uma atenção maior às informações financeiras. Discuta e faça projeções através da construção de cenários, arquitetando o futuro financeiro de sua empresa. Veja se não há “furos” no seu fluxo de caixa.

Procure identificar e compreender, mais e melhor, os termos e aplicações dos:

  • Custos fixos, variáveis e semivariáveis; 
  • Ponto de equilíbrio; 
  • Lucro desejado; 
  • Margem de contribuição e do lucro potencial;

Faça a projeção de resultados e atenha-se aos desvios, que, porventura, possam ocorrer. Compare o orçado com o realizado. Trabalhe para chegar à condição de poder avaliar, com o maior grau de certeza, a rentabilidade dos seus negócios. Não se esqueça de criar relatórios e indicadores financeiros.

Substitua as análises reativas, que tradicionalmente são feitas depois que os acontecimentos consumam-se, por análises ativas, que são providenciadas antes dos acontecimentos. Faça o teste, note e desfrute da diferença nos resultados.

A partir de agora, incorpore a saúde financeira de sua empresa em todas as operações de planejamento que pretenda executar. Se precisar de auxílio neste trabalho, fale com os “médicos do bolso” da Segato! Certamente poderemos recomendar vários caminhos a serem seguidos para diversos pontos de melhoria.

Indicadores: Avalie, reflita e melhore sua empresa 

É prática recorrente fazer reflexão sobre o rumo que está sendo atribuído para a sua empresa. O planejamento estratégico não deve nunca ser estático ou único. 

O planejamento pode e deve se alterar conforme os resultados – ou a falta deles – forem surgindo. Devemos refletir de uma maneira ampla e bem crítica, analisando as conquistas e perdas que tivemos, acertos e erros, enfim, o que fizemos e o que deixamos ou não conseguimos realizar.

É importante essa autoavaliação, principalmente para quem deseja construir grandes realizações. Nos dias de hoje, a empresa é marcada por muitas oscilações, ou, se preferir, altos e baixos

Portanto, é preciso, saber quais foram as dificuldades e informações que influenciam nos seus negócios. Como sugestão, propomos alguns indicadores úteis de gestão, mantendo uma visão orientada pela análise de sua empresa, respondendo às questões que seguem: 

  • O mercado em que atua apresentou crescimento, ficou estável ou retraiu?
  • Qual a participação e atratividade da sua empresa neste mercado?
  • Quais as oportunidades que surgiram e quantas não foram aproveitadas?
  • Quantos clientes novos foram conquistados e quantos foram perdidos? 
  • Qual a posição dos concorrentes e as vantagens e desvantagens competitivas que a sua empresa apresenta diante deles?
  • Qual o custo de um cliente e quanto ele gerou de valor para a sua empresa?
  • Quais parcerias foram desenvolvidas e o que elas ofereceram para agregar valor aos negócios da sua empresa?
  • A estrutura organizacional da sua empresa mostrou-se dinâmica, com flexibilidade para adaptar-se às mudanças, mantendo agilidade e eficácia?
  • Quantos funcionários foram contratados e quantos foram demitidos? 
  • Quanto cada funcionário proporcionou de resultado?
  • O foco da empresa esteve centrado em sua atividade fim, ou houve dispersão de energia em tentativa de exploração de outros mercados?
  • Quais investimentos foram feitos em capacitação e treinamento de funcionários, instalações, máquinas, equipamentos, tecnologia, propaganda e publicidade?
  • Como a imagem da sua empresa foi vista pelos clientes?
  • Como estão os índices de satisfação e reclamação de seus clientes?

Estas respostas devem ser consideradas estratégicas para a elaboração de planos de ação, definindo o que será feito, por quem, quando, onde, como, por que e quais os investimentos serão necessários.

Quase sempre, todas essas respostas podem ser encontradas nos relatórios financeiros e nos indicadores de desempenho. Através deste diagnóstico, com expertise e competência, o gestor e os responsáveis deverão entender a necessidade de ajuste, mudança, investimento ou até mesmo de replanejar tudo do absoluto zero.

É preciso também ter muito cuidado para não ficar vangloriando os sucessos de ontem, como se o tempo não passasse. Viver do passado é outra posição muito arriscada. Substitua-o por ações presentes, mostre sua força e supere a vontade de desistir diante das dificuldades.

Portanto caso você, na qualidade de tomador de decisão do seu negócio, quiser ter um diferencial competitivo, pense financeiramente sua empresa. Lembre-se de que você é o gestor do seu negócio e deixar as coisas acontecerem involuntariamente, ajustando-se a elas, é muito arriscado. Nós da Segato temos como missão pensar financeiramente os negócios de nossos clientes e projetos. Entre em contato com um de nossos consultores para maiores detalhes!

holding familiar

O que é uma holding familiar?

O termo “holding” vem do inglês “to hold”, que pode ser traduzido como manter. Trazendo para o mundo dos negócios, a palavra é utilizada para descrever uma organização criada para adquirir participações societárias em outras empresas – como cotista ou acionista.

Uma holding pode ser pura, visando unicamente ter participação em outras sociedades, ou mista, quando também existe objetivo operacional com fins lucrativos.

O holding familiar é um dos vários tipos de holding possíveis de serem criados. E é sobre ele que falaremos neste conteúdo. Boa leitura!

O que é uma holding familiar?

Trata-se de um conceito de entidade jurídico que foi criado para controlar o patrimônio de pessoas físicas que fazem parte de uma mesma família. Em outras palavras, é uma sociedade composta por membros da família responsável por gerenciar e administrar o patrimônio, seja participações em outras empresas, imóveis e diversos outros tipos de investimentos.

No momento em que a sociedade é constituída, todos os bens do grupo são integralizados no capital social da holding familiar. Depois disso, são criadas as ações ou quotas sociais, bem como as cláusulas restritivas para evitar que a empresa seja alienada e penhorada, por exemplo.

O principal objetivo da holding familiar é proteger e blindar os ativos já conquistados pela família, especialmente em caso de dívidas futuras e outros fatores que podem levar à perda do patrimônio.

As vantagens desse tipo de holding não param por aí. Falaremos mais sobre isso a seguir, confira!

Quais são os benefícios da holding familiar?

A holding familiar conta com 4 principais benefícios. São eles:

1. Planejamento financeiro

Ao concentrar o patrimônio da família, o objetivo é manter a harmonia nas finanças, bem como facilitar a gestão coletiva e delinear a participação de cada membro na sociedade. Com essas informações claras, é possível estabelecer uma política de investimentos e distribuição de lucros.

É preciso, porém, ter um planejamento orçamentário bem elaborado, especialmente quando há muitas pessoas envolvidas na holding familiar. Caso contrário, a saúde do negócio pode ficar prejudicada.

2. Planejamento tributário

Uma das principais vantagens da holding familiar é o fato de contar com incentivos fiscais através da redução da carga tributária. Isso ocorre porque o seu capital social é constituído pelos bens das pessoas físicas e participações societárias.

Uma vez que os tributos são menores, os lucros são maiores. Além disso, os valores divididos entre os sócios são isentos de Imposto de Renda – o que torna essa modalidade ainda mais lucrativa.

3. Perpetuação do patrimônio

Uma holding familiar, se operada adequadamente, conta com um conjunto de ações que defendem o patrimônio pessoal contra contingências externas.

Inclusive, ela conta com uma espécie de blindagem dos bens em caso de separação litigiosa, divórcio ou união estável em paralelo a casamentos formais.

4. Planejamento sucessório

Outra vantagem da holding familiar diz respeito à sucessão de bens, que é muito mais fácil e menos burocrática. Para isso, porém, é preciso que as regras estejam estabelecidas no contrato social.

As quotas ou ações podem ser doadas em favor dos sucessores com reserva de usufruto, por exemplo. Isso elimina a necessidade de inventário ou partilha – que, além de estressante, pode afetar o desenvolvimento da empresa.  

Será que vale a pena ter uma holding familiar?

Os benefícios desse tipo de holding são diversos, especialmente no que diz respeito à centralização do patrimônio familiar, facilitando a gestão coletiva. Na Segato, temos diversos cases de sucesso de famílias e empresários que concentraram seus patrimônios e investimentos em holdings e hoje desfrutam de otimização de recursos financeiros, segurança, proteção do patrimônio e melhor planejamento tributário visando a economia de impostos. 

Por se tratar de um assunto amplo e complexo, é necessário abordar outros aspectos importantes sobre ele em outros conteúdos aqui na nossa Central Educativa. Desta forma, você se sentirá mais seguro para aderir – ou não – a essa modalidade!

Aguarde nossas próximas publicações!

indicadores financeiros

Saiba o que são indicadores financeiros e qual a importância deles

Quem é dono de empresa sabe que é essencial avaliar com frequência o desempenho do negócio. Para isso, existe uma série de indicadores financeiros que permitem entender o cenário atual e, principalmente, prever as próximas ações com base  em dados e fatos.

Mas o que são indicadores financeiros? 

São dados obtidos através de demonstrativos que medem os resultados e o desempenho do negócio. Eles auxiliam na avaliação da performance organizacional, permitindo uma tomada de decisão mais certeira.  

Neste conteúdo, mostraremos quais indicadores devem ser controlados por uma empresa e porque é tão importante ter acesso a essas informações. Boa leitura!

Qual a importância dos indicadores financeiros?

Eles permitem que os gestores comparem resultados anteriores com atuais e, a partir disso, desenvolvam estratégias claras e definam um plano de ação para o futuro.

No caso, facilitam a tomada de decisões fundamentadas em informações precisas sobre o negócio – ao invés de executar ações baseadas em suposições ou achismos.

Através dos indicadores financeiros, é possível ter em mãos dados precisos e reais sobre o negócio. Eles permitem identificar falhas de gestão, avaliar o uso de recursos e despesas desnecessárias e, ainda, controlar tudo que entra e sai, visando o equilíbrio de gastos.

Logo, pode-se dizer que eles são imprescindíveis para qualquer empresário que deseja obter sucesso no seu negócio.

Conheça os 6 principais indicadores financeiros

Existem vários indicadores que auxiliam na gestão organizacional. Selecionamos os mais importantes a seguir:

1. Fluxo de caixa

É o indicador que mostra a movimentação financeira em um período específico, ou seja, o que entrou e saiu do caixa. Essa ferramenta permite analisar os resultados e ao mesmo tempo fazer estimativas futuras.

O objetivo de analisar o fluxo de caixa é entender se as atividades estão gerando receita suficiente para cumprir com todas as obrigações financeiras. No momento em que permite ter uma visão aprofundada da saúde do negócio, facilita o entendimento sobre os lucros e permite planejar novos investimentos.

2. Indicador de liquidez

Mede a capacidade do negócio de cumprir suas obrigações financeiras atuais com os ativos existentes, sem depender de novas vendas. O seu cálculo é simples:

  • (Valor em caixa + contas a receber) / passivo circulante

Veja um exemplo para facilitar o entendimento!

Suponha que você possui R$ 10 mil em caixa, R$ 5 mil em contas a receber e R$ 3 mil de passivo circulante. A conta ficaria assim:

  • (R$ 10.000 + R$ 5.000) / R$ 3.000 = R$ 5,00

Então você possui R$ 5,00 em ativos para cada R$ 1,00 de passivo, ou seja, conta com o suficiente para arcar com suas responsabilidades.

3. Margem de lucro bruto

Considerado um dos principais indicadores financeiros para pequenas empresas, ela mede, em porcentagem, a quantidade de dinheiro obtido após subtrair o custo com as mercadorias vendidas.

Se o seu índice é de 50%, significa que, a cada R$ 1,00 vendido, R$ 0,50 é de lucro e os R$ 0,50 restantes servem para cobrir os custos com o produto.

A margem de lucro bruto varia conforme o modelo de negócio, porém, para ser considerado saudável, o ideal é que fique acima de 25%.

4. Resultado Operacional de Caixa

Consiste no resultado que a operação da empresa gera sem levar em consideração fatores como retirada de sócios e empréstimo. 

Esse indicador é importante porque fatores não-operacionais podem maquiar os resultados, dando a entender que a empresa está melhor do que efetivamente está.

5. Capital de giro

Trata-se do dinheiro que se tem a disposição após subtrair todos os passivos da empresa. Ele é considerado como uma espécie de reserva de recursos, podendo ser utilizado para cobrir necessidades financeiras a longo prazo.

Esse indicador demonstra até que ponto os ativos disponíveis cobrem os passivos – sem a necessidade de mexer nesse valor reserva.

6. Resultado líquido

É o famoso lucro no final do mês. Porém, esse indicador não significa que está sobrando dinheiro, afinal ele não leva em consideração dados como:

  • Empréstimo;
  • Estoque não vendido;
  • Compras de imobilizados;
  • Retiradas de sócios.

Controle os seus indicadores financeiros!

Existem vários indicadores financeiros que permitem ter uma noção melhor do negócio, avaliando se ele está obtendo lucro ou se é preciso tomar medidas para promover resultados mais satisfatórios.

Através dos indicadores financeiros e sua completa análise, é possível identificar:

1 – Se há necessidade de contrair empréstimos;

2 – Capacidade de honrar com as obrigações e dívidas com terceiros;

3 – Para onde está sendo destinado o lucro;

4 – Quanto mais informações você tiver, maiores são as chances de tomar decisões assertivas e, portanto, obter sucesso.Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse a nossa Central Educativa!

para que serve fluxo de caixa

Para que serve fluxo de caixa?

A organização financeira é essencial em qualquer negócio. Nesse cenário, é importante entender o que é e para que serve o fluxo de caixa, pois essa ferramenta ajuda a dominar a real situação da empresa.

Fluxo de caixa é um instrumento básico de planejamento e controle do que entra e sai de dinheiro. Ele permite apurar e projetar o saldo disponível para que haja sempre capital de giro. Isso permite realizar aplicações ou mesmo quitar eventuais gastos.

Neste artigo, vamos mostrar para que serve o fluxo de caixa e como fazer o seu. Boa leitura!

O que é fluxo de caixa?

Trata-se de uma ferramenta que permite acompanhar o movimento de entradas e saídas do caixa de uma empresa. Para que ele seja eficiente, é importante registrar todos os ganhos e gastos, por menores que sejam. Isso deve ser feito de forma detalhada, com o maior grau de assertividade possível.

Algumas empresas realizam esse cadastro de forma manual, em uma agenda ou caderno. Porém, já existem ferramentas simples, como programas de gestão e planilhas eletrônicas, que automatizam esse processo, tornando-o mais organizado, ágil e seguro.

Devem ser registrados:

  1. Valores recebidos, como as vendas à vista e a prazo e os recebimentos de duplicatas;
  2. Pagamentos, sejam as compras realizadas à vista ou a prazo, os pagamentos de despesas e de duplicatas;
  3. Previstos, incluindo os últimos pagamentos e recebimentos que a empresa prevê que irá realizar.

O resultado do fluxo de caixa é o saldo disponível – seja em caixa ou no banco -, fruto da diferença entre o valor total recebido e os pagamentos realizado em um determinado período.

A partir desse levantamento, o empresário obtém uma base de dados rica, servindo de subsídio para as tomadas de decisões. Isso porque, ao realizar o fluxo de caixa, é possível ter uma visão mais ampla e precisa sobre o momento financeiro do negócio.

A estrutura do fluxo de caixa, bem como sua periodicidade, varia de acordo com a natureza do negócio e as necessidades de gestão. Porém, é necessário realizar em qualquer situação, para evitar visões distorcidas da realidade.

Para que serve o fluxo de caixa?

Ao elaborar esse relatório, o empresário consegue ter uma visão ampla do presente e do futuro do negócio. Isso porque trata-se de uma ferramenta para avaliar a disponibilidade de caixa e a liquidez da empresa.

Desta forma, permite realizar previsões de investimentos e antecipar decisões importantes, como:

  1. Reduzir as despesas antes que o lucro seja comprometido;
  2. Planejar ou adiar novos investimentos;
  3. Negociar prazos junto a fornecedores.

Esse instrumento fornece diversas outras vantagens a empresários e gestores. As principais são:

  • Prever, planejar e controlar os valores que irão entrar e sair em um período de tempo específico;
  • Avaliar se o que irá entrar será suficiente para cobrir os gastos assumidos e previstos em caixa;
  • Antecipar ações e decisões em caso de falta ou sobra de dinheiro;
  • Descobrir se o negócio está saudável, ou seja, se está trabalhando com folga ou aperto financeiro;
  • Obter conteúdo para ajustar o preço de venda de determinado produto ou serviço – seja para mais ou para menos;
  • Confirmar se os recursos financeiros em caixa são suficientes para que o negócio se mantenha estável ou se é necessário buscar dinheiro extra, como empréstimos;
  • Avaliar a possibilidade e/ou necessidade de realizar liquidações e promoções para reduzir o estoque e reaver o que foi investido.

Além disso, gera questionamentos, como o motivo que levou a obter determinados números. Ou seja: quais medidas foram tomadas para chegar a um determinado resultado. A partir daí é possível modificar os processos necessários para que o fluxo de caixa seja positivo.

Logo, pode-se dizer que, por permitir uma análise precisa e periódica do cenário financeiro, o fluxo de caixa serve para realizar um planejamento orçamentário e, assim, garantir a saúde do negócio.

Realize o seu fluxo de caixa com frequência!

O fluxo de caixa é uma ferramenta que permite entender a realidade financeira de uma empresa para que, a partir daí, sejam adotadas as medidas necessárias para se chegar a resultados positivos.

Com esse instrumento, é possível visualizar tudo o que é gasto e recebido em um dia, semana ou mês, assim como ter uma previsão do que irá entrar e sair em um determinado espaço de tempo.

Agora que você já sabe para que serve o fluxo de caixa, comece desde já a organizar o seu. Caso precise de ajuda, entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas!

como calcular o preço de venda

Como funciona a formação do preço de venda?

A formação do preço de venda é um processo que, se realizado de forma adequada, oferece benefícios para os negócios e também para seus clientes. Ele consiste em definir um valor para um produto ou serviço na hora de lançá-lo ou por uma necessidade de adequação ao cenário econômico.

Para realizar a formação do preço de venda, é essencial que o empresário largue mão de suposições ou achismos. Um valor justo deve ser definido baseando-se nos custos da empresa, na realidade do mercado e no lucro que se espera ganhar.

Nesse artigo, mostraremos como definir um preço de venda que seja adequado aos seus custos e atraente aos seus clientes. Boa leitura!

Como definir o preço de venda?

Para a formação de preço de venda é preciso levar em consideração alguns fatores. Deve-se analisar, por exemplo, qual foi o investimento realizado para criar e disponibilizar determinada mercadoria ou para permitir que o serviço seja executado.

Nesse cenário, é preciso levar em consideração alguns dados, como:

  • Custos de produção;
  • Salários dos funcionários, em especial aqueles envolvidos nesse processo, como vendedores e desenvolvedores;
  • Despesas fixas e variáveis, incluindo aluguel do imóvel, luz e comissões.

A dificuldade em relação à formação do preço de venda está justamente em encontrar o equilíbrio entre todos esses custos sem tornar o valor do produto abusivo ou muito acima do praticado no mercado.

Isso significa que o preço de venda deve cobrir os investimentos realizados, para que a empresa não fique no prejuízo, e, ao mesmo tempo, ser justo para o consumidor.

Por este motivo, é preciso incluir outros fatores no momento do cálculo, como a realidade do público-alvo do produto ou serviço. Além disso, deve-se levar em consideração eventuais descontos a serem concedidos no momento do lançamento ou em datas especiais ao longo do ano, por exemplo.

Outra maneira de realizar a formação do preço de venda é baseando-se no mercado e avaliando como a concorrência está atuando. Dessa forma, o que está sendo oferecido pela empresa não fica muito fora da realidade.

Porém, mesmo nesse caso, os custos de produção e entrega devem ser listados, pois, como dissemos, é preciso pensar no fluxo de caixa.

Suponha que, após toda essa análise, chegue a um preço de venda 15% acima do praticado no mercado. Como a competitividade é alta, é preciso ter algum diferencial palpável para que seja possível cobrar um preço acima da concorrência.

Existe, ainda, outras informações indispensáveis nesse processo, como a margem de lucro. Ela pode ser fixada por produto, por hora de serviço ou atividade ou, ainda, sob forma de percentual sobre as vendas. Isso, porém, cabe a cada empresa definir de acordo com os seus objetivos a longo prazo.

A importância de entender a formação do preço de venda

Não é uma tarefa fácil realizar o cálculo do preço de um produto ou serviço. É preciso analisar os custos envolvidos, se adequar às práticas de mercado e, ainda, adicionar o lucro esperado.

Porém, esse entendimento é necessário, tendo em vista que é ele que garantirá as vendas e os resultados do negócio.

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O que é EBITDA?

O que é EBITDA?

Quem é investidor, analista de mercado ou dono de empresa de capital aberto precisa saber o que é EBITDA e o potencial que tem para tornar sua atividade ainda mais eficiente.

A sigla EBITDA corresponde a Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, que pode ser traduzido de forma literal como “lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização”.

Trata-se de um indicador financeiro que permite entender com mais clareza os balanços da empresa. Ele auxilia, ainda, a descobrir o potencial da geração de caixa e a determinar a eficiência e evolução da produtividade nos últimos anos.

Descubra a seguir o que é EBITDA e para que ele serve. Aprenda também a realizar o seu cálculo com precisão. Boa leitura!

O que é EBITDA?

Conceitualmente, ele representa a geração operacional de caixa da empresa, ou seja, quanto de recurso a organização gera exclusivamente em suas atividades operacionais – sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos.

Somente em 2012 foram estabelecidos os parâmetros para uniformizar as informações utilizadas no cálculo do EBITDA. Antes disso, ele era realizado sem seguir um padrão, o que dificultava a análise e comparação dos dados pelo mercado. Afinal, cada empresa utilizava o método que considerava mais apropriado.

Com a criação das regras, a performance financeira se tornou mais confiável, permitindo que gestores, investidores e demais interessados pudessem conhecer os dados reais e compará-los com os concorrentes do mesmo segmento.

Logo, o EBITDA se tornou um número interessante para analisar a competitividade e a eficiência de uma organização. Especialmente porque permite comparar com a da concorrência, ano a ano. Isto se torna ainda mais real porque não há a interferência dos juros e impostos que cada empresa paga – visto que podem variar de acordo com o porte.

Para que serve o cálculo do EBITDA?

Embora alguns gestores utilizem apenas as informações de lucro e prejuízo para entender a realidade da empresa, esses dados não são suficientes para ter um panorama do desenvolvimento financeiro do negócio, tampouco para fazer projeções de crescimento.

Por este motivo, é essencial utilizar métodos que permitam avaliar a produtividade e a eficiência dos processos, e, assim, conhecer o potencial de lucratividade. É nesse cenário que o EBITDA ganha grande importância.

Como desconsidera variáveis complexas, como a tomada de financiamentos, ele ajuda a analisar a gestão de caixa, medindo com muito mais precisão a produtividade e eficiência do negócio. 

Com ele, é possível descobrir quanto a empresa está gerando através das suas atividades operacionais – excluindo investimentos financeiros, empréstimos e impostos.

Ao calcular o EBITDA, é possível entender com clareza a situação financeira da empresa e, através da comparação com a concorrência, avaliar a sua posição real no mercado. Consequentemente, ajuda no processo de tomada de decisão, pois permite entender se ela possui potencial de crescimento.

Por meio dele, é possível saber a origem dos recursos e seus possíveis ganhos ou em que ponto está resultando em prejuízo

Por exemplo, se o indicador EBITDA aumentar, é sinal que a empresa está sendo mais eficiente e produtiva. Caso ele diminua, há algo de errado no seu processo de crescimento que precisa ser avaliado.

Apesar de importante, esse não é o único indicador que deve ser utilizado no momento da tomada de decisão. Isso porque ele pode dar a falsa impressão de que a empresa possui liquidez – quando, na verdade, não é o que ocorre.

Logo, ele deve ser usado conjuntamente com outros instrumentos de análise, a fim de contar com outros dados essenciais, como:

  1. Lucro líquido;
  2. Evolução do faturamento;
  3. Custos;
  4. Endividamento;
  5. Lucro por ação.

Como calcular o EBITDA?

Agora que você já sabe o que é EBITDA, é hora de ver, na prática, como esse cálculo deve ser feito. A fórmula para se chegar a ele é a seguinte:

  • Lucro Operacional Antes do Imposto de Renda e Receitas / Despesas Financeiras + Depreciação + Amortização.

Logo, o primeiro passo consiste em descobrir qual o lucro operacional da empresa, que nada mais é do que o lucro gerado pela receita operacional líquida, descontando os custos e despesas comerciais, administrativas e operacionais.

Ao lucro operacional, é necessário somar a amortização e a depreciação, que estão incluídas nos custos e despesas específicas da operação. Por depreciação entende-se a perda produtiva gerada pela ação do tempo ou desgaste. Representa a perda desse valor para a empresa, e não o reembolso financeiro realizado de forma efetiva nesse período.

Veja um exemplo prático. Vamos supor que os dados sejam os seguintes:

  • Despesas com vendas: R$ 3.200,00;
  • Despesas administrativas: R$ 800,00;
  • Despesas gerais: R$ 1.400,00;
  • Depreciação: R$ 400,00;
  • Amortização: R$ 600,00;

A soma de todos esses valores irá gerar a despesa operacional, que neste caso é R$ 6.400,00.

Para calcular o lucro operacional líquido, a fórmula é a seguinte:

  • Receita operacional líquida – (custos das mercadorias vendidas (CMV) + despesas operacionais).

Imagine que a empresa possui receita líquida de R$ 25.000,00 e CMV de R$ 3.000,00. Para chegar ao valor, basta calcular:

  • R$ 25.000,00 – (3.000,00 + 6.400,00) = R$ 15.600,00.

Voltando à fórmula inicial que apresentamos, para obter o dado final do EBITDA, basta somar o lucro operacional líquido com as despesas com depreciação e amortização – mesmo que eles já tenham sido utilizados.

  • R$ 15.600,00 + R$ 400,00 + R$ 600,00 = R$ 16.600,00.

Logo, o EBITDA dessa empresa fictícia é R$ 16.600,00.

Calcule o EBITDA da sua empresa agora mesmo!

O EBITDA é um indicador financeiro que pode ser utilizado para entender melhor os resultados da empresa. Como não leva em consideração os efeitos dos financiamentos e demais decisões contábeis, permite medir com precisão a produtividade e eficiência de qualquer negócio.

Com esse número em mãos, é possível determinar a evolução operacional ao longo dos anos. Além disso, possibilita que seja feito um comparativo em relação à concorrência, avaliando melhor a posição que se encontra no mercado e, a partir disso, tomar decisões mais precisas.

É importante destacar, porém, que o EBITDA deve ser utilizado juntamente com outros indicadores de desempenho, a fim de obter uma visão mais adequada da performance da empresa.

Precisa de ajuda para calcular o EBITDA do seu negócio? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas.