assessoria contábil

Por que contratar uma assessoria contábil para minha empresa?

A palavra Assessoria tem origem no latim, da palavra Assessare, que significa “sentar ao lado de”. Ao longo da formação da língua portuguesa, o termo ficou mais ligado ao ato de auxiliar algo ou alguém.

Pensando na origem, fica claro que qualquer serviço de assessoria tem como finalidade ajudar uma empresa ou profissional com determinada tarefa. No caso da assessoria contábil, a demanda é ligada a:

  • Números e indicadores de desempenho;
  • Questões fiscais;
  • Balanços de receita e despesas;
  • Demonstrativos financeiros.
  • Questões trabalhistas;
  • Proteção Societária;

A prestação do serviço de assessoria contábil é algo que requer especialização e experiência. Por isso, os encarregados dessa tarefa costumam ser formados na área de contabilidade, administração de empresas e economia. 

O objetivo principal é auxiliar as empresas, “sentar ao lado” da equipe do financeiro e trabalhar para que ela possa operar no mercado com suas demandas de finanças em ordem.

Contabilidade é assunto sério, especialmente para manter a saúde financeira corporativa em dia. Por isso, muitas empresas optam pela contratação de uma assessoria contábil para atuar com plena consciência da situação econômica da instituição. 

No artigo de hoje você vai entender mais sobre o papel dos assessores contábeis e por que as empresas devem contar com esse tipo de serviço. Confira!

O que é uma assessoria contábil?

A assessoria contábil atua em diferentes frentes, sendo bastante focada no cumprimento das obrigações fiscais e tributárias de uma instituição. 

As empresas contábeis e seus profissionais atuam cumprindo um papel importante, que é de auxiliar no controle e conhecimento das movimentações financeiras e na tomada de decisões estratégicas envolvendo este universo. 

De forma simples, podemos dizer que o papel dos contadores é analisar, identificar e controlar todas as questões que envolvem as finanças empresariais. 

A assessoria contábil fica responsável pela análise e compilação de dados para entregar aos gestores um panorama completo sobre a situação financeira da empresa.

Esse serviço acaba servindo como uma espécie de tradução, ou seja, as informações captadas são entregues aos gestores em uma linguagem mais clara e objetiva. Isso tem o propósito de facilitar a compreensão do cenário financeiro e auxiliar na tomada das melhores decisões.

E além disso, serve também como DOUBLE-CHECK para o gestor responsável pela instituição. Uma vez que a assessoria valida e checa tudo o que é produzido internamente, com a segurança e a proteção de um profissional experiente nas mais áreas.

Por quê é necessário tanto cuidado com a contabilidade?

A assessoria contábil não presta serviços apenas para auxiliar a empresa, mas sim para que ela possa cumprir com obrigações previstas em lei. 

Dentro do Código Civil está determinado que os empresários e sociedades anônimas são obrigados a seguir um sistema de contabilidade. É com base nessas informações que são determinados fatores como impostos e regime de atuação da empresa. 

Por se tratar de um assunto complexo e que necessita de conhecimento técnico, as empresas devem olhar para a assessoria contábil como um serviço necessário, tanto para sua saúde financeira quanto para respeitar as leis.

O que faz a assessoria contábil?

Sua função é dar suporte para as atividades empresariais e entregar inteligência para lidar com algo que causa calafrios nos gestores: a burocracia.

De acordo com o Banco Mundial, o Brasil é o país mais burocrático do mundo. A FENACON (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis) estima que as instituições brasileiras gastam cerca de 2 mil horas e 60 bilhões de reais apenas com a burocracia tributária. O Brasil impõe às empresas:

  1. 63 tributos;
  2. 97 obrigações acessórias;
  3. 3790 normas na planilha de impostos.

São tantos dados que, geralmente, os contadores acabam conhecendo mais sobre as questões financeiras e contábeis de uma empresa que seus próprios gestores.

Quais são os serviços prestados?

Assessoria fiscal

Auxílio para administrar todos os impostos que uma empresa deve pagar. Existem diversos detalhes envolvendo os tributos empresariais. Um bom exemplo é o ICMS, que possui alíquotas diferenciadas em cada estado e diversas faixas tarifárias (que variam de acordo com a atividade da empresa e seus produtos/serviços).

Além do recolhimento de impostos, a assessoria contábil dá uma força para outras demandas importantes, como emissão de notas fiscais.

A assessoria contábil pode interferir até na área de TI, já que muitas ferramentas digitais facilitam a captação de dados fundamentais para dimensionar corretamente os parâmetros das operações fiscais. 

Alterações contratuais

Mudar contratos é algo que pode envolver bastante burocracia. Por isso, a assessoria de contabilidade cuida desses detalhes para a empresa certificar-se de que todas as mudanças que envolvem o aspecto contábil estão em conformidade.

Esse tipo de serviço é muito utilizado quando há:

  • Inclusão de sócios;
  • Alterações de capital;
  • Mudança no objeto social da empresa;
  • Alteração de endereço. 

Produção e averiguação de documentos contábeis

Quem trabalha com administração empresarial com certeza já ouviu falar nos famosos balanços financeiros e documentos de contabilidade.

Os balanços são documentos produzidos anualmente. Neles estão contidas as informações vitais sobre a situação financeira da empresa, as variações de patrimônio e os resultados obtidos durante o ano-calendário. 

É com base nessas informações que são executadas as principais tomadas de decisão dos gestores, por isso, eles devem ser extremamente precisos.

Além dos balanços, outros documentos e demonstrativos contábeis que pertencem ao universo empresarial são manejados pela assessoria contábil, dentre eles estão:

  • Livro diário;
  • Composição de saldo das contas;
  • Conciliações bancárias.
  • Atender às normas de Contabilidade – CPC’s
  • Atender à Receita Federal e o Regulamento do Imposto de Renda

Abertura e legalização de empresas

Tudo que é necessário para abrir uma empresa e deixá-la em conformidade com a lei também é da competência da assessoria contábil.

Com base nas informações fornecidas pelos empreendedores, a equipe de contabilidade consegue encontrar a categoria tributária ideal para a empresa que está surgindo. 

Além dessa definição, a assessoria se encarrega de registrar o contrato social e adequar as informações junto aos órgãos federais, estaduais e municipais. 

Folha de pagamento

Todas as questões envolvendo as políticas de remuneração e obrigações trabalhistas ficam sob a tutela dos contadores. Destacam-se os seguintes pontos:

  1. Administração da folha de pagamento;
  2. Cálculos para desligamento de funcionários;
  3. Distribuição dos lucros;
  4. Cálculos de 13º e férias;
  5. Pró-labore.

Quando contratar uma assessoria contábil?

A melhor resposta para a pergunta é: sempre! Como você pôde observar, a assessoria contábil é necessária antes mesmo de uma empresa abrir suas portas. Sendo assim, é fundamental refletir sobre como esse serviço é importante, não deixando para contar com ele apenas quando a situação fiscal da empresa está em desordem.

A assessoria contábil fornece informações vitais para a tomada de decisões, para um melhor posicionamento estratégico e financeiro da empresa.

Se você é administrador de uma empresa e tem receio até de pensar em contabilidade, saiba que existem equipes preparadas para tornar essa tarefa simples e certeira!

auditoria interna

A importância da Auditoria Interna

Uma das principais preocupações das empresas é com seus processos internos. Eles são importantes para negócios que querem manter as responsabilidades sociais empresariais em suas diretrizes.

Conforme a empresa expande e sua atuação cresce, em muitos casos é preciso assegurar o respeito às normas e a todas as diretrizes empresariais. Mas como averiguar esse alinhamento?

A resposta vem em forma de um procedimento muito importante, a auditoria interna.  No artigo de hoje você vai entender mais sobre a sua importância, quando ela se faz necessária e o que é analisado. Boa leitura!

O que é e para que serve a auditoria interna?

A auditoria interna é uma técnica de revisão, uma forma de assegurar e proteger procedimentos e encontrar pontos que fogem à conformidade processual estabelecida pela empresa.

Sua principal função é fazer uma análise da atuação empresarial nos mais diversos setores, com foco na identificação dos erros e acertos que um empreendimento apresenta ao exercer suas atividades. 

Em termos simples, podemos dizer que é um check-up da empresa, abordando os processos de forma holística. E ela não serve apenas para detectar inconformidades com procedimentos, mas também para analisar a capacidade de produção e a confiabilidade das informações transmitidas aos stakeholders. 

Esses são os conceitos básicos de auditoria. Ela é classificada como interna quando a empresa dispõe de funcionários treinados para executar essas funções. Quando há a contratação de uma empresa terceirizada, o processo é conhecido como auditoria externa. 

O que faz a auditoria interna?

Ao contrário do que muitos pensam, a auditoria interna não tem caráter punitivo, mas sim educativo. Ela é fundamental para melhorar a gestão corporativa, já que seu objetivo principal não é apontar erros, mas sim monitorar o que ocorre internamente para obter eficiência e evitar que deslizes ocorram.

Ela atua verificando algumas ações, como:

  • Balanços financeiros;
  • Cumprimento das normas de regulamentação das atividades;
  • Responsabilidade fiscal;
  • Atuação de equipes e líderes setoriais;
  • Processos adotados;
  • Compliance e Accountability (Prestação de Contas).

Ao longo do tempo de atividade, a empresa se movimenta, faz mudanças e adota novas tecnologias e tendências de mercado e gestão. Tudo isso é aferido pela auditoria, afinal, é preciso encaixar qualquer tipo de inovação dentro das conformidades e da política empresarial.

O foco é manter tudo em seu lugar e garantir que uma instituição tenha um crescimento (ou apenas continuidade de atuação) saudável e longe de erros operacionais, fiscais, contábeis etc.

Quando uma auditoria interna é necessária?

A resposta ideal é: sempre. A auditoria interna, por ser uma atividade realizada por funcionários da empresa, deve ser um processo contínuo de avaliação. Essa forma de atuar assegura uma continuidade de acertos, afinal, não é preciso detectar que algo está errado para começar a analisar como a empresa atua.

O fato é que muitas empresas recorrem à realização de auditorias apenas quando erros se tornam perceptíveis. Outras preferem executá-las como “exames periódicos”. Não há regras para definir a periodicidade, sendo que algumas empresas optam por realizar auditorias menores e setorizadas, passando pelo processo várias vezes ao ano.

Geralmente, as auditorias internas de grande porte ocorrem anualmente, na maioria dos casos, próximos ao fim das atividades do ano. É o famoso momento de reflexão e análise, se preparando para o próximo ano e buscando otimizar seus processos. 

O que é avaliado em uma auditoria interna?

Isso vai depender da forma como a auditoria interna foi estruturada. Ela pode ser segmentada, focando em um determinado setor ou operação, ou completa, analisando todos os fatores importantes para a atividade empresarial.

Em linhas gerais, uma auditoria interna foca em:

  1. Avaliar os processos de produção;
  2. Conferir o respeito às regulamentações internas e políticas empresariais;
  3. Analisar todos os documentos fiscais e contábeis;
  4. Atestar o cumprimento das normas técnicas determinadas para a atividade da empresa;
  5. Verificar a atuação das pessoas, especialmente no trabalho das lideranças;
  6. Averiguar a saúde financeira da empresa;
  7. Gerenciar e mapear os riscos internos.
  8. Proteção e mitigação de riscos de passivos ocultos.

Principais tendências para a área:

Assegurar

A segurança continua sendo o principal papel da auditoria interna. Contudo, os riscos envolvidos são mais amplos e devem ser tratados em tempo real. Embora a segurança seja uma prioridade da área, não deve ser o limite. Na Auditoria Interna 3.0, os requisitos dos públicos de interesse podem ser atendidos por meio de inovação e tecnologia.

Aconselhar

Consultoria sobre a gestão eficiente de controle, iniciativas de mudanças, melhorias na gestão de risco e estruturação de mecanismos de segurança são ações da auditoria interna esperadas pelos diversos públicos de interesse. Mesmo em questões que abrangem a independência, no novo cenário, atividades podem respeitar esse tópico e auxiliar os negócios, promovendo objetividade, integridade e profissionalismo.

Antecipar

No futuro a auditoria interna alerta sobre o que poderia fugir dos planos e as formas de atenuar dificuldades, bem como introduzir o senso de risco e as soluções para mitigá-los, ajudando no melhor monitoramento e antecipação de riscos emergentes.

Qual a importância de uma auditoria em uma empresa? 

A auditoria interna fornece aos gestores empresariais informações fundamentais para analisar como a empresa atua e de que forma isso está ocorrendo. Ela é tão importante quanto os exames de rotina que uma pessoa faz (ou deveria fazer) uma vez ao ano.

Pense realmente como se fosse exames de rotina, uma oportunidade de averiguar cada detalhe vital da atividade corporativa e analisar se elas estão atuando de maneira “saudável”, ou seja, em conformidade com aquilo que a empresa pretende exercer.

Quando algo foge à normalidade, a auditoria interna consegue detectar e auxiliar os gestores no processo de tomada de decisão. Ela age como uma espécie de consultor para conter os erros e otimizar o modus operandi adotado pela instituição.

Por ter um caráter analítico e, ao mesmo tempo, crítico e educativo, é fundamental que exista imparcialidade na atuação, ainda mais quando se trata de um auditor interno.

Ele deve agir como um juiz, não demonstrando parcialidade em suas análises e apontando as responsabilidades de cada profissional de forma isenta. Por essa razão, muitas empresas acabam adotando auditorias externas como meio de complementar o que é atestado internamente.

Mas isso não é uma regra, na verdade, um auditor com alto grau de profissionalismo sabe como sua atuação deve ser feita e como evitar que suas análises sejam deturpadas pela proximidade com os auditados. 

Conte com o auxílio de uma equipe especializada!

Em resumo, a auditoria é um processo necessário, saudável e capaz de orientar a empresa para um crescimento e fortalecimento de mercado. 

Sua função analítica gera informações estratégicas, fundamentais para construir um negócio mais forte e que se mantém em conformidade com as responsabilidades sociais empresariais, que são muito importantes.

Para poder crescer com segurança, é importante que as instituições contem com parceiros importantes, como por exemplo a Segato. Temos mais de 30 anos de experiência na área de auditoria interna, para a empresa manter sua saúde financeira e fiscal em dia, sem sustos ou erros que podem custar caro. 

Gostou do conteúdo? Aproveite para deixar seu comentário e compartilhar suas experiências com a realização de auditorias internas e externas na empresa que você atua!

quanto custa um funcionário

Quanto realmente custa um funcionário para a empresa?

É comum as empresas não saberem fazer os cálculos exatos para determinar quanto custa um funcionário. Afinal, não é somente o salário que deve ser levado em consideração, mas também todos os encargos aos quais ele tem direito.

Realizar a gestão desse processo financeiro é essencial para se manter dentro da lei. Caso contrário, a empresa estará propensa a diversas consequências, incluindo processos e multas.

Nesse artigo, você descobrirá, afinal, quanto custa um funcionário. Conhecerá todos os gastos envolvidos e, desta forma, aprenderá a calcular o valor exato

Abordaremos, ainda, as consequências de não cumprir a legislação e faremos um comparativo entre CLT e PJ. Boa leitura!

Quanto custa um funcionário?

Manter uma equipe não envolve apenas pagar o salário. Existem outros gastos que a empresa precisa arcar para cumprir com as leis trabalhistas.

Pelas regras da CLT, o colaborador tem direito a:

  • Férias;
  • 13° salário;
  • Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

O vale-transporte é uma obrigação coletiva e, portanto, não deve ser incluído no salário, mas sim pago à parte. Neste caso, deve-se calcular quantos ônibus são utilizados por dia e multiplicar por 22 (que é a média de dias úteis por mês). Para esse benefício, o colaborador contribui com 6% do seu salário.

Veja o exemplo:

  • Supondo que a passagem custa R$ 3,00 e ele utiliza ônibus para ir e voltar do trabalho;
  • Por dia são R$ 6,00;
  • Por mês, R$ 132,00;
  • Se o funcionário recebe de salário R$ 1.000,00, o seu desconto será de R$ 60,00, ficando o restante para o empregador assumir.

Benefícios como vale-alimentação são definidos de acordo com a categoria e o preço médio para se almoçar na cidade.

Além desses valores, existem os chamados encargos sociais, que a empresa paga para órgãos diversos. Eles variam conforme o regime tributário adotado pelo empreendimento.

Como é feito o cálculo do custo de um funcionário?

As taxas e valores que devem ser pagos pelas empresas são estipulados de acordo com o regime que ela segue.

Simples Nacional

Muito utilizado entre as micro e pequenas empresas, conta com alíquotas mais brandas. Além disso, isenta as empresas de pagarem os encargos referentes ao INSS patronal, salário educação, seguro acidente de trabalho (SAT) e contribuições ao SEBRAE, SENAI, SESI ou Incra.

Imagine que o funcionário receba um salário-base de R$ 1.000,00. Deve-se somar a ele:

  • 8% de FGTS por mês – R$80,00;
  • Férias – R$ 1.000,00 (valor anual);
  • 1/3 sobre férias – R$333,33 (valor anual);
  • 13° salário – R$ 1.000,00 (valor anual);
  • 8% de FGTS do valor anual – R$ 186,67;
  • Provisão Mensal – R$ 210,00.

Soma-se, ainda, o valor do vale-transporte e vale-alimentação mensais, que, vamos supor que seja, respectivamente, R$ 132,00 e R$ 220,00.

O total é de R$ 1.642,00. Subtraindo 8% de INSS que ele deve pagar e os 6% referentes ao vale-transporte, a conta fecha em R$ 1.502,00.

Lucro Real ou Presumido

Neste regime, além dos encargos assumidos no Simples Nacional, são acrescentadas outras taxas:

  • 20% de INSS (contribuição patronal);
  • De 1% a 3% de seguro de acidente de trabalho;
  • 2,5% de salário educação;
  • 20% correspondente ao descanso semanal remunerado;
  • 8,33% correspondem ao 13º salário;
  • 3,3% para o “Sistema S” (SEBRAI, SENAI ou SESI);
  • 11,11% correspondente às férias, levando em conta um salário por ano somado de 1/3 de abono.

Neste caso, o custo médio chega a aproximadamente R$ 1.700,00 por funcionário, ou seja, a empresa gasta R$ 700,00 a mais.

Quais as consequências de não cumprir a legislação?

Para não precisarem pagar todas as taxas e demais encargos, algumas empresas negociam com seus funcionários para eliminar a necessidade de registrá-los – mesmo que tenham sido contratados no regime CLT. Porém, trata-se de um dever estabelecido por lei e o seu descumprimento pode gerar problemas, como a necessidade de pagar multa.

Antigamente, a multa era no valor de um salário mínimo para cada funcionário não registrado. Com a atualização da Lei Trabalhista, porém, esse valor passou a ser calculado de acordo com o porte da empresa.

Companhias maiores precisam desembolsar R$ 3.000,00 por empregado, acrescido o mesmo valor em caso de reincidência. Já para as micro e pequenas empresas, a penalidade foi fixada em R$ 800,00.

Muitas empresas, ainda, optam por outro formato de contratação, a chamada Pessoa Jurídica (PJ). Esse tipo de terceirização está cada vez mais comum e já está amparada pela lei.

Qual a diferença entre CLT e PJ?

Com a CLT, o funcionário tem direito a benefícios concedidos por lei. Logo, para ele, costuma ser mais vantajoso, mesmo que isso implique em uma rotina de horários mais rígida, incluindo a necessidade de dar pausa para o almoço.

Para as empresas, a CLT gera mais custos, visto que, conforme explicamos, ele precisa arcar com diversas outras taxas além do salário propriamente dito. Em contrapartida, esse formato favorece a retenção de talentos, pois os benefícios são formas de valorizar o esforço deles.

No formato PJ, o empregador pode repassar o dinheiro que seria gasto com os encargos diretamente para o funcionário. Além de ter a possibilidade de receber mais, o trabalhador tem flexibilidade de horários, já que não está fixo às horas exigidas por lei.

Em contrapartida, o profissional PJ não tem direito aos chamados benefícios sociais, como décimo terceiro e férias. Além disso, em caso de demissão, não pode ser enquadrado no auxílio-desemprego, limitando-se a receber aquilo que foi acordado no contrato de prestação de serviços.

Outro aspecto bastante importante em relação à Pessoa Jurídica (terceirizada) é o fato de não poder possuir vínculo com a empresa, isto é não pode haver nenhum fator que vincule-o à empresa, como, por exemplo, ínicio e término da jornada diária definidos, ou seja, horário para entrar e sair. 

É importante saber que isso gera  vínculo trabalhista e, uma vez que isso ocorre, é possível que haja passivos trabalhistas inimagináveis e incalculáveis à empresa, podendo resultar em inviabilidade. 

Por isso, uma consultoria é indispensável no tocante à esta questão para se proteger 100% de eventuais riscos e passivos nesta ordem.

As duas modalidades apresentam vantagens e desvantagens. Cabe às duas partes envolvidas definir o que é mais vantajoso para si.

Mantenha-se dentro da lei!

Não importa o porte da empresa, é essencial saber quanto custa um funcionário para, assim, se planejar de forma a não onerar as finanças.

Por mais que os encargos sejam muitos, é essencial seguir corretamente o que diz a legislação. Isso porque, em caso de multa, o valor pago pode ser ainda maior.

Para auxiliar nesse controle e planejamento, é importante contar com a ajuda de um escritório de contabilidade que tenha amplo conhecimento sobre o assunto. Entre em contato com a Segato e converse com um dos nossos especialistas!

terceirizar contabilidade

Vale a pena terceirizar a contabilidade da minha empresa?

O contador é um profissional essencial para empresas de qualquer porte e segmento. Ele cuida das questões burocráticas e legais que, se mal administrados, podem gerar prejuízos ao negócio.

Atualmente, terceirizar o serviço de contabilidade é visto como uma alternativa mais econômica e eficiente. Isso porque manter profissionais especializados e oferecer toda a infraestrutura que necessitam para atuar pode ser complicado e oneroso.

Através da terceirização, é possível contar com todos os serviços necessários para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e uma rígida fiscalização tributária. E o melhor, com qualidade e sem vínculo empregatício, contando com um time de especialistas trabalhando 24h e atualizando-se constantemente a fim de entregar e garantir as melhores práticas, informações, hábitos, leis e etc.

Quer saber se vale a pena terceirizar a contabilidade da sua empresa? Continue a leitura e descubra!

O que é terceirização contábil?

Terceirizar a contabilidade significa que, ao invés da empresa contar com um departamento contábil interno, outra pessoa ou escritório passa a ter esse compromisso. O tipo de contratação costuma ser como prestador de serviço e as partes acertam entre si quais as tarefas que precisam ser desempenhadas.

Um dos diferenciais de contar com uma assessoria especializada no assunto é que o serviço disponibilizado é mais atualizado e de qualidade. Afinal, os profissionais terceirizados estão em constante aperfeiçoamento, a fim de garantir que essa parceria seja a mais saudável e eficiente possível.

Um escritório de contabilidade pode oferecer diversos serviços ou segmentar sua atuação, especializando-se em determinado nicho do mercado. De maneira geral, pode operar em 5 principais áreas, sendo que cada uma possui tarefas específicas:

1. Fiscal

Oferece soluções para realizar atendimento das obrigações vinculadas ao fisco, como:

  • Classificação e escrituração de documentos;
  • Elaboração de balancete mensal, balanço patrimonial e mapas de depreciação e amortização;
  • Cálculos de impostos e elaboração de guias de recolhimento;
  • Escrituração do livro de apuração do Lucro Real (LALUR).

2. Gerencial

Essa área tem como foco apresentar resultados a controladores, investidores, diretores e alta gerência. Para isso, elabora balanços patrimoniais consolidados e gera relatórios diversos.  

3. Departamento pessoal

Oferece soluções para garantir que todas as rotinas legais ligadas à folha de pagamento e aos colaboradores estejam adequadas. Incluindo questões como:

  • Benefícios;
  • Pró-labore;
  • Contribuição sindical;
  • Impostos e guias trabalhistas.

Além disso, sua gestão é focada no Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, conhecido como eSocial. Trata-se de uma ferramenta que diminui a burocracia, pois permite enviar um único documento contendo informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias para todos os órgão.

Com ela, há uma melhora na organização da empresa, mitigando eventuais passivos com multas dessas obrigações

4. Financeira

Tem como objetivo maximizar os resultados econômicos de uma empresa a partir do controle, análise e planejamento das suas movimentações financeiras.

5. Legal

É uma das partes mais importantes de terceirizar a contabilidade. Oferece assessoria completa em processos de regularização, garantindo o compliance empresarial perante os órgãos de controle.

Quando a terceirização é recomendada?

É importante levar em consideração alguns fatores para entender se terceirizar a contabilidade é uma boa opção ou não para a empresa

Um dos aspectos é o seu porte. Isso reflete na quantidade de processos internos que precisam ser ajustados. Quanto maior ela for, maiores serão os impostos e as questões trabalhistas, por exemplo.

No caso de haver filiais, a terceirização permite um maior controle das unidades. Isso porque cada uma pode ter suas particularidades, principalmente quando estiverem em estados ou países diferentes. Logo, é preciso contar com uma assessoria especializada, que fique atenta a todos esses detalhes.

Outros fatores que devem ser levados em consideração são:

  • Complexidade do negócio;
  • Quantidade de processos envolvidos no planejamento;
  • Rotina e fluxo financeiro;
  • Tributações envolvidas.

As vantagens e os desafios de terceirizar a contabilidade

Vantagens

A terceirização desse serviço proporciona uma redução de custos expressiva. Isso porque a empresa não precisa manter um setor ou profissional específico e arcar com custos como estrutura, salário e demais encargos.

Inclusive, algumas empresas oferecem a opção de contratação por demanda. Isso possibilita que, nos momentos de baixa, não haja gastos desnecessários ao negócio.

A atualização constante é outra vantagem. Não que um profissional interno não faça isso, mas para o terceirizado, isso é uma obrigação. Logo, ele está sempre antenado a qualquer mudança de lei e tributos.

A experiência para lidar com diferentes situações também é essencial. Como, geralmente, os escritórios atendem empresas de variados segmentos, eles acabam vivenciando diversos tipos de situações.

Desafios

Para as empresas, o principal desafio é o de disponibilizar informações sigilosas para pessoas de fora. Alguns empresários preferem manter esses dados internamente e, por isso, acabam preferindo gastar mais e manter uma equipe própria.

Outro desafio é em relação à empresa terceirizada. Isso porque os especialistas ainda têm tendência a preferir uma atuação dentro da organização. Um dos motivos é a questão da renda variável, ou seja, a remuneração não é fixa, mas sim de acordo com os serviços realizados. Junto a isso, precisam estar sempre se atualizando – justamente para garantir os benefícios para a contratante.

Como escolher uma assessoria contábil?

Para garantir que o serviço de contabilidade será prestado com excelência, é importante avaliar com cautela a empresa ou profissional contratado.

A primeira coisa a ser levada em consideração é que não se deve optar pela terceirização somente por causa do custo, mas sim visando melhoria de qualidade e precisão dos dados empresariais.

Logo, pesquise a idoneidade do escritório contábil e a sua capacidade em atender às crescentes demandas referentes às obrigações legais, tributárias e trabalhistas. Leve em consideração a sua estrutura e a preocupação em manter seus profissionais sempre atualizados.

Por exemplo, a Segato está há 30 anos no mercado e é considerado um dos 10 melhores escritórios de contabilidade do país. Já ajudou 2300 empreendedores a começarem seus negócio e recuperou 135 milhões de reais em impostos.

Outra dica importante para escolher uma assessoria contábil é checar no Conselho Regional de Contabilidade se ela está devidamente registrada e em dia com suas obrigações.

Terceirize a contabilidade da sua empresa com segurança!

Antes de optar pela terceirização, lembre-se de avaliar a real necessidade da sua empresa e de pesquisar os diversos escritórios disponíveis do mercado. A contratação equivocada pode gerar diversos prejuízos para o negócio – sejam financeiros ou legais.

Se você deseja terceirizar a contabilidade da sua empresa com segurança, entre em contato com a Segato. Além de atuar há 30 anos no mercado, ela foi classificada entre os 10 melhores escritórios de contabilidade do Brasil.